O Cavaleiro em Eterna Regressão

Capítulo 765

O Cavaleiro em Eterna Regressão

765. E então, o que você pode fazer?



Abaixo dos altos pináculos de madeira, estendiam-se longas muralhas de espinhos de ambos os lados. Os espíritos vingativos que adornavam a face externa das muralhas[?25h se aproximavam como ondas.

Aaaah…

Um sussurro ininteligível, um som baixo e melódico que cobria tudo, e um grito estridente que cortava ambas as vozes.

Um coro formado por demônios. O coro de espíritos cobertos de espinhos ecoava nos ouvidos e fazia o coração acelerar.

Era uma harmonia de desespero e medo, tristeza e dor.

Era sinistro. Uma harmonia que fazia qualquer um que a ouvisse se sentir inquieto, despertando o desejo de se juntar a eles ou simplesmente morrer.

Claro, esse era o caso para pessoas comuns. Não era uma história que se aplicasse aos Cavaleiros Loucos.

— Ei, está barulhento demais.

Rem havia estabelecido seu território com feitiçaria. Mesmo sem isso, ele não seria afetado pelos gritos de tais insolentes.

Ele tirou o dedo mindinho do ouvido e soprou. Em seguida, soltou mais uma frase.

— Poderiam, por favor, calar a boca?

A especialidade da feitiçaria é a visualização. A especialidade de Rem é invocar o que for necessário no momento e usar de forma apropriada.

Assim que Rem terminou de falar, uma sombra negra se ergueu atrás dele.

Ninguém ali sabia, mas tratava-se da possessão de uma besta-tigre que havia sobrevivido nas Montanhas Pen-Hanil por mais de cem anos. É uma criatura que consome e devora almas, sendo a inimiga natural dos espíritos malignos.

Aaaah- ah, ah.

O som que vinha da muralha de espinhos diminuiu gradualmente.

Os olhos dos fantasmas esculpidos na madeira da muralha desviaram o olhar. Como eram entalhados na madeira, não tinham contornos definidos, apenas formas arredondadas sem pupilas, mas parecia exatamente iss[?25lo. A muralha parecia estar aterrorizada.

— Shiu.



Rem ergueu o dedo indicador e falou [?25hdiante do próprio nariz.

Enquanto Encred encarava o horizonte distraidamente, Teresa abriu a boca de leve e depois a fechou. Ela não estava surpresa. Estivera prestes a dar um passo à frente. Agora, vendo a situação, percebeu que não era algo que precisasse fazer. O que Rem fizera era uma façanha que qualquer um admiraria, mas ninguém ali ficou surpreso.

Aquilo era apenas o natural.

Como era de se esperar, os olhos de todos se voltaram para cima.

A árvore alta em nada diferia de uma agulha construída por humanos. Os galhos largos serviam de apoio, e fora por isso q

que a fada de pele azulada conseguira rolar para o lado e desviar da ponta da lança que Encred arremessara.

Aquele que vestia uma armadura negra folgada abaixou o escudo.

O escudo tinha um amassado raso deixado pela lança que Encred jogara com todas as forças.

Hum-hum-hum.

Houve uma vibração dentro do visor. Era uma expressão ininteligível de intenção. A fada que havia caído apoiou as mão

os no chão e se ergueu novamente.

Os olhos da fada se voltaram para Encred.

— Você.

Aqueles olhos, embora não estivessem exatamente atônitos, encaravam Encred com fúria.

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— Fico encabulado quando você me olha com tanta atenção.

Encred deu de ombros ao responder, enquanto Shinar, ao seu lado, comentou em tom suave.

— Quem se atreveria a olhar para essa coisa podre e decadente, que nem sequer tem nutrientes e só carrega veneno?

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Enquanto isso, Luagarne deu alguns passos à frente e, manejando seu chicote com destreza, recuperou o dardo relíquia

 caído e o lançou para Encred.

Encred o pegou no ar com um estalo, segurou a haste da lança, pressionou-a para baixo, dobrou-a de volta no formato de u

um bastão e a prendeu na cintura.

— Começou de forma barulhenta.

Lawford murmurou.

— Isso é umtapa?

Pel perguntou, apontando para a frente.

Ele parecia determinado a derrubar a muralha ou o que quer que fosse.

— Uma fada antiga e tudo mais.

Os dois espíritos, cujos olhos sequer podiam ser vistos, amaldiçoaram Shinar.

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— Frutos só são gostosos quando estão maduros.

Shinar aceitou aquilo com calma.

