
Capítulo 197
A Protagonista Feminina Realmente Te Ama
"Soc! Soc! Soc!"
Sam tinha acabado de chegar ao escritório e nem sequer tinha dito uma palavra quando Alice começou a atacá-lo fisicamente.
O próprio Sam não esperava que ela descontasse sua raiva de forma tão direta e violenta. Foi simples e grosseiro demais.
Talvez essa fosse a verdadeira natureza da humanidade—às vezes, as palavras simplesmente não conseguiam expressar os sentimentos.
Sam não revidou.
Depois que Alice finalmente pareceu um pouco cansada e voltou para sua cadeira, cessando o desabafo nele, Sam olhou para as marcas em seu corpo. Esses ferimentos leves não eram nada para alguém com habilidades de Auto-Cura como Sam.
Pelo menos isso mostrava que Alice ainda tinha algum controle quando se tratava de Sam.
"Terminamos?"
Sam olhou para a professora que, apesar de um pouco suada, não perdeu nada de sua beleza e encanto.
Alice lançou um olhar frio para Sam.
"Você é feito para apanhar?"
Sam riu.
"Claro, um saco de pancadas especialmente preparado para a Professora Alice, de alta qualidade e que não vai machucar suas mãos."
"Corta essa conversa fiada. Você dormiu com a Angel ontem à noite?"
Sam deu de ombros.
"Você já sabe?"
Alice olhou para Sam com um sorriso frio.
"Sua foto de perfil nas redes sociais mudou. Como eu não saberia?"
Sam não tinha nada a esconder.
"Sim... ela me pediu para mudar. Você sabe, há muitas coisas às quais não consigo resistir quando se trata dela."
"Mas você parece bem capaz de me provocar."
Alice respirava um pouco pesadamente, seu peito subindo e descendo dramaticamente.
"Como assim... Você deveria saber, Professora Alice, que para alguém como eu, é normal ter um pequeno deslize de vez em quando."
Claro, Alice sabia o que aquele aluno estava tramando; afinal, as 'verdades' de Sam foram confessadas primeiro a ela.
Mas Alice não acreditava que Sam teria sucesso, nem achava que qualquer garota aceitaria verdadeiramente um relacionamento tão peculiar.
"Por que um raio ainda não te atingiu e te matou?"
O olhar frio de Alice o atravessou, suas palavras carregadas de maldição, pois ela estava claramente ainda furiosa.
Sam estava longe de se sentir intimidado; ele até ousou chegar mais perto da agora aparentemente perigosa Alice.
"Se eu realmente fosse atingido por um raio, a Professora Alice não poderia mais me ver. Você não acharia isso uma pena?"
Alice observou o garoto que ousou se aproximar dela.
Ela esticou a perna, calçando um salto alto, e a plantou firmemente na coxa de Sam, aparentemente para impedir seu avanço.
"Por que eu deveria sentir qualquer arrependimento? Eu adoraria que você caísse morto agora mesmo."
Mas Sam estendeu a mão.
Gentilmente, ele acariciou a perna bem torneada de Alice, a renda de sua calcinha mal visível sob sua saia justa.
"Eu não acredito. Acho que a Professora Alice ainda tem uma queda por mim."
Enquanto Sam falava, sua palma deslizava gentilmente pela coxa dela, enquanto sua habilidade, Mão do Desejo, continuava a fazer efeito.
Alice sentiu aquele toque familiar que fazia seu coração vibrar, especialmente potente dentro das dependências da escola.
Os olhos de Alice seguiram o movimento da mão de Sam. Ela estendeu a mão e pressionou a mão errante de Sam em sua perna.
"O que você está fazendo? Não teve o suficiente ontem à noite? Por que você não pode se comportar agora? Ou ela não te satisfez?"
Sam olhou para Alice com um sorriso.
"Bem, Angel é linda, mas Professora Alice, você é muito mais tentadora."
