Transformando Minha Habilidade de Lixo em uma Habilidade Apelona de Rank SSS+

Capítulo 612

Transformando Minha Habilidade de Lixo em uma Habilidade Apelona de Rank SSS+

"Uau, então seu nome é Rica e você é o mais rico? Você mudou de nome depois de ficar mais rico, ou ficou mais rico porque seu nome é Rica?"

Shitless perguntou curioso, depois bateu a mão de Onest para fora, xingando.

"Seu bandido cafajeste, pelo menos não tente roubar dele."

"Aí, eu estava só treinando minhas habilidades, cough. Enfim, Rica, você é mesmo Shen e aquele filho da Sakshi, a prostituta, é seu filho de verdade?" Onest perguntou, claramente surpreso.

"Infelizmente, sou." Rica respondeu. Talvez isso seja a coisa mais vergonha na vida dele.

"E sua irmã, pfff, ela com certeza é da mesma estirpe da sua mãe. Ela tem mesmo vinte escravos? E casou com aquele tal do Jean? Haha, por que você se explicou tanto então?" Shitless questionou.

"Sim, ela tem. No começo, ninguém sabia de nada, achávamos que ela só gostava de ter vários escravos ao redor. Só depois descobrimos..." Rica suspirou. Ele realmente desejava poder sair daquela família para sempre.

"Hmmm, você é mesmo um cara legal." Onest disse, assentindo com a cabeça.

"R- Certo? Então, dá para conversarmos normalmente? Não me sinto bem com uma faca apontada para mim. A- E por que ele está apontando a cabeça calva na minha direção?" Rica falou, vendo seu reflexo claro naquela cabeça.

"Tudo bem, precisamos tomar cuidado com os Fords." Onest finalmente guardou a faca, e Shitless, ameaçador, puxou a cabeça para trás.

Justamente nesse momento, eles ouviram passos e logo Vritra chegou.

"Olá, Rica, parece que vocês três estão se divertindo." Vritra olhou para eles, balançando a cabeça.

"Arte- Tio? Uh..." Ele se apressou e ficou atrás de Vritra, finalmente suspirando aliviado.

"Tudo bem, não se preocupe." Vritra disse, voltando-se para falar com Rica.

"Então, por que você veio aqui?"

Rica olhou ao redor por um momento. Estavam em um espaço aberto, mas não havia neve ou esporos ao redor.

"Minha tia foi ela, né?" perguntou. Duvidava que alguém tivesse capacidade de criar algo assim.

Teresa era uma gênia ainda maior do que a criadora dos glifos.

Só que era uma pena ela ser tão azarada e vulnerável.

"Sim, Teresa realmente criou o dispositivo que ajudou todo mundo." Vritra concordou.

"Ela está bem? Minha tia sempre foi azarada e facilmente ficava doente, mas, como ela sempre ficava trancada no quarto, pedi para ela criar um glifo especial para mim." Ele rapidamente mostrou o símbolo.

O glifo era de um verde pálido, e ele continuou:

"Sempre que minha tia estiver em perigo ou doente, sou o primeiro a saber. Tinha ficado muito preocupado com ela, ela está bem?" questionou com uma expressão preocupada.

Vritra sorriu. Ele realmente é diferente dos outros da família.

"Sim, ela está perfeita agora. Melhor do que nunca. Só está descansando." Vritra respondeu, sem entrar em muitos detalhes.

Rica assenteu, respirando fundo com alívio.

"Obrigado, era só isso que eu queria saber. Então vou me retirar."

Quando virou de costas, Vritra pensou em algo. Para o que ele planejava, Rica seria melhor organizando tudo do que o monge e Onest.

"Espere, preciso da sua ajuda com uma coisa." Ele chamou, e Rica se virou.

"Só me diga, farei o meu melhor." ele respondeu.

E Vritra explicou o seu plano.

"H- Huh? Para quem estamos preparando isso?" uma expressão de confusão e surpresa surgiu no rosto de Rica.

"Você vai descobrir depois. Só me diga quanto de dinheiro ou recursos precisa. Pode usar esses dois para qualquer tarefa." Ele afirmou.

"...Tudo bem." Rica assentiu, e os dois conversaram por mais um tempo.

