
Capítulo 390
O Cavaleiro em Eterna Regressão
390. O Conde e Krang<[?25h/p>
Encrid sentiu o cheiro de sangue e um odor fraco dentro do Grande Salão.
Além disso, havia vestígios claros de luta.
Dava para perceber apenas olhando ao redor por um instante.
A rainha estava sentada no trono com a boca firmemente fechada.
Ruagarne, que estava de pé bem ao lado dela, teve o tornozelo decepado. Ainda assim, conseguia manter o equilíbrio e ficar de pé; sua armadura estava exposta e cheia de arranhões.
‘É o sinal de uma luta feroz.’
Houve uma batalha na qual Ruagarne perdeu o tornozelo.
Ainda assim, ele venceu.
O Marquês de Octo, sentado bem em frente aos os oito degraus baixos que levavam ao trono, usava vestes salpicadas com bastantes gotas de sangue.
Sua fisionomia estava mais abatida do que antes. Ele parecia não ter a menor intenção de esconder sua expressão sombria.
Como estava o ambiente ao redor?
Os corpos haviam sido removidos, mas manchas de sangue no chão e paredes rachadas ainda eram visíveis.
Também havia marcas de espada nos pilares pintados de branco que sustentavam o salão principal.
O que aquele odor forte me diz?
É o cheiro de um monstro.
Entre os cadáveres, viam-se vários monstros peludos. Eram lobisomens.
‘Não foi apenas o Visconde Bantra.’
Mesmo que não estivesse claro quem planejara aquilo, a intenção era óbvia.
Era uma conclusão baseada em intuição, razão e raciocínio.
‘Ao matar Krang, tentaram ocupar a capital e garantir a segurança da rainha.’
Ou será que tentaram até mesmo matar a rainha? Eu não conseguia discernir isso. De qualquer forma, todas as intenções do inimigo falharam. Krang sobreviveu. A rainha também parecia bem por fora.
O olhar de Encrid dirigiu-se para trás do trono. Vi um homem de pé atrás do mago.
Era um homem de mandíbula quadrada, cabelos grisalhos abaixo das orelhas e cabelos castanhos perfeitamente penteados para trás.
Ao olhar para sua boca fechada, dava para notar que era um homem reticente, do tipo que não diria uma única palavra por dia.
Na cintura, ele trazia uma espada com o pomo no formato da cabeça de uma besta solar, posicionado exatamente atrás da rainha.
Poder-se-ia dizer que era a posição mais adequada tanto para proteger quanto para ferir?
— Eu não sabia que realmente existia um Cavaleiro Guardião.
O homem mais inadequado para aquela posição abriu a boca. Era o Conde Molsen.
Ele passou a mão pelo cabelo, olhou de relance para Krang, Encrid e os outros, depois voltou o olhar para a rainha e
[39;120H disse.
Não, Encrid sentiu que o olhar dele pousou sobre si por apenas um instante.
Quando ele disse que fazia tempo que não se viam, não foi para Krang, mas para si mesmo.
[?25lParecia que Krang sequer existia para ele. Passava do mero desprezo; ele nem sequer olhava em sua direção.
[40;114H[?25h###TAG######TAG###— Creio que era algo que você não precisava saber.
Não havia ali nenhuma rainha que transmitisse uma sensação calorosa e confortável. Sua voz baixa e contida agora repr
[39;120Hresentava o humor da soberana.
Quando o mago ao lado dela tossiu repetidamente, as pontas das sobrancelhas da rainha se ergueram.
###TAG######TAG###— Você admite que suas intenções são impuras?
A rainha demonstrou raiva.
— Eu admito.
O conde continuou. Foi uma resposta curta, mas que[1Co fez sorrir. Ele continuava o mesmo. Confiante e forte. Como uma
[39;120H rocha inabalável.
A arrogância característica de quem acredita e faz o que quer se tornava sua arma. Parecia que o perfume que o conde
[39;120H havia borrifado estava se espalhando em meio ao cheiro sangrento e pungente.
