
Capítulo 79
A Protagonista Feminina Realmente Te Ama
O parque ficava perto, não muito longe do apartamento. Normalmente, o parque só era frequentado por idosos passeando durante o dia ou por crianças brincando após as refeições.
Não era particularmente grande, com poucos caminhos e árvores densas cercando a área, obscurecendo a região central. Havia instalações como balanços, escorregadores e caixas de areia.
O parque parecia ter apenas o tamanho de dois campos de futebol, mas a vegetação alta e exuberante ao redor agia como uma barreira natural, fazendo-o parecer tão isolado e tranquilo quanto um vale.
Ao entrarem, quase não havia vento. Os poucos postes de luz que ali existiam lançavam uma luz fraca, como se tudo tivesse sido arranjado por intervenção divina especificamente para a chegada da jovem apaixonada.
Sam até abrigava uma estranha suspeita. Poderia este lugar ser um cenário montado no jogo?
Ele parecia se lembrar... O parque de fato aparecera na obra original do jogo, mas o que aconteceu ali, ele não conseguia recordar.
Seria Alice?
"Sam... você acha estranho para uma professora como eu?", Alice disse enquanto se sentava em um balanço, olhando para a frente.
Sam estava atrás de Alice, empurrando suavemente o balanço. O movimento era leve, fazendo-a balançar para frente e para trás com pequena amplitude, não o suficiente para lançá-la ao ar.
Embora Sam, de certa forma, desejasse ver a mulher voar para fora do parque.
No entanto, sem que ela tivesse feito nada ainda, tal ação seria puramente suicida.
Mesmo em um mundo de jogo, eles eram pessoas reais para ele, com suas próprias vidas e histórias. Sam podia escolher ser frio, ser calmo, mas como poderia cometer um ato tão tolo?
"Por quê?", Sam perguntou suavemente.
A mulher no balanço sorriu enquanto ele começava a balançar, mas seus olhos pareciam um tanto sombrios.
"Porque é realmente estranho, não é? Beber na frente de alunos, chamar um aluno tão tarde para fazer companhia... não parece nada normal. Se outros descobrissem, poderia até levar a uma denúncia."
Alice sabia das consequências e ainda se atreveu a fazer isso?
Mas os estados psicológicos dessas protagonistas femininas não podiam ser julgados por padrões comuns; afinal, era um mundo de jogo, e impor realidade demais seria loucura. Então, a resposta de Sam foi bastante indiferente.
"De jeito nenhum, acho a Professora Alice muito normal. Pelo menos, meus hábitos de estudo melhoraram significativamente recentemente, não melhoraram?"
Alice virou-se levemente para olhar para Sam, que segurava a borda do balanço. "Então, minha presença contribuiu para seu sucesso acadêmico recente?"
Sam assentiu.
"O que mais? Antes, eu mal tinha noção de estudar, muito menos a motivação. Mas depois que a Professora Alice chegou, senti um forte desejo de aprender."
Sam estava fingindo não saber sobre sua habilidade de hipnotizar.
Alice parou o balanço e levantou-se. "Vamos nos sentar ali?", ela apontou para um banco à frente deles.
O parque estava totalmente silencioso e, dado o horário avançado, era improvável que mais alguém viesse. Sam assentiu. "Tudo bem."
Quando chegaram ao banco, Alice sentou-se ao lado dele, mantendo uma distância segura.
Sentados, eles sentiram a brisa em seus rostos enquanto Alice olhava para o céu noturno estrelado. "Sam, eu queria te perguntar se você se lembra de certas coisas."
"Certas coisas... que coisas?", Sam perguntou, intrigado.
Alice sorriu. "Você se lembra do que eu te disse no meu escritório? O motivo que te deixou tão focado nos estudos, você se lembra?"
Seria este um teste? Embora Sam não entendesse totalmente as habilidades dela, ele havia pesquisado sobre hipnose.
Às vezes, um hipnotizador pode deixar um gatilho no subconsciente do sujeito que, quando ativado, desperta certos estados de consciência hipnotizados, permitindo-lhes entrar em um estado rapidamente.
Antes que esse gatilho seja ativado, o indivíduo hipnotizado deve parecer perfeitamente normal. Então, fingindo confusão, Sam disse: "Não estou muito certo... mas acho que a Professora Alice deve ter me dito algo muito importante, por isso, certo?"
O sorriso de Alice cresceu sob o céu noturno, seus olhos levemente cintilantes, suas bochechas coradas pelo álcool, de frente para Sam.
