A Protagonista Feminina Realmente Te Ama

Capítulo 356

A Protagonista Feminina Realmente Te Ama

No quarto pouco iluminado, parecia que todos os segredos podiam ser escondidos.

Sam olhou em volta do quarto sem luz. Na escuridão, ele levantou o queixo de Zoe e olhou nos olhos dela.

"Por que não acendemos as luzes?"

Zoe olhou para o jovem, incapaz de esconder sua expectativa. Ela aguardava ansiosamente a chegada de Sam, esperando uma energia diferente dele hoje... desejando que ele a fodesse com força.

"Porque... não é mais seguro com as luzes apagadas?" disse Zoe com um sorriso charmoso.

Sam riu da postura claramente animada dela.

"Você só acha que é mais emocionante assim, não é?"

Pega de surpresa por sua franqueza, Zoe sentiu ainda mais agudamente que Sam estava diferente agora; ele parecia estar se livrando de seus pretextos em seus momentos de intimidade.

"Você gosta?" ela perguntou.

"Pá!"

Sam deu um tapa na bunda de Zoe. Não foi algo avassalador, mas foi o suficiente para enviar ondas através dela, despertando emoções e literalmente fazendo suas nádegas tremerem. Foi bom, como se aquele tapa pudesse transformar o estresse de um homem em impulso.

"Umm~~~"

Zoe, sendo uma mulher inteligente, sabia melhor do que questionar o que seu homem preferido estava fazendo. Se ela tivesse se virado e perguntado o que ele estava aprontando, teria sido tolice.

Então, o movimento certo era...

Zoe gemeu suavemente, virando a cabeça timidamente para olhar para Sam com um bater de cílios.

"O que você está fazendo~~"

Se este fosse um mundo de fantasia, Zoe definitivamente seria uma súcubo nata.

Ela era simplesmente um gênio em lidar com homens.

"Não está frio aqui? Vamos para o seu quarto."

Sam caminhou em direção ao quarto, mas Zoe parou, com as bochechas coradas enquanto estendia sua mão esguia.

"Hmm?"

Sam sorriu, curioso sobre o que ela queria fazer.

"Pegue minha mão..."

Sam estreitou os olhos para ela.

"Você não pode andar sozinha?"

Ela não ofereceu uma explicação longa, apenas uma razão que parecia absurda, mas inegavelmente convincente.

"Estou com frio..."

Sam pegou a mão macia de Zoe, e eles caminharam juntos para o quarto. A expressão de Zoe era visivelmente sedutora ao extremo, como se ela pudesse derreter ali mesmo. Esse limite constante de razão era fascinante.

Por que as pessoas amam esportes radicais? Porque, no limite entre a vida e a morte, perto da morte, sente-se mais vivo.

Embora não seja um esporte radical, este momento era certamente um desafio aos limites racionais de alguém.

Uma vez no quarto, Sam sentou-se casualmente na cama dela. Só então ele notou Zoe em pé diante dele naquele irresistível suéter de gola alta sem mangas que revelava sua bela curva das costas e um toque da linha sedutora de suas nádegas. Ela parecia um pouco nervosa, como uma jovem tímida.

Sam olhou para Zoe.

"Por que você está parada aí? Não vai vir sentar?"

Zoe olhou para o jovem.

"Posso sentar?"

No início, parecia absurdo — afinal, era a casa dela, e o relacionamento deles era tal que as formalidades pareciam desnecessárias. Mas vendo sua expressão, Sam rapidamente captou uma possibilidade...

Então, você gosta desse tipo de brincadeira? Jogar esse jogo comigo?

Sam entendeu imediatamente. Ele não tinha objeções; na verdade, estava bastante disposto a tentar.

Então, ele pegou um travesseiro e o jogou no chão.

Ele não falou, mas sorriu para a mulher muito tentadora.

Meu Deus, um suéter de gola alta sem costas e meias pretas. Quem não ficaria confuso?

Mas Sam ainda não estava totalmente envolvido; seu olhar era claro. Ele estava testando até onde ela estava disposta a ir com esse jogo.

Mas, como se viu, algumas pessoas continuamente empurram seus limites.

A vida constantemente destrói seus padrões, mas eleva seus limiares.

Porque Zoe se ajoelhou, ela moveu o travesseiro cuidadosamente colocado para o lado e sentou-se de joelhos bem na frente de Sam.

Sam não pôde deixar de olhar para ela.

"Você está ajoelhada no chão... Seus joelhos não estão doendo, e o chão não está frio?"

Zoe colocou as mãos nas coxas, lembrando uma mulher japonesa.

Ela deu a Sam a impressão de que ele era um convidado distinto, e ela era a anfitriã dedicada a garantir seu prazer.

A disparidade de status muitas vezes acrescenta mais à experiência.

Isso aumenta os sentidos de alguém infinitamente.

Zoe sorriu.

"Isso não é mais divertido?"

Sam inclinou-se ligeiramente para a frente, então olhou para ela, agora parecendo especialmente humilhada, mas excitada em seus olhos, ocasionalmente até torcendo a cintura como se estivesse ansiosa para que Sam a fodesse.

Ele levantou o queixo dela, sua pele macia e delicada, e olhou nos olhos dela.

"Você realmente gosta disso?"

Zoe olhou de volta, não de forma brincalhona, mas com um olhar um tanto frio, intensificando a sensação.

Especialmente a maneira como ela olhava para ele, como se ele fosse um objeto, a fazia desejá-lo ainda mais.

Naquele momento, ela não precisava de tratamento gentil, delicado ou apaixonado; ela precisava disso.