Era o espírito de alguém que confiava plenamente em si mesmo.
###TAG######TAG###— Deixe-me perguntar uma coisa.
Como se não houvesse necessidade de resposta, o conde estendeu as mãos e continuou. Não deu tempo para a rainha respo
[39;120Honder.
— É verdade que isso aconteceu só porque alguns nobres se rebelaram? Olhe para o estado atual. A Ordem se dividiu int
[39;120Hternamente, e um Cavaleiro Guardião teve que intervir para proteger a Rainha. Você provavelmente sabe que há um ditado di
[39;120Hizendo que, se o cavaleiro guardião der um passo à frente, é sinal de que o país será arruinado, não sabe? E isso é tudo?
[39;120H? Olhe lá fora. Se alguém tivesse ateado fogo, o palácio já estaria reduzido a cinzas.
Parecia que ele estava sugerindo que poderia ter feito isso, mas preferiu não fazer.
###TAG######TAG###Aos olhos de Encrid, o corpo do conde parecia crescer cada vez mais.
— Isso é sofisma!
Um nobre gritou. Era a primeira vez que eu via aquele rosto. No entanto, o simples fato de estar ali significava que
[39;120H ele era um nobre de status bastante elevado. Sua voz era alta, mas ele parecia muito menor do que o conde.
Senti como se a minha percepção estivesse distorcida.
— Não descarte o que aconteceu na[1Crealidade como mero sofisma.
###TAG######TAG###Pelo contrário, a voz do conde era baixa, mas ele possuía uma presença que dominava o ambiente. A boca do nobre se ca
[39;120Halou imediatamente.
Ele sabia que, não importa o que dissesse ali, não conseguiria tirar vantagem. Era a intuição de um aristocrata que s
[39;120Hsobrevivera por muito tempo no mundo político.
— Humpf.
Em vez disso, ele bufou, mas o conde apenas se virou com uma atitude calma, desarmando o oponente.
###TAG######TAG###Não usara uma lâmina nem as próprias mãos, mas fora um golpe certeiro.
— O que você quer dizer com isso?
Desta vez, outro nobre deu um passo à frente. Era o Marquês de Weissar, um ancião que lembrava Marcus.
Pilar central, líder da Família Umji.
Seu cabelo grisalho estava perfeitamente penteado para trás com óleo de semente de flor, e nenhuma gota de sangue man
[39;120Hnchava suas vestes.
[40;120HIsso parecia sugerir que seu caminho, propósito e razão para vir aqui eram diferentes dos outros.
— Só quero perguntar por que isso aconteceu.
O conde respondeu.
— Qual é a razão?
O marquês perguntou novamente.
— Como você acha que seria se o rei tivesse poder?
Os cantos dos olhos e da boca do conde se curvaram suavemente. Ele disse isso com um sorriso.
###TAG######TAG###— Seu insolente! Como ousa insultar a família real!
O nobre de antes não aguentou mais e interveio. Olhando para seu cabelo castanho curto e seus olhos semicerrados, ele
[39;120He parecia bastante impaciente.
— Pare de se intrometer. Ou foi algo que seu mestre lhe ordenou fazer?
###TAG######TAG###As mãos do nobre tremeram com as palavras do conde. Ele trazia uma espada curta na cintura e parecia prestes a sacá-l
[39;120Hla a qualquer momento[?25l[?25l[?25l.
O conde disse isso e o ignorou. Ao lado dele, o Marquês de Octo fez um gesto para o nobre.
O nobre então se calou.
— E se você pudesse trazer o Lorde Cyprus para cá com apenas uma palavra?
###TAG######TAG###O conde não desfez o sorriso. Continuou perguntando.
— Você sabe o que acontecerá se esvaziar o sul?
Diante da pergunta do Marquês de Weissar, o Conde Molsen falou como se estivesse esperando por aquilo.
###TAG######TAG###— Isso importa?
— É a espada que protege o palácio real. Se isso não importa, então o que importa?