Alice subitamente retirou a perna e então agarrou o colarinho de Sam.
Sam quase perdeu o equilíbrio, tropeçando um pouco para frente.
Se sua mão não tivesse encontrado a mesa a tempo, ele poderia ter caído bem em cima dela.
A distância entre eles diminuiu abruptamente, e ele podia ver o rosto perfeito dela de perto. Seus narizes quase se tocaram.
Ela sussurrou bem diante dos olhos de Sam.
"É mesmo? Então, esta noite, você terá uma chance. Vá ao mesmo lugar onde esteve ontem à noite, só que desta vez, seremos apenas eu e você. Que tal?"
Não era mais uma dica; era uma proposta direta.
Sam piscou.
"Isso pode não ser uma boa ideia. Tem aula amanhã, e estou com medo de me atrasar de novo... Uh!"
Suas palavras foram abruptamente interrompidas.
Alice já tinha estendido a mão e agarrado seu membro.
Sua pegada era firme, longe de ser gentil—era praticamente uma emboscada.
Isso não era mero flerte; era um movimento astuto, uma arte perdida de atacar abaixo da cintura.
A expressão de Sam instantaneamente se tornou um espetáculo, enquanto Alice soltou uma risada fria.
"Está preocupado em se atrasar para a escola? Ou é porque, depois da indulgência de ontem à noite, seu corpo não aguenta mais? Com a sua resistência, você acha que pode manter um harém? Você acha que dá conta?"
O rosto de Sam se contorceu involuntariamente, sua respiração ficando errática. "Meu corpo é perfeitamente saudável... mas, por favor, seja gentil. Se você quebrá-lo, não haverá um segundo."
Alice soltou a pegada e empurrou o garoto, que estava quase em cima dela, para longe, depois olhou para Sam com desdém.
"Você ainda carrega o perfume dela, e eu não gosto desse cheiro."
Sam esfregou suas roupas e então disse.
"Esta é uma roupa limpa que vesti esta manhã."
"O tempo está quase acabando, volte para a aula. Eu não suporto olhar para você."
Essa era a vantagem deste mundo; os intervalos para o almoço eram curtos. Além de comer, não havia muito tempo para mais nada.
Sam olhou para ela.
"Está tudo bem agora?"
A risada fria de Alice retornou.
"É só isso? Você acha que eu sou tão fácil assim? Só não é o momento certo, mas espere, eu irei atrás de você em breve..."
"Tem algo que você precisa?"
Sam ficou imediatamente alerta, sem saber o que aquela mulher estava planejando.
Alice sorriu sedutoramente.
Parecia que ela tinha adivinhado os pensamentos de Sam. Embora seus superpoderes hipnóticos fossem ineficazes nele, sua experiência e intuição de professora ainda a permitiam manipular a situação.
"Não tenha tanta pressa. Algumas coisas perdem a graça se reveladas cedo demais. Você descobrirá no devido tempo."
Sam ponderou por um momento antes de falar.
"Estou principalmente preocupado com coisas surgindo inesperadamente. E se eu não tiver tempo para me preparar..."
"É provável que seja no fim de semana. É melhor você arranjar tempo para mim, mesmo que tenha que limpar sua agenda. Se você estiver realmente muito ocupado, eu posso dar uma passada na sua casa."
"Farei o meu melhor. Tenho que ir agora."
"Vaza."
"Ah, certo."
De repente, Sam parou no caminho.
Alice franziu as sobrancelhas. "O que agora?"
Sam apontou para a perna de Alice, a que ele tinha tocado mais cedo.
"Recentemente... esqueci de aparar minhas unhas, parece que puxei seu fio. É melhor você trocar."
"O quê?!"
Sam imediatamente se virou e saiu correndo, não se dando chance de fazer as pazes.
Alice não tinha intenção de correr atrás dele.