Mesmo... tornar-se seu brinquedo sexual seria ótimo...

Zoe sussurrou suavemente.

"Essa não é uma boa oportunidade para você me conquistar?"

Sam olhou nos olhos dela com um rosto indiferente, então inconscientemente deslizou o polegar.

Através de sua bochecha, então sobre seus lábios macios. O toque era agradável.

Sam soltou, e no olhar ondulante de Zoe, ele colocou as mãos levemente atrás dele e olhou para ela com um olhar muito frio, quase indiferente.

Sam não falou. Ele se levantou, espalhando as pernas ligeiramente separadas.

Esta cena, aos olhos de Zoe, foi extraordinária. Ela agora percebeu o que realmente a fascinava.

Sim... exatamente assim.

Zoe, excitada, moveu... não, eram seus joelhos, aproximando-se das pernas de Sam.

Sam viu a parede oposta; sua visão agora incluía apenas o topo da cabeça dela.

Zoe desabotoou o cinto de Sam, então puxou suas calças para baixo.

Suas ações não foram contestadas por Sam.

Em vez disso, ele começou a pensar.

Mas Sam rapidamente percebeu: nunca traga simpatia desnecessária para tal atmosfera.

Porque, simplesmente, agora, neste momento, este era o mundo privado deles.

Neste mundo, não havia necessidade de aderir a quaisquer leis, morais ou até mesmo normas éticas.

A única necessidade era desempenhar o papel de alguém de todo o coração.

Essa era a única maneira de alcançar o que ambos precisavam.

Plic-ploc—

Plic-ploc—

A chuva batia contra a janela.

Sam olhou para cima, sua palma descansando no cabelo preto.

Não acariciando, mas pressionando.

"Está chovendo."

Sua voz estava rouca, como se estivesse suportando algo, mas saboreando algo.

E as palavras de Zoe eram hesitantes porque sua boca estava completamente cheia pelo pênis de Sam.

"...Sim... mmm."

Não apenas Zoe conseguiu o que queria, mas Sam também ganhou uma nova experiência neste encontro.

Parecia ser o resultado de conquista e dominação.

Mesmo que isso pudesse ser apenas um jogo, talvez de volta à realidade, ele ainda fosse um estudante aproveitando sua juventude.

Mas tudo bem...

Algumas coisas mudam imperceptivelmente.

O que Zoe precisava?

Para Sam exibir totalmente sua dominância geralmente contida na frente dela, e seu... sêmen.

Ele apenas olhou para baixo para ver Zoe olhando para cima para ele, sua boca aberta, exibindo sua captura.

Cheia, toda de sêmen branco espesso.

Quase derramando dos cantos da sua boca.

Sam acenou com a cabeça em satisfação.

"Vá se limpar primeiro, depois continuaremos."

"Gurg... ok~"

Zoe era excessivamente obediente neste momento.

Ela tinha se imerso totalmente neste papel, esquecendo as diferenças reais em suas identidades e a diferença de idade.

Ela apenas sabia o que fazer, sabia que precisava continuar fazendo para experimentar sensações que nunca tinha tido antes.

O que havia para temer?

A vida não é sobre buscar prazer, sobre constantemente explorar coisas novas e excitantes? Caso contrário, não seria muito entediante?

Zoe engoliu todo o sêmen, então foi ao banheiro escovar os dentes.

Quando ela voltou, Sam cumpriu sua promessa, dando-lhe a recompensa que ela merecia.

Ele fez Zoe deitar sobre suas pernas, curvando-se, suas nádegas orgulhosas arqueadas.

Olhando para suas costas lisas e as nádegas envoltas em meia-calça preta.

O prazer visual era intensamente forte.

"Pronta?" Sam perguntou com uma voz fria.

Aquela voz! Aquela voz indiferente!! Os olhos de Zoe quase derreteram em névoa.

Sam apoiou seu pau com a mão, apontou para a abertura vaginal de Zoe e investiu para frente com força!

"Ah... vá mais devagar, insira devagar, dói!"

"Se dói, suporte. Não grite."

"Eu... mmm!!"

Zoe de fato parou de gritar, suportando e se contendo, mas isso resultou em seus olhos ficando nublados, até mesmo lágrimas escorrendo pelos cantos.

Sua boca parecia um tanto incontrolável, a mulher cobrindo seus lábios, sob tal resistência, experimentando outro tipo de estimulação contida.

Sam não esperava por isso.

Zoe não estava fingindo; ela genuinamente gostava desse tipo de experiência sexual, e muito.

A chuva ficou mais forte, batendo contra a janela.

Os movimentos de Sam também ficaram mais intensos, investindo poderosamente, levando Zoe a um clímax após o outro.

A voz inicialmente contida de Zoe acabou se tornando difícil de controlar.

Claro, naquele momento, Sam esticava seus braços fortes por trás dela e cobria seus lábios.

Baixando a voz, ele disse roucamente.

"Tente gritar de novo? Veja se eu não te fodo ainda mais forte?"

Essa imersão no clímax, mas sem permissão para fazer qualquer som de gemido...

Zoe sentiu que poderia realmente morrer.

Ela não pôde deixar de revirar os olhos; ela apenas sabia que essa sensação era sem precedentes.

Aquela sensação de ser restringida em tudo, apenas capaz de desfrutar de sexo dentro das regras de Sam...

Era tentador demais.

Zoe não era uma mulher particularmente fraca em sua vida diária.

Mas agora.

Ela só podia arquear as costas, suportando o impacto do pau grande de Sam.

Como rochas macias, destinadas a resistir às ondas quebrando...

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