Ele sussurrou para Encred que, quanto mais tempo era deixado, mais saboroso ficava.

É a natureza do mundo dizer o que precisa ser dito, sem importar a raiva. Esse era o hábito de Shinar que Encred tinha v

visto até então.

Aquele era o reino demoníaco, e o que estava diante deles era um castelo de espinheiros, uma estrutura rara até mesmo na

aquele reino, mas ninguém estava assustado. Estavam mais do que calmos, estavam descontraídos.

Uma atitude que não condizia com a situação e o ambiente — em outras palavras, pura desarmonia.

— Olhem só para eles.

Foi então que, sob a árvore de pináculo e no topo da muralha de espinhos, um homem surgiu, encarando o grupo fixament

te.

Sua pele era escura, mas ele ainda se enquadrava no que se chama de humano, com uma aparência comum que poderia ser vist

ta em qualquer lugar.

Cabelos e olhos castanhos.

A única coisa incomum era que ele era um pouco grande, embora ainda menor que Audin ou Teresa.

Como ele estava lá no alto, não dava para medir sua altura exata, mas era possível estimar.

O olhar de Encred se voltou para ele. Seus olhos se encontraram. O homem pareceu perceber imediatamente quem era a pesso

oa parada no centro do grupo de visitantes.

Encred não achava que houvesse muito[?25l[?25l[?25l[?25l[?25l[?25l[?25ls humanos vivendo no reino demoníaco, então perguntou:

— Igreja da Terra Santa?

Sabia-se que a seita do Reino Demoníaco servia a esse reino. Não seria surpresa se alguns deles vivessem ali.
[?25h

Era fácil prever que haveria alguns remanescentes ali, além daqueles ativos no continente.

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— Igreja Santa? Por que você mencionaria o nome daqueles idiotas? Sou um apóstolo que serve ao Pé Vermelho.

[?25h

Encred não conseguia entender uma palavra do que o homem dizia. O que diabos era o Pé Vermelho?

Havia um abismo de informações entre os dois.

O problema era que nenhum deles tinha a intenção de sanar as dúvidas do outro.

E havia mais uma peculiaridade sobre o homem: embora falasse a língua imperial, seu sotaque era estranhamente diferente.

.

— Ah, você fala demais.

Rem interveio.

— Está com fome?

Fel perguntou novamente. Luagarne e Lawford estavam procurando a entrada da muralha de espinhos há algum tempo.
[?25h

Eles conversavam enquanto faziam suas buscas.

Mas a entrada não era vista em lugar nenhum. Será que precisavam escalar a muralha toda vez que subiam?

O espírito segurava o arco longo e encarava Encred com fúria, enquanto Shinar vigiava o espírito.

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— O que é o Pé Vermelho?

Encred também fez uma pergunta ao homem sobre o que o grupo dele estava fazendo. Em vez de responder, o homem olhou p

para o grupo e disse:

— Você é aquele que se tornará Deus.

Fazer mais perguntas não traria uma resposta adequada.

Esse era o veredito de sua intuição.

— É. Estou vendo.

Encred respondeu sem muito interesse, e o homem no topo da muralha riu de deboche dele.

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— Este é o Castelo de Espinhos. Eu sou o senhor deste lugar.

— Ah, entendi.

Encred falou enquanto o homem retomava o fôlego. Como ambos falavam alto, suas vozes ecoavam pela região.
[?25h

Então o homem ergueu um canto da boca e olhou para o grupo lá embaixo. Seu tom calmo e uniforme era bastante desagradáve

el.

Naquela situação, o simples ato de falar com tanta tranquilidade causava irritação.

— E então, o que você pode fazer?

A voz do homem, embora mais baixa agora, soou ainda mais nítida do que quando ele gritava.

Em outras palavras, foi como se ecoasse diretamente dentro dos ouvidos.

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— …Uau.

O grupo ficou momentaneamente sem palavras diante das declarações do homem, mas Rem foi a primeira a reagir, exclaman

ndo com admiração. Olha só para esse garoto, transbordando de confiança.

O homem ergueu o pé e pisou forte, como se quisesse frisar que tinha uma muralha o protegendo.

Encred riu. Em momentos assim, como eu poderia dizer... sinto-me animado.

Houve momentos em que me faltou força para proteger alguém que estava às minhas costas. E esses momentos foram mais do q

que um ou dois.

“O que você precisa para alcançar o que deseja é força.”