O Marquês de Octo interveio e perguntou.
O conde respondeu de maneira calma.
— O trono, o rei, o poder, a autoridade e, consequentemente, a força.
Seu significado era claro. Ele dizia que a prioridade era estabelecer o trono e obter poder.
— Quem dá ordens aos cavaleiros?
O conde falou como se fizesse um discurso. Ergueu a mão direita, com o punho cerrado, para o alto.
###TAG######TAG###— É o cavaleiro que eles elogiam como mestre? Ou é o rei? É isso ou o trono? Ou o quê?!
A voz cortou o ar como uma adaga. A rainha cerrou os dentes. Eu conseguia ver os músculos de sua mandíbula se contrai
[39;120Hindo.
— Será este o jogo de honra de que tanto gostam?
###TAG######TAG###O que vem primeiro?
O trono. O rei. O poder. A força. A prioridade era reunir poder e aumentar a própria força.
De que serve um trono se você não tem o poder para realizar o que deseja?
— Por favor, entregue o trono, Rainha. Esse é o caminho para salvar este país.
###TAG######TAG###O conde cruzou a linha. Ele a ultrapassou. Ainda assim, não pareceu hesitante. Suas palavras tinham o poder de fazê-l
[39;120Hlas parecer a mais pura verdade.
Parecia que ele falava sobre uma forma de salvar a nação ao propagar a opinião correta.
O Marquês de Weissar impôs um obstáculo diante de suas palavras, mantendo uma expressão e um tom calmos que não condi
[39;120Hiziam com aquele lugar.
###TAG######TAG###— O que mudará se você se tornar rei?
— Nada muda.
— O quê?
O Marquês de Octo, com semblante sombrio, continuou a questionar.
— Vou concentrar o poder e aumentar a força do trono. E quanto àqueles que se intrometem? O território perdido? Depoi
[39;120His de alguns anos, tudo será repelido, e não bastará simplesmente recuperar o território?
Era a determinação de seguir um caminho diferente do atual. O que ele queria dizer era que, após consolidar suas base
[39;120Hes internas, recomeçaria com a força acumulada.
###TAG######TAG###— Com o quê?
— Eu sou um mago. E meu território possui uma força comparável à da Ordem dos Cavaleiros.
Desta vez foi uma ameaça clara. Até mesmo Encrid, que apenas observava, sentiu isso.
Vocês têm alguma força? Eu tenho. Era exatamente isso.
Os marqueses ficaram sem palavras. A rainha também não estava em situação diferente.
###TAG######TAG###— Rainha, por quanto tempo acha que seu cavaleiro guardião a protegerá? Isso parece óbvio. Se tem tanta confiança, te
[39;120Hente. Mostrarei a você o poder de quem nasceu e cresceu nas terras de Molsen, que vocês chamam de fronteira.
Seria mais apropriado usar a palavra arrogância agora.
Apesar de ter fracassado, o conde não implorou por perdão nem agiu de forma insidiosa nos bastidores.
###TAG######TAG###Ele se manteve ereto e falou com franqueza.
Um avanço direto. Ele estava confiante de que poderia tomar tudo pela força.
— Tragam os cavaleiros. Farei todos se ajoelharem e os matarei, e então eu mesmo declararei que este reino é meu.
[40;120HMatar todos os cavaleiros? Isso parecia ridículo. Mas parecia possível de realizar. As palavras do conde tinham poder
[39;120Hr.
As palavras do conde oprimiam a multidão, subjugando-a. Dava a impressão de que todos teriam que se ajoelhar.
[40;117H[?25hÉ claro que Encrid não faria isso.
O mesmo valia para o Marquês de Octo e o Marquês de Weissar. No entanto, os poucos nobres restantes pareciam tremer.
[39;120H A disputa havia terminado. Parecia que a vitória seria do conde.
— É magia.
Enquanto eu observava a cena, ouvi uma voz sussurrando ao meu lado.