"De fato, foi algo muito importante... Eu prometi a Sam, se você se saísse bem neste teste, eu o recompensaria adequadamente. Você se lembra qual era a recompensa?"
Um olhar confuso apareceu no rosto de Sam. "Uma recompensa? Não me lembro, mas... que recompensa?"
A perplexidade fingida de Sam tornou o sorriso de Alice ainda mais brilhante. Ela de repente virou-se para ele, colocando a mão em seu peito. "Parece que você esqueceu... A recompensa... claro, é muito boa. Você está ansioso por ela?"
Sabendo que ela ainda não havia usado suas habilidades hipnóticas, Sam mostrou uma expressão perturbada. "Claro, estou ansioso por ela... mas o que você está fazendo, Professora? Você está bêbada?"
Alice assentiu com um sorriso. "Sim, bebi um pouco demais, então estou pensando em te dar sua recompensa agora."
No parque! Ao ar livre! Era mesmo este o lugar para começar?
"Mas... os resultados ainda não saíram, saíram? E esta recompensa..."
"Não se preocupe com isso. Na verdade, já sei os resultados. Sam, você se saiu muito bem. Estou até começando a me perguntar se você tem escondido suas verdadeiras habilidades, só esperando por este momento?"
Sam sentiu o corpo de Alice se aproximar, sua respiração quente em seu rosto como se ela pudesse beijá-lo a qualquer momento, mas ela hesitou.
Sua visão estava bloqueada; ele só conseguia vê-la, incapaz de contemplar o brilhante céu noturno atrás dela. "Claro, eu não faria isso... Meus resultados no exame foram realmente tão bons?"
Alice riu, depois segurou o rosto de Sam com a outra mão, tocando-o suavemente, olhando em seus belos olhos. "Claro, você se saiu bem. É por isso que quero te dar uma recompensa adequada. O que você gostaria?"
Sentindo o calor em suas bochechas e olhando nos olhos da mulher perto o suficiente para ser engolido por alguma emoção fervorosa, mas não imprudente o suficiente para parar, ele sussurrou: "Eu não sei..."
"Então eu decido", disse Alice com um sorriso.
A mão que estava descansando no peito de Sam deslizou para baixo e de repente pousou na virilha de suas calças.
Sam imediatamente ficou alerta, ele estendeu a mão para impedi-la, um ato aparentemente instintivo de autopreservação.
"Uh... isso não parece certo, parece? Alice, quero dizer, Professora Alice..."
"Seja bom, Sam. Você não vai obedecer à sua professora?"
Alice semicerrou os olhos para Sam, seu olhar direto e cativante, mesmo sem óculos. O aspecto mais crítico era a sensação familiar de tontura retornando.
Parecia que, ao contrário da habilidade de parar o tempo de Angel, a hipnose desta mulher parecia não ter limite de uso, ou talvez pudesse ser usada duas vezes no mesmo dia.
A expressão de Sam mudou imediatamente para obedecer. "Eu... claro, vou obedecer à professora."
"Muito bem, então fique tranquilo, deixe tudo comigo. Tudo o que você tem a fazer é aproveitar. Afinal, não há ninguém aqui; é nosso segredinho, certo?"
"Sim... é nosso segredo... meu e da professora..."
O rosto de Sam exibia uma mistura de embaraço e, ao mesmo tempo, parecia como se ele estivesse perdido em uma espécie de prazer.
Alice não tirou diretamente a cueca de Sam, mas moveu suavemente o braço, começando pelo colo, depois sobre a parte sensível interna da coxa, e finalmente no ponto mais importante - seu pênis.
Sam teve uma ereção instantânea.
Não havia como não responder com um nível tão alto de desejo sexual, especialmente porque Alice estava praticamente respirando em sua bochecha, seu hálito quente acariciando suas orelhas sensíveis.
Alice notou uma mudança distinta no corpo de Sam. Um sorriso mais encantador apareceu em seu rosto enquanto ela se inclinava mais perto do ouvido de Sam, sussurrando suavemente,
"É realmente um corpo jovem... uma reação tão rápida, é realmente incrível. Minha mão mal te tocou e seu pênis já está duro como diamante."
Sam estava prestes a perder a cabeça.
O primeiro incidente ocorreu no escritório, e agora, aqui estavam eles no parque. Eles não poderiam ter escolhido um lugar pelo menos um pouco mais convencional?
"Eu... não sei, sou estranho demais ou algo assim..." Sam parecia genuinamente perturbado, seu comportamento uma mistura de timidez e nervosismo.