Ele ouvira conselhos parecidos muitas vezes, e o próprio Encred chegara à mesma conclusão. Era por isso que ele brand

dia sua espada. Houve momentos em que atacou com todas as forças, mas nada pôde fazer.

Sim, houve tempos assim, em que ele era fraco e acabava derrotado, mas não agora.

Por isso, ver aquele homem dar um passo à frente o deixava animado.

O que aconteceria se as crenças daquele sujeito desmoronassem?

Eu não sabia o que era o Pé Vermelho, mas sabia que era algo comparável à Terra Santa.

E Zoraslav não havia dito algo antes de eu vir para cá?

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— Você deve ter cuidado com as pessoas chamadas de sacerdotes.

Bem, isso era tudo o que Zoraslav sabia. Ele era o sujeito que havia levado pessoas da aldeia várias vezes.

[?25h

— Você é um sacerdote?

Encred perguntou. O homem então ergueu suavemente os cantos da boca. Os cantos de sua boca subiram tanto que quase al

lcançaram os cantos dos seus olhos.

Era um sorriso anormal. Claramente diferente do de um humano.

Sim, você também não é um ser humano comum.

Se parece normal por fora, na verdade está ainda mais distante do que se considera normal.

Para começo de conversa, não haveria como alguém que vive no reino demoníaco com um castelo desses ser normal.

[?25h

— Achei que tudo estaria acabado assim que passássemos pela horda de Grumroot.

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O homem soltou uma risada abafada. Atrás dele, uma fuligem negra se ergueu e formou uma silhueta. Era uma sombra sem

 asas, mas dotada de músculos colossais. Mesmo sendo apenas uma projeção de fuligem escura, sua forma bruta era visível c

com clareza.

— Que bobagem. Marchante Burta Han...

As últimas palavras não foram dirigidas a Encred e seu grupo.

— Fechado.

A resposta veio de uma mulher chamada Majeongryung[1] no alto do pináculo. Ela guardou seu arco longo e disse:

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— Sobreviva. Eu matarei você.

Suas palavras foram direcionadas a Encred.

Ela sussurrava lá de cima, mas a fala do espírito foi ouvida com clareza. A árvore do pináculo era tão alta que exigia e

erguer a cabeça para olhar para cima.

— Não se preocupe. Eu vou proteger você.

Shinar tomou a palavra.

— Parece que estive cuidando de você durante todo o caminho até aqui.

Quando Encred virou a cabeça com uma expressão vazia e falou, Shinar sorriu de leve.

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— Então eu fiquei feliz.

Era uma declaração simples de afeto, então ele não tinha o que responder.

Aaaah…

Assim que o homem que se supunha ser um sacerdote terminou de falar, as muralhas começaram a lamentar novamente.


O coro dos espíritos cobertos de espinhos tornou-se mais alto e profundo do que antes.

Até mesmo para um cavaleiro seria difícil evitar a influência daquilo.

— Hum.

Lawford bufou. Aquele som estridente enviou calafrios dos seus ouvidos por todo o seu corpo.

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— Estão vindo.

As palavras de Sachsen. Mesmo sem ser muito sensível, não era difícil sentir a presença. Massas escuras se aproximava

am pela esquerda, direita e por trás das muralhas do castelo, rolando pelo chão como se estivessem caindo. Era um grupo d

de carniçais. A julgar por seus corpos completamente tingidos de preto, os carniçais do Reino Demoníaco tinham uma aparên

ncia distinta de qualquer outra.

— Podem gritar a noite inteira. Usarei seus gritos como canção de ninar.

O sacerdote estava curioso. Sim, vamos ver até quando eles aguentariam aquele frenesi. Fazia tempo que ele não se div

vertia.

Foi por isso que ele acrescentou as palavras.

Encred virou a cabeça para os lados e contemplou as muralhas, pensando.

O que deveriam fazer agora?

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Kaaaaaaah!

Enquanto isso, três aves negras grandes o suficiente para mutilar uma pessoa podiam ser vistas circulando no ar acima

a de suas cabeças.

Várias penas caíam de seus corpos.

Cada pena que caía era tão grande quanto metade do antebraço de Audin. Era uma besta demoníaca de tamanho considerável.

 Para ser exato, era uma besta demoníaca modificada, mas ninguém ali saberia dizer.

Encred tinha certeza de uma coisa ao olhar para aquelas bestas demoníacas.

“Se tivéssemos deixado este lugar, estaríamos todos mortos.”

No meio de tudo isso, ele pensou na aldeia dos corrompidos.