Ela apenas olhou para sua perna com uma expressão confusa e, de fato, havia uma falha sutil que não era tão perceptível antes. Ela suspirou com resignação.
"Aquele cara, ele fez de propósito, não foi?"
"Não podemos conversar sobre isso? Por que você está levantando essa cadeira?"
"Sam, você traiu nossa fé, traiu a amizade entre nós! O que resta para conversar!"
"Tudo bem, então não vamos conversar. Vá em frente, quebre-a."
"...É inútil."
Com um suspiro, Louis colocou a cadeira no chão.
Sam observou com um sorriso enquanto Louis parecia murchar ao lado dele.
"Vale mesmo a pena? Não é um grande problema."
Louis balançou a cabeça.
"Você não entende. Ver um bom amigo se afastar cada vez mais, sentir como se ele não estivesse mais no mesmo mundo que você, é incrivelmente sombrio e solitário."
As aulas tinham acabado, e esses dois garotos eram os únicos que restavam na sala.
Louis lançou um olhar de soslaio para Sam.
"Eu nunca pensei que você realmente se envolveria com a Herdeira."
"Você pode não falar assim?"
"Já estou te fazendo um favor por entender. O que mais você espera?"
Sam riu e acenou com a cabeça.
"Tudo bem, o que você disser."
Louis então cutucou o braço de Sam com o dedo.
"Como é namorar a Angel?"
Parecia que ele tinha deixado de lado o peso em seu coração, e a curiosidade tomou conta. O conceito de romance era bastante estranho para Louis, embora ele sempre se declarasse um defensor do celibato, olhando com desdém para todos os casais.
Mas, no fundo, Louis ansiava por um lindo caso de amor, fantasiando sobre encontrar uma namorada ideal com quem pudesse ter um doce romance. No entanto, com o passar dos dias, nada parecia mudar, exceto por sua idade avançada; a vida permanecia a mesma.
A ideia de amor parecia inimaginável, muito menos namorar uma garota como Angel.
Sam ponderou por um momento.
"É realmente só ok, eu acho. Você entenderá quando começar a namorar você mesmo. Não há diferença... Por que você está olhando para mim assim?"
Louis respondeu com irritação.
"Já ouviu o ditado 'o excesso de algo bom pode ser ruim'?"
Sam respirou fundo, pegou sua mochila e se levantou.
"Na verdade, não é tão exagerado quanto você pensa, Louis. Quando você começar um relacionamento, talvez então entenda os fardos que estou carregando. O que parece bonito por fora nem sempre é verdadeiramente maravilhoso. Às vezes, o céu e o inferno estão separados apenas por um pensamento."
Sam deu um tapinha no ombro de Louis e caminhou em direção à porta, deixando a sala para trás.
Com algum tempo sobrando antes da aula, Sam decidiu dar uma olhada na sala de atividades do clube.
Ao se aproximar da porta, um silêncio incomum o recebeu. Estava tão quieto que parecia que não havia uma alma lá dentro.
Ele considerou a possibilidade de que, depois do que aconteceu, Sophie pudesse não aparecer no clube hoje. Provavelmente a única pessoa lá seria Isabella.
Mesmo sem nenhum motivo em particular, Sam ainda queria dar uma olhada.
Com um barulho, ele deslizou calmamente a grande porta da sala de atividades do clube.
Alguém olhou para cima; era Isabella.
Sua presença era esperada. Isabella estava sentada lá, tão graciosa e serena como sempre, sorrindo gentilmente para ele como se sua chegada fosse esperada.
Mas o que surpreendeu Sam um pouco... foi a presença de outra pessoa.
Ela não olhou para cima, apenas manteve os olhos em seu livro.
Parecia que ela não tinha ouvido o barulho, ou talvez... ela simplesmente não se importasse com a chegada de Sam.
Sophie estava sentada lá, como uma estátua de uma deusa serena.