###TAG###Quando notei, Esther estava bem ao meu lado.
— Eu estava me perguntando que tipo de truque ele estava usando.
Ela disse, e Encrid apenas olhou para frente em vez de responder.
###TAG###<[39;120H###TAG###
Era magia, o que significava que o conde ali havia feito algum truque.
Devo decepá-lo? Ele já não é alguém de quem eu não gosto?
Ragna perguntou por trás, como se tivesse lido sua mente:
###TAG######TAG###— Você viu?
Ainda seria possível? Após pensar por um momento, Krang ergueu a mão. Ele exibia um sorriso radiante. A calmaria do M
[39;120HMarquês de Weissar não combinava com ele, mas aquilo ia além de ser inadequado, fazendo-o parecer um louco.
E quanto às palavras e títulos ditos ali?
— Tenho uma pergunta, mestre.
Seu rosto parecia mais feliz do que nunca. Aquele título era uma forma de zombar do oponente. Significava que ele est
[39;120Htava determinado a se manifestar.
Aquele título de deboche tornou impossível para o conde ignorá-lo.
[39;120H>
O conde olhou diretamente para a rainha e disse:
— Você está me enfrentando confiando em uma criança imatura como essa? Um moleque sem força ou qualquer outra coisa?###TAG###<
[39;120H
###TAG###Krang não era uma criança. Ele também tinha uma barba considerável. Mas, quando o conde falou aquilo, fez parecer que
[39;120He sim.
Krang ignorou, não importava como o outro o chamasse.
Sua atitude mostrava que não era da conta dele. Tratava-se de um desprezo revigorante.
— Se mandarmos embora os cavaleiros e os derrotarmos, expandiremos nosso território no sul de Lihinstätten, mas e qua
[39;120Hanto aos demônios de lá? Claro que isso vai acontecer, mas não seremos capazes de detê-los.
###TAG######TAG###Krang pisou no tabuleiro que o conde havia montado. Ele entrou no jogo. Disse que não importava. Continuava sorrindo,
[39;120H, um sorriso sutil.
— E então?
O conde perguntou de volta. Só então encarou Krang.
— Então acho que muitas pessoas vão morrer, mas perder a terra não é o fim. À medida que o território for perdido e a
[39;120Has pessoas forem expulsas, inúmeros moradores da fronteira morrerão. E acaba aí? Se perdermos pessoas e terras, os mercad
[39;120Hdores também diminuirão sua circulação. O que você acha que acontece se os mercadores circularem menos? Menos moedas de o
[39;120Houro circularão. Assim, as finanças do país podem entrar em colapso por um tempo. Ah, se você estiver nadando em moedas d
[39;120Hde ouro, provavelmente acredita que tudo isso pode ser resolvido com o próprio dinheiro do conde, não é? Mas não importa
[39;120H quanto poder você tenha, conde, você provavelmente não conseguirá deter Lihinstätten ou o próprio Rei Demônio do sul soz
[39;120Hzinho, certo?
[40;115H[?25hO conde olhou para o filhote atrevido que pisava em seu tabuleiro. Era um olhar de desdém, sugerindo que eram insigni
[39;120Hificantes. Ele rebateu a lança atirada por Krang.
— O sacrifício é indispensável. Se for necessário, eu simplesmente o faço.
— Por quê?
— Então como podemos avançar sem sacrifícios?
Krang estendeu as mãos.
— É possível fazer ambos.
— Ambos?
— Não farei sacrifício algum. E podemos fortalecer a família real e consolidar sua estabilidade interna.
###TAG######TAG###— Isso é sofisma.
— Não descarte o que acontecerá no futuro como mero sofisma.
— Sua única arma é vangloriar-se de conseguir fazer o impossível.
— Não é verdade. Minha arma está do outro lado.
###TAG######TAG###— Gostaria de ver.
— Eu sou muito bom em pedir favores.
— Favores?
— Por exemplo, se eu pedir para cortar sua cabeça agora mesmo, haverá alguém que fará isso.