Ele já havia eliminado todos os monstros e pequenas colônias do lado de fora. Por causa disso, conseguira proteger uma a

aldeia dos corrompidos que haviam sido infectados por magia.

No entanto, havia tantos monstros lá dentro que era inútil dar importância a essa proteção.

Os carniçais se aproximavam, e suas aparências também eram incomuns.

Havia marcas de costura em seus pescoços. Suas bocas estavam costuradas e suas cabeças pareciam ter sido abertas e costu

uradas de volta. Estava claro que alguém havia feito experimentos com aqueles monstros.

Aquele que se moveu mais rápido ao ver os carniçais se aproximando foi Sachsen. Num instante, he surgiu por trás de um d

deles. Ele

em seguida, apunhalou seu pescoço com seu estilete e quebrou seu tornozelo com um chute.

Depois disso, desfez sua ocultação e recuou, deixando um rastro de pós-imagem. A longa linha formada pelos movimentos de

e Sachsen parecia se estender. Uma

massa amarelada e escura, semelhante a pus, inflou no pescoço do carniçal ferido. A bolha de pus cresceu mais do que a c

cabeça da criatura, depois atingiu o tamanho do seu próprio corpo antes de explodir.

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Ploc!

Pus escuro e amarelado espalhou-se para todos os lados com o barulho.

Sachsen sentiu um pressentimento sinistro no instante em que viu os carniçais com aquela aparência bizarra e tentou deci

ifrar seu método de ataque.

Sua ação fora certeira e eficaz. Agora ele sabia que eles morriam explodindo o próprio pus.

— O cheiro é horrível.

Enquanto Shinar falava, desembainhou a Espada de Folha de cerca de trinta centímetros. O aroma de flores e floresta e

exalou ao redor da lâmina, mas apenas isso não bastava para conter as hordas de carniçais cujos corpos explodiam.
[?25h

Ao serem atacados, eles espalhavam peste para todas as direções. O grupo conseguia resistir até certo ponto, mas o númer

ro de carniçais pestilentos era exagerado.

Hehehe.

Parecia que a risada daquele sujeito de antes ecoava de algum lugar.

Encred avistou um grupo de carniçais correndo em sua direção sobre quatro patas em vez de duas.

Eram muitos deles.



— Audin.

— Não é a minha vez, irmão.

— Ah, então Teresa?

— Sim.

A gigante mestiça deu um passo à frente com olhos calmos ao chamado de Encred.

Ela cravou seu escudo no chão. Depois, subiu no escudo posicionado, usando-o como uma plataforma pequena e estreita. Com

m isso, ela havia criado seu próprio pequeno palco.

* * *

Houve uma época em que o Conde Molsen comandava uma unidade de quimeras. Ele também tentou treinar cadetes até o níve

el de cavaleiros.

E se você rastrear a origem de todas essas pesquisas, acabará encontrando este homem.

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“Será que eles servirão de cobaias adequadas para os carniçais pestilentos?”

Parece que todos os canalhas do continente se reuniram, então farei pelo menos isso.

O sacerdote esvaziou o corpo do carniçal e purificou o espírito maligno que espalhou a peste dentro dele.

Isso era algo que só podia ser feito trabalhando em vários campos, como feitiços, feitiçaria e alquimia.

Além disso, ele enviou uma besta corvo modificada, e também havia cavaleiros em armaduras de cristal.

“Aguentem um pouco mais e me mostrem algo divertido.”

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O sacerdote torcia sinceramente por isso. Eles provavelmente aguentariam bem, não? Nesse caso, precisariam de tempo p

para amadurecer.

Com esse pensamento, he entrou em seu quarto para organizar suas pesquisas e ideias. À noite, os monstros ficavam ainda

 mais ativos.

Mesmo a luz solar dentro do Reino Demoníaco tornava-se cinzenta. Se não fosse pela Lua Vermelha, nem a luz lunar penetra

aria facilmente.

Era por isso que as noites no Reino Demoníaco eram de um breu absoluto. Em outras palavras, era o período em que os huma

anos lá fora mais sofreriam.

Depois de um longo tempo, ele estava prestes a se levantar, pensando em dar uma rápida olhada ao redor.

Ruuuuum.

Sentiu-se uma vibração. A ressonância não era pequena.

Kkaaa.

Ao mesmo tempo, o canto do castelo de espinheiros transformou-se em algo semelhante a um grito.

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Kugugugugung.

As vibrações ficaram mais fortes. Todo o castelo parecia tremer. E não era uma ilusão.

[1] - Majeongryung: Um espírito demoníaco ou espírito mágico.

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