Alice continuou a acariciar suavemente seu pênis, enquanto a outra mão já havia desabotoado o cinto da calça de Sam.
Ela sorriu de forma tranquilizadora: "Não fique nervoso... Não há nada de estranho nisso. Apenas deixe tudo comigo."
"Mas eu..."
"Não se preocupe, vamos apenas aproveitar o momento." Alice inclinou-se, sua bochecha roçando na dele, e gentilmente esfregou o nariz contra seu rosto. O toque delicado e o roçar ocasional e não intencional de seus lábios eram inebriantes.
Essas ações tornaram o desejo de Sam ainda mais aparente, e seu impulso sexual tornou-se mais pronunciado.
Alice removeu a cueca de Sam, e naquele momento, seu pênis totalmente ereto ficou exposto ao luar.
Sam já havia sentido o frescor, e a ternura nas mãos de Alice era inequivocamente evidente.
Enquanto ela contemplava aquele pênis único, Alice baixou levemente a cabeça, um toque de surpresa brilhando em seus olhos, mas o que era mais pronunciado era uma sensação de desejo.
Ela o segurou.
Ela segurou o pênis de Sam firmemente com as mãos.
Os movimentos de Alice não eram habilidosos, mas eram melhores do que antes, oferecendo a Sam uma sensação que era significativamente clara e um tanto mais terna e atenciosa do que a de Angel.
No entanto, muitas vezes é essa gentileza que se torna uma experiência mais estimulante.
Sob o manto da noite, Sam não conseguia ver o rosto dela, mas podia sentir distintamente o calor de suas bochechas.
Sentindo o leve tremor ocasional no corpo de Sam.
O sorriso de Alice aprofundou-se, e ela não pôde deixar de beijar avidamente a bochecha de Sam.
O beijo foi leve, como uma brisa marinha varrendo a praia, mas as sensações misturadas pareciam elevar o prazer de Sam, suave às vezes, mais intenso em outras.
Mas não parou por aí.
Sam sentiu seus sentidos estimulados ao máximo. Ele estava na ponta receptora, aceitando tudo passivamente, ouvindo as palavras que Alice sussurrava continuamente em seu ouvido.
"Essa é uma reação adorável... Você gosta?"
"Muito... muito emocionante, isso não é muito bom..."
"Não há nada de ruim nisso. Esta é uma recompensa da professora, algo que outros não terão o prazer de desfrutar. É nosso segredinho entre mim e Sam, certo?"
"Certo... é nosso segredo."
"Muito bom... Boas crianças merecem ainda mais recompensas, não merecem?"
"Ah?"
De repente, Sam sentiu a partida da mão de Alice, deixando apenas seu pênis ereto lá.
Sam olhou para Alice, intrigado. No entanto, sua expressão era de conforto, até mesmo de prazer.
Ela se distanciou ligeiramente e então — removeu seus saltos altos, revelando suas pernas vestidas com meias pretas.
O que ela estava planejando?
Alice inclinou-se para o lado, uma mão descansando no encosto do banco, e a outra apoiando-a de lado.
Ela inclinou a cabeça ligeiramente para trás, olhando para Sam.
"Eu me lembro... Sam, você gosta das minhas pernas, certo?"
"Sim..."
Sam baixou a cabeça, parecendo um tanto envergonhado.
Mas no momento seguinte, ele viu Alice estendendo seus pés em direção a ele.
Alice rapidamente fechou a distância entre ela e Sam, e no momento em que seus pés tocaram o corpo dele, uma sensação estranha espalhou-se por todo o corpo de Sam.
Neste ponto, não havia como falar em calma ou razão. Alguns instintos, como humano, como homem, estão simplesmente além do controle.
Especialmente quando o pé dela estava tão diretamente pressionado contra seu pênis — quem poderia resistir a isso?
A sensação dos pés dela contra o seu era inequivocamente intensa; todo o seu sangue parecia ferver, uma chama sem nome ameaçando queimar a sanidade de Sam.
Tudo se intensificou.
O olhar de Alice tornou-se cada vez mais selvagem, incontrolável, como se ela tivesse perdido completamente o controle.
E um perfume estranho começou a se espalhar pelo ar.
Sedoso, suave, delicado, macio... cada sensação requintada inundou a mente de Sam.
"É bom, não é?"
"Sim... é simplesmente tão emocionante..."
"A honestidade é admirável, mas a professora aprecia crianças honestas. Está tudo bem... não reprima nenhum impulso, eu vou te perdoar e não vou te culpar. É isso que Sam deve aproveitar, certo? Boas crianças ganham doces, não ganham?"