A luz do sol capturou seus cílios, dando-lhes um leve brilho, fazendo as profundezas de seus olhos brilharem como âmbar e translúcidos.
Sentada ereta, ela se concentrou em seu livro, não mostrando intenção de olhar para cima.
No entanto, com o passar do tempo, cada quadro da cena parecia tão perfeito, como se pudesse ser gravado na memória de Sam para sempre.
Isabella foi a primeira a falar.
"Sam, você está um pouco atrasado, não está?"
Sam, com sua mochila, entrou e fechou suavemente a porta atrás de si.
"Acabei de ficar conversando com um colega de classe, estou um pouco atrasado. Vejo que as duas estão aqui."
Isabella sorriu e disse: "Quem você achou que não estaria?"
Sophie ainda não demonstrou reação.
Claro, Sam não poderia falar a verdade.
"Apenas conversando fiado, como uma saudação casual."
"É mesmo~"
Isabella assentiu, sua expressão uma de entendimento sem a necessidade de palavras.
Sam instintivamente tomou seu lugar habitual, que ficava bem ao lado de Sophie.
Mas assim que ele se sentou, Sophie mudou sua cadeira para criar alguma distância entre eles.
Não era muito, mas era um sinal claro.
Sam hesitou por um momento. Então ele também mudou sua cadeira, aproximando-se novamente.
Desta vez, a expressão de Sophie começou a mudar; ela franziu a testa e mais uma vez moveu sua cadeira ligeiramente.
Sam seguiu o exemplo e moveu sua cadeira também.
Isso continuou três ou quatro vezes.
Sophie tinha ficado sem espaço para se mover; se fosse mais longe, ela estaria sentada do lado de fora, no parapeito da janela.
Com um olhar de total exasperação, ela levantou a cabeça e lançou um olhar furioso para Sam.
Sam piscou inocentemente para Sophie, seu rosto era a imagem da inocência.
Sophie, sem dizer uma palavra, levantou-se e foi sentar-se ao lado de Isabella.
Isabella piscou, seu rosto se iluminando de surpresa.
"Uau, é a minha vez de ser favorecida hoje?"
Sam observou Sophie, que estava expressando sua insatisfação com ele dessa maneira, com um sorriso.
"Algo parece errado hoje."
Isabella concordou com a cabeça.
"Sim, parece que o sol nasceu no oeste."
"Ah? Por que você diria isso, veterana?"
"Porque alguém realmente mudou sua foto de perfil, e é até uma foto de grupo."
Sam não sabe como responder, mas escolhe permanecer em silêncio.
Logo depois, Isabella falou com um olhar de preocupação.
"Ah, o que vamos fazer? A unidade do clube que trabalhamos tanto para construir agora está arruinada."
Sam não pôde deixar de revirar os olhos.
"Então, por que tivemos que fazer essa viagem de acampamento em primeiro lugar?"
Sem aquela viagem de acampamento, alguma dessas coisas teria acontecido?
Se ele tivesse apenas ficado em casa jogando videogame, as coisas teriam terminado assim?
Foi tudo culpa de Isabella, quando se resumia a isso!
Claro, esses pensamentos eram melhor mantidos para si mesmo; dizê-los em voz alta seria desastroso.
Isabella sorriu para Sam.
"O problema foi a viagem de acampamento, ou foi que os problemas acumulados de alguém explodiram de uma vez? Eu sempre fui bastante contra romances no campus..."
"Vocês dois podem parar com isso?!"
Sophie tinha chegado ao seu limite.
Embora parecesse que cada palavra de Isabella era uma provocação a Sam, quanto mais Sophie ouvia, mais ela se sentia implicada.
Finalmente, Sophie bateu seu livro na mesa, seu olhar queimando de raiva para os dois.
Isabella olhou para Sam e piscou.
"Eh, tem mais alguém aqui? Eu pensei que éramos apenas nós dois."
Sophie lançou um olhar furioso para eles, claramente irritada.
