A Protagonista Feminina Realmente Te Ama

Capítulo 384

A Protagonista Feminina Realmente Te Ama

Ele era como um diabo.

Mas o tipo de diabo que você ama e odeia ao mesmo tempo, aquele que pode fazer você se sentir viva e morta ao mesmo tempo.

As pessoas sempre diziam que esse garoto era um bastardo, mas se você realmente tivesse que apontar o que havia de errado com ele, parecia que a única coisa que você poderia dizer era que ele não era fiel, que era um mulherengo.

Mas ele nunca fazia o tipo de coisa de começar algo e depois te abandonar. Ele não mentia para você, não pegava seu dinheiro e não escondia muito de você. Ele era apenas um canalha, pura e simplesmente.

De muitas maneiras, ele podia até lhe proporcionar experiências únicas. Basta olhar para aquele rosto lindo, aquele corpo perfeito banhado em água morna, e você poderia encontrar um prazer supremo.

O que poderia ser mais cativante do que a beleza visual direta?

É o tipo de homem de meia-idade, pobre e cheio de ressentimento, implorando a você: "Eu vou te fazer feliz"?

Mas também não se podia dizer que Sam era uma boa pessoa.

Porque... que boa pessoa invadiria o banho de uma mulher, pelado?

E as ações de Sam eram muito decisivas, suas intenções claras.

Ele imediatamente virou o corpo de Alice, bem na frente da pia.

Alice só pôde se curvar em humilhação, exibindo suas curvas mais atraentes sob o controle de Sam.

Nenhum homem poderia recusar, Sam tinha certeza disso.

Essa posição só fazia Alice se sentir mais envergonhada. O que era ainda mais difícil de aceitar era... havia um espelho acima da pia. Se ela levantasse levemente a cabeça, podia se ver no espelho.

O olhar atordoado em seus olhos, o rubor em suas bochechas, tudo parecia arrancar sua fachada, deixando seu desejo sexual exposto.

Sem mencionar o garoto parado atrás dela, segurando sua cintura.

O pau de Sam estava constantemente entrando e saindo da abertura vaginal de Alice, e seu corpo só podia balançar passivamente com seus movimentos.

Essa cena no espelho...

Se vendo assim... Alice sentiu que estava ficando louca. A vergonha era avassaladora.

No entanto, sob tais sensações, ela se tornou mais sensível. Cada toque do pau de Sam contra sua vagina provocava uma reação clara.

A respiração de Sam ficou mais pesada. Isso era algo que ele queria fazer desde que entrou no banheiro. Ele estava se preparando para este momento.

Honestamente, não se tratava de pisotear a dignidade desta mulher ou de se entregar a algum fetiche estranho.

Era puramente... por prazer.

Ele baixou a voz, ouvindo o som da água respingando no chão, e disse suavemente:

"Deixe comigo. Vou tornar esta noite perfeita e inesquecível."

"Garoto mau..."

"É assim que você torna inesquecível?"

"Tudo bem."

Alice teve que admitir que era realmente inesquecível.

À medida que os movimentos de Sam aceleravam, as sensações de Alice tornavam-se mais pronunciadas. Observar suas expressões mudando no espelho parecia testemunhar uma boa pessoa caindo na depravação.

Quanto mais honesto era, mais levava a uma queda irreversível.

"Terrível."

As sensações eram tão maravilhosas que Alice mal conseguia ficar de pé.

Felizmente, desta vez não foi tão longo quanto a sessão na sala de estar.

Sam a deixou escapar, preocupado que o sexo prolongado a exaurisse demais.

A estimulação era intensa, apenas o ângulo e tudo visível no espelho eram o suficiente para levar alguém à loucura.

Depois de dar a Alice um gostinho da loucura infernal, Sam a proporcionou um prazer semelhante ao do Éden.

Ele não apenas ajudou a limpar sua vagina, mas também a secou e carregou Alice, completamente mole, para o quarto.

Ele secou seu cabelo e então eles se abraçaram na cama macia.

Quando se cobriram com o cobertor, com a pele quente se tocando, Alice finalmente sentiu o mundo se acalmar.

A loucura da tempestade era irresistível, mas o calor que restava era ainda mais viciante.