— Tente.
Krang olhou para o conde com um rosto risonho. Ele parecia estar diante de um amigo íntimo.
— Você quer morrer?
— Você não pode me matar.
Ele estava afirmando com convicção.
Encrid, que ouvira toda a conversa, estava pronto para agir a qualquer momento.
###TAG######TAG###— Posso lhe pedir um favor, Enki?
Krang disse. Vi seus olhos se voltarem para mim. Havia uma mistura de diversão e fervor em suas pupilas azuis.
[40;118H[?25hPoderia soar como uma declaração casual. Senti que não deveria dar um passo à frente.
Porque todos estavam intimidados pela aura demonstrada pelo conde e por Krang.
###TAG######TAG###Além disso, nem mesmo Ragna conseguia avançar com a mesma facilidade de antes.
Enquanto isso, Encrid deu um passo à frente.
— Claro.
Ele também proferiu as palavras, misturando-se naturalmente à atmosfera.
A atmosfera distorceu-se de forma estranha. Uma espada chamada Encrid surgiu no tabuleiro montado por Krang.
###TAG######TAG###— Como esperado, ele é um amigo ganancioso.
Disse o Conde Molsen, olhando para Encrid.
— Ele não é amigo do conde, é meu amigo. Não é?
Krang respondeu.
— Alie-se a mim agora. Basta olhar para a situação para saber. Até uma criança de sete anos sabe que deve ficar do la
[39;120Hado vencedor.
O conde falou sem hesitar, fixando os olhos em Encrid.
###TAG######TAG###Parecia que quem conquistasse a lealdade de Encrid seria o vencedor.
Encrid deu um passo largo à frente. Ele se posicionou ao lado de Krang, segurou seu pulso e o ergueu.
— Vitória.
Foi uma declaração clara.
— Sabia.
Krang sorriu e assentiu.
O conde, assistindo àquilo, riu.
— Muito bem! Ótimo. Essa também é a sua escolha, Rainha?
###TAG######TAG###— Não tenho nada a dizer a traidores.
Só então a rainha respondeu.
Disse o conde, encarando Krang com fúria.
— Você disse que fortaleceria a estabilidade interna sem convocar os cavaleiros? Então terá que bloquear as flechas q
[39;120Hque disparei agora mesmo. Sem essa orgulhosa cavalaria.
— Está preocupado? Obrigado. Derrotarei as suas forças sem precisar dos cavaleiros.
Krang provocou o oponente. O conde não pareceu abalado. Em vez disso, fumaça branca começou a vazar de seu corpo acom
[39;120Hmpanhada por um som de estalo.
###TAG######TAG###— Para começo de conversa, não era o corpo real dele.
Esther falou com Encrid, mas todos ouviram.
— Ah, eu já enviei parte das minhas tropas para a Guarda da Fronteira. Quando um belo incêndio irromper naquela cidad
[39;120Hde, você mudará de ideia.
Disse o conde, cujo corpo murchou à medida que a fumaça se dissipava.
###TAG######TAG###— Nos vemos em breve.
Talvez prevendo que seria a última vez, com essas palavras, o corpo do conde desabou.
Encrid olhou para o rosto da pessoa caída. Não era um rosto familiar. Mas Krang o reconheceu.
— Visconde Mernes.
Não se sabia por onde andara, e ele acabou terminando sua vida ali como o mensageiro do conde.
###TAG######TAG###Krang suspirou.
Depois disso, os dois marqueses o observaram. Não, os dois marqueses olharam inclusive para Encrid.
— E agora, Vossa Majestade. Eu mantive minha promessa.
Naquela situação, Krang falou.
Seu tom de voz continuava o mesmo. Era alegre.
— No momento, todas as facções nobres foram eliminadas, restando apenas eu.
###TAG######TAG###Ele imediatamente trouxe à tona a promessa feita à rainha. Isso porque ela não tinha tempo para organizar a situação
[39;120H calmamente. Fantasia,