"Se divertindo, estão?"
Vendo o descontentamento de Sophie, Isabella respondeu rapidamente.
"Claro que não, estamos apenas brincando com você. Afinal, você não acha entediante se apenas duas pessoas em um clube estão conversando?"
Sophie zombou deles.
"Vocês estavam se dando bem agora mesmo, não estavam? Parece que vocês conseguem se virar sem mim. Talvez eu devesse apenas sair hoje?"
Ao ouvir isso, o rosto de Isabella caiu, tomada pelo pânico. Afinal, o clube não poderia existir oficialmente sem pelo menos três membros.
Ela imediatamente agarrou a mão de Sophie, seus olhos implorando, desprovidos de qualquer postura de veterana.
"Você não pode fazer isso, Sophie! Nosso clube não pode perder você. Tenha pena da sua veterana. Não foi fácil começar este clube. Que tal eu te dar metade dos ganhos da nossa última venda de churrasco?"
Sam foi pego de surpresa. Havia tal acordo?
Ele limpou a garganta.
"Cof cof, na verdade, eu tenho pensado em sair do clube também..."
Isabella nem virou a cabeça.
"Sam, se você quer sair, pode escrever sua inscrição agora, e eu assinarei imediatamente. Oh, você nem precisa escrever uma."
"..."
Que tipo de resposta foi essa!
Sophie começou a arrumar sua bolsa.
"Esse dinheiro inclui minha parte também, você acha que pode ficar com tudo?"
Isabella respondeu: "Não é nada disso. Na verdade, doei tudo para a caridade na hora."
"Eu gastei dinheiro com os ingredientes também!!"
Sophie parecia indiferente a todo o resto, mas era particularmente sensível sobre dinheiro.
O sorriso de Isabella era radiante.
"A atmosfera naquele dia era tal que não doar teria sido demais, certo? Mas não se preocupe, podemos recuperar suas perdas de outro lugar."
"Outro lugar?"
"Sim, vamos criar um plano. Vamos fazer o Sam sair e vender churrasco para ganhar dinheiro. Vai ser um sucesso!"
Então, Sam ainda era a mão de obra gratuita?
Sam não conseguia dizer uma palavra, e agora ele tinha uma tarefa extra?
Sophie apenas olhou para Sam. "Eu não me importo com o dinheiro que ele ganha."
Com isso, ela pegou sua bolsa e foi embora.
Isabella foi pega de surpresa.
"Ei, aonde você vai, Sophie~~!"
"Para casa. Vocês são irritantes."
Com isso, Sophie saiu da sala, fazendo uma saída limpa.
Isabella voltou-se para Sam.
"Você não vai correr atrás dela? Por causa de ajudar você, Sophie começou a não gostar de mim."
Sam respondeu irritado: "É melhor você estar fazendo isso apenas por mim."
"Vá atrás dela logo."
Sam balançou a cabeça.
"Não, quando eu já corri atrás de alguém? Você não conhece o valor do meu nome? Apenas espere e veja, sob o meu charme, ela não vai durar muito..."
"Clang."
A porta de repente se abriu.
Era Sophie, que tinha voltado. A expressão de Sam instantaneamente se tornou estranha.
Ele queria rir da garota que tinha uma expressão fria, mas que obviamente tinha ouvido tudo.
Mas ele não conseguiu forçar um sorriso!
Sophie entrou calmamente, pegou seu telefone esquecido e foi em direção à porta.
Durante esse processo, ninguém falou.
Então, quando Sophie chegou à porta, ela parou de repente.
"Sam."
"Huh?"
Esta foi a primeira vez hoje que Sophie chamou seu nome, mas seu tom era arrepiante.
Ela não se virou, apenas sua silhueta era visível.
"Vocês dois podem muito bem morrer juntos, para não ferirem mais ninguém. Desejo a vocês cem anos de discórdia, nunca encontrando paz."