As mulheres... sempre encontram uma sensação de segurança em momentos como este.

Não apenas loucura e novidade, mas também calor.

"Professora Alice, você não vai me dar mais uma bronca?"

Sam perguntou com um sorriso.

Alice mal conseguiu revirar os olhos. Era difícil xingar esse garoto por todas as suas ações anteriores agora.

O comportamento ligeiramente forçado e o constante chamá-la de "professora" para aprofundar sua vergonha.

Ela só pôde suspirar impotente.

"Existe algum sentido em te dar uma bronca agora?"

"Talvez não, mas... não é verdade que você aproveitou os orgasmos, então está se segurando?"

As bochechas de Alice coraram.

"Não aproveitei, pare de falar bobagem."

"Sim, sim, estou falando bobagem."

Ouvindo suas palavras ligeiramente carinhosas, Alice sentiu como se Sam estivesse mimando uma criança.

"Por que?"

Ela era sua professora, como ele podia agir como um adulto na frente dela?

Mas, instintivamente, ela se aproximou dele, ajustando-se para a posição mais confortável no abraço quente e confiável dele.

O que poderia proporcionar mais segurança do que o abraço dele?

Nem mesmo a Arca de Noé poderia se comparar.

Alice semicerrou os olhos levemente, um pensamento cruzando sua mente que todas as mulheres têm em momentos como este.

"Se ao menos pudesse ser sempre assim."

E naquele momento, Alice ouviu a voz calma e gentil de Sam.

"Há algo que você queria dizer hoje, mas não disse?"

Alice percebeu imediatamente sobre o que ele estava perguntando.

Não era nada mais do que o assunto que ela hesitou em abordar enquanto estavam fora.

Seu coração se aqueceu, surpresa por esse garoto se lembrar de um detalhe tão pequeno, não consumido pela luxúria anterior.

Parecia mostrar que ele não estava atrás apenas do corpo dela.

Ela sussurrou:

"Nada."

Sam sorriu.

"Você deve saber, dar dicas mas não dizer nada é o mais irritante. Você quer que eu fique preocupado e sem dormir a noite toda?"

Alice riu, "Você perderia o sono?"

Mas logo, Alice suspirou e disse suavemente:

"Não é nada, sério. Meus pais ligaram hoje e disseram algumas coisas."

"Eles disseram que você já tem 26 anos e deveria considerar casamento e filhos, ou eles arranjaram diretamente um parceiro de casamento adequado?"

Sam perguntou com um sorriso.

Alice franziu a testa, "Como você adivinhou isso?"

Sam piscou, "O que mais poderia te preocupar por tanto tempo? A maioria das mulheres da sua idade se preocupa com essas coisas, certo?"

"Se você acha que sou velha, é só ir embora."

Ela disse, não percebendo que seu tom soava como se estivesse fazendo biquinho.

Sam abraçou a mulher que havia perdido um pouco de sua segurança, tornando o calor ainda mais intenso.

"Eu sempre achei que você era a melhor. Nunca me importei com números, assim como não me importo com dinheiro."

"Palavras bonitas..."

Ela bufou.

Sam sorriu, olhando nos olhos dela.

"O que realmente me incomoda é que, mesmo nesta era, as pessoas ainda acham que casamento e filhos são necessários. Elas pensam que não ser casada em uma certa idade é vergonhoso. Isso não está certo."

O coração de Alice foi tocado. Ela não pôde deixar de olhar para seus olhos que pareciam falar.

Eles sempre pareciam tão lindos, tão cheios de afeto.

Não é à toa que ele era um mulherengo natural.

Com olhos tão naturalmente cativantes... como ele poderia não causar problemas?

"Eu não me importo com o que eles dizem. Eu disse que não deixaria mais que controlassem minha vida..."

"Mas há um porém, certo?"

Sam perguntou calmamente.

Alice olhou para ele.

"Sam... você realmente não sabe por que estou tão em conflito, ao mesmo tempo feliz e triste?"

Sam encarou seus olhos, sem responder.

Alice mordeu o lábio, seus olhos mostrando uma mistura de emoções, como se algo estivesse pressionando-a, incapaz de falar, mas querendo desesperadamente.

Naquele momento, Sam falou.