"Professora... professora..."
Era como um apelo desesperado, e o punho cerrado de Sam simbolizava sua situação atual.
O sorriso de Alice tornou-se ainda mais brilhante, e suas meias pretas ligeiramente radiantes pareciam um catalisador tentador em uma noite como esta.
E naquele momento, Sam pôde sentir claramente seu telefone vibrando.
Era uma notificação de mensagem... uma mensagem?
Quem poderia estar mandando mensagem para ele?
Poderia ser o tipo de mensagem que não aparecia há algum tempo? Está tentando lhe dizer algo?
Sam queria dar uma olhada no que era, independentemente da situação atual.
Mas Alice imobilizou firmemente o pênis de Sam com seus pés, acelerando o ritmo em um instante.
"Não vá checar... é só uma mensagem, certo? Está tudo bem, não está? Definitivamente não é nada importante. Você pode esperar até que eu termine de te dar sua recompensa, certo?"
As coisas tomaram um rumo complicado; agora Sam tem que fingir estar hipnotizado pela outra parte.
Sam olha para esta mulher.
Na realidade, uma quantidade considerável de tempo já havia passado, e Alice começa a sentir uma dormência nas pernas.
No entanto, ela deve continuar, suportando até o fim, com o objetivo de deixar uma marca indelével de si mesma nas profundezas do coração de Sam.
Ela continuou a aumentar a velocidade do trabalho com os pés e Sam não conseguia pensar em mais nada, pois era movido pelo prazer intenso.
O banco começou a balançar violentamente e a sensação extrema do toque deixou Sam à beira do orgasmo.
As palavras fascinantes de Alice ainda ecoavam em seus ouvidos.
"Não se reprima... Seja apenas o seu eu mais verdadeiro comigo, não há necessidade de resistir, certo? Sam... seja honesto, apenas um pouco mais honesto..."
O desejo o percorria, os sentimentos estavam no auge.
Ele perdeu a noção do tempo.
Quando Alice se maravilhava com a resistência de Sam, a ponto de suas pernas estarem quase cedendo.
"Ah~"
O sêmen espesso de Sam jorrou, não apenas cobrindo o banco, mas também revestindo as pernas e os pés de Alice.
Tudo parecia ter chegado ao fim. Sam estava ofegante, com uma expressão de prazer no rosto.
Observando Sam banhar-se nesse prazer, Alice sentiu-se preenchida por imensa satisfação e uma sensação de realização.
Ela tirou um lenço de sua bolsa, limpando diligentemente o sêmen do banco e de suas meias. Embora vestígios de sêmen permanecessem nas meias, Alice não se importou nem um pouco; ela até considerou guardar este par de meias como uma lembrança.
Ela se aproximou de Sam com um sorriso, acariciando suavemente as gotículas finas de suor que se formaram em sua testa.
"Sentindo-se bem, Sam?"
Sam suspirou de alívio, feliz por ter acabado. Embora o footplay não fosse propriamente sexo, aquele momento de clímax foi realmente... incrível.
É difícil imaginar que o footplay pudesse ser assim. Se progredisse para o passo final, seria sem dúvida ainda mais emocionante!
Por meio de interações recentes com essas protagonistas femininas, Sam agora entende claramente que o ritmo do jogo parece estar acelerando, sugerindo que tornar-se um homem de verdade pode não estar longe.
Mas com quem? E quando exatamente?
Sam não sabe; tudo o que ele sabe é que, neste momento, ele deve fingir estar hipnotizado por Alice.
"É muito relaxante, Srta. Alice..."
Com um suave "pop", Alice beijou gentilmente a bochecha de Sam.
Então, seus corpos se separaram levemente. Parecia que tudo terminaria naquele momento — a noite já tinha sido gratificante, e não deveria haver mais nada na história.
Mas no instante seguinte, Alice, que estava ao alcance de seu braço, olhou para Sam com olhos cintilantes.
Ela entreabriu seus lábios sedutores e sussurrou algo no ouvido de Sam. "Então, Sam pode responder a uma pergunta para sua professora?"
"O quê?", Sam, intrigado, encontrou seu olhar, apenas para ver uma nitidez incomum, nunca antes vista, no olhar dela.
"Quando você percebeu que eu podia hipnotizar?"
"...O quê?", Ele foi pego de surpresa. Do que ela estava falando?
A brisa da noite passou pelo cabelo de Sam, não trazendo qualquer alívio, mas fazendo-o enrijecer. Sob seu escrutínio penetrante, ele sentiu um arrepio correr por sua espinha.