Logo, Rica se despediu, pois o tempo era pouco e havia muito a preparar.

"Senhor Shitless e meu amigo Onest." Vritra chamou, enquanto os dois se olhavam, uma sensação ruim começava a surgir em seus corações.

"Y- Sim? Precisam de nós para alguma coisa?" Shitless perguntou, recuando lentamente.

"Tem uma coisa importante que vocês precisam saber." Ele explicou e falou algumas coisas que Divine tinha lhe contado.

"Ah, então vocês vão invadir o jogo deles, tomarem cuidado." Onest falou seriamente.

"Aqueles bastardos, batam neles por nós, matá-los!" Shitless também amaldiçoou.

"Sim, logo sairemos do planeta Zoratian e entraremos no jogo." Vritra disse.

"Hmm, tudo bem. Enquanto vocês estiverem fora — espera,Nós? Você não… quer dizer, nós, certo?" o monge perguntou, confuso.

Ser mau é uma coisa, mas aquilo parecia muito perigoso. As chances de sobrevivência eram baixas demais.

"Sim, como posso deixá-los aqui e ainda assim aproveitar? Vocês têm que ir comigo. Com tanto perigo, eu precisaria de carne de canhão e, quem sabe, vocês até podem atuar como isca." Vritra falou honestamente.

"N- Não, acho que seremos apenas um fardo para você. Pegue esse bandido, ele corre bem rápido. Eu posso rezar por você enquanto fico aqui." Shitless empurrou Onest para frente e recuou mais um passo.

"Seu careca—"

Vritra os interrompeu.

"Já decidi, e estamos todos nessa, nesse plano."

Depois de lançar algumas ameaças amistosas a seus amigos irmãos, Vritra deixou os dois deprimidos sozinhos.

"Vou fazer meu testamento — espera, não tenho dinheiro para deixar — espera, nem tenho família para passar meu dinheiro." Shitless disse, suspirando.

"…Apesar de você ser careca, idiota e inútil, foi até que agradável — mais ou menos, relativamente, não foi tão ruim te conhecer." Onest afirmou solenemente.

Os dois foram para seus quartos se prepararem.

Enquanto Vritra se ocupava com alguns preparativos, o tempo passou rápido.

Apesar de a destruição ter momentaneamente cessado, as pessoas ainda estavam cheias de tristeza. Muitas perderam suas vidas afinal.

Vários daqueles que tinham sofrido mutações ainda estavam presos. Vritra esperava que pudessem ser curados.

Ele até tentou estudar esses indivíduos, mas não pôde fazer nada a respeito.

Assim passaram-se três dias.

Suas esposas ainda estavam absorvendo a energia, mas uma delas finalmente estava prestes a sair.

Vritra ficou diante da porta do quarto de Maeve. Ela finalmente evoluiu.

Suas outras esposas apenas alcançariam o nível de semi-deusa, mas Maeve teria uma grande melhoria em sua constituição e linhagem.

"A raposa saiu antes de mim, que chato." Yennefer suspirou.

Nos últimos dias, Vritra conversou com Yennefer e Yasmin mesmo estando longe, para suportar a saudade.

'Yenni, você ainda não gosta dela?' ele perguntou, enquanto sentia as oscilações de energia vindo de dentro do quarto.

"Não, claro que não, mas nunca imaginei que dividiria meu marido com outras mulheres, seis no total." Yennefer exasperada, depois acrescentou: "Mas, de agora em diante, nada de mais mulheres, okay?"

"Sim, não estou procurando uma mulher, e nenhuma mulher está esperando pra me tirar de você." Vritra respondeu balançando a cabeça.

Mesmo com Vanessa, Yasmin, Yennefer e Teresa, ele não as perseguia, mas, por alguma razão, acabava ficando com elas.

Ele mesmo trouxe Fiona e Diana para sua vida, porém. Quanto a Maeve, foi uma combinação de ambos os fatores.

Justo então, as oscilações de energia cessaram e sons suaves de roupas sendo mexidas e caindo começaram a ser ouvidos.

Maeve vestia um conjunto de roupas novo e lindo.

E finalmente, a porta se abriu.

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Obrigado por acompanhar...

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