"Não importa o que você pense, eu vou te apoiar."

Alice não pôde deixar de abraçar seu braço com mais força, sua voz tremendo.

"Tenho medo de que, enquanto estou imersa em estar com você, não consiga enfrentar o fato de que não posso te ter só para mim."

Era como ver o desespero, mas não ter saída, um apelo final.

Quanto mais ela percebia o quão único e raro esse garoto era.

Mais ela tinha que enfrentar o fato de que não podia tê-lo só para si.

Especialmente com uma garota como Angel, qualquer um a veria como sua melhor escolha, sem dúvida.

A idade certa, o melhor histórico familiar, linda e elegante, que homem poderia recusar?

E Alice, apenas uma professora, por quanto tempo ela poderia segurar o coração dele?

Até Sophie parecia tão jovem e bonita, de pé com ele como o romance perfeito do ensino médio.

Sam sabia que precisava confortar Alice.

Mas ele não usou palavras gentis ou platitudes vazias.

Em vez disso, ele olhou nos olhos dela e perguntou:

"Você prefere deixar meu mundo, sabendo que não pode me esquecer, ainda ansiando pelo meu futuro?"

Suas perguntas sempre deixavam as pessoas sem palavras.

Ela se sentiu envergonhada e aliviada ao mesmo tempo.

Pelo menos... ele não aproveitou esta oportunidade para afastá-la.

"Mas..."

"Mas o futuro que vejo... você quer que eu aceite uma versão de mim mesma que não consigo aceitar?"

Sam sorriu.

Não gentilmente, não para confortá-la.

Mas para lhe dizer uma dura verdade.

Ele acariciou suavemente seu belo rosto, depois deslizou a mão para o pescoço claro dela.

"Eu sei que você pode não aceitar, mas... eu tenho que fazer você aceitar."

"Por que?"

Ela estava completamente insatisfeita.

Sam sorriu, sua mão descendo para o seio dela.

"Porque só então, nós não seremos separados."

"E se eu não aceitar?"

Ela levantou a cabeça teimosamente, olhando para Sam desafiadoramente.

"Então eu só vou ter que me esforçar mais."

Sua outra mão ficou inquieta, começando a acariciar seu clitóris.

À medida que os movimentos de Sam continuavam, as bochechas de Alice ficaram vermelhas, sua respiração pesada.

"É assim que você tenta? É tudo o que você pode fazer?"

"Como é divertido."

Alice não conseguia encontrar uma maneira de se convencer, então ela deixou Sam sugerir?

Sam começou a liberar sua agressividade sem disfarces.

"Isso é apenas parte do meu esforço. Haverá mais, mas agora, eu quero te fazer feliz."

"Eu não estou feliz! Eu não quero isso... garoto mau, eu não descansei o suficiente!"

"Não, você descansou o suficiente."

Sam não estava mais deitado.

Ele olhou para Alice.

Vendo esta mulher, que deveria ser sua professora, agora mais indefesa do que uma aluna.

"Aluna má..."

Ela murmurou, fraca e impotente.

Sam sorriu, segurando sua panturrilha.

"Eu sou um aluno mau, Professora Alice. Já que você sabe disso, por que não se render mais cedo?"

Alice olhou para ele desafiadoramente.

"Eu não vou me render. Eu não vou aceitar. Talvez um dia eu desapareça e me case com outro homem..."

Claro, Alice ainda podia dizer teimosamente tais coisas agora.

"Mas..."

Provavelmente levou menos de vinte minutos.

Os lençóis estavam encharcados com os fluidos de Alice, sua garganta quase rouca.

Nesse ponto, a respiração pesada de Sam era acompanhada por questionamentos constantes.

"Ainda planejando desaparecer de mim, hein?"

"Ainda planejando se casar com outro homem, hein?"

"Não aceitando, não se rendendo, você é tão durona, hein?"

"Desaparecer, casar, hein?"

"Ainda planejando desaparecer, ainda planejando se casar com outra pessoa! Fale! Alice, fale!"

Alice ainda conseguia falar?

Ela só conseguia administrar respirações rápidas.

Sua vagina parecia que estava sendo fodida até em pedaços!

"Vá com calma, seu garoto mau!"

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