Transformando Minha Habilidade de Lixo em uma Habilidade Apelona de Rank SSS+

Capítulo 453

Transformando Minha Habilidade de Lixo em uma Habilidade Apelona de Rank SSS+

—Você não precisa se preocupar com isso. —Vritra disse, já preparando-se para testar as radiações de várias maneiras.

—NÃO! PARE! Foi um erro, eu só tinha que seguir as ordens da imperatriz e G-Griffith me forçou a entregar a ele—ufh——ele começou a implorar nervosamente, seus joelhos caindo no vazio enquanto se ajoelhava.

Mas ele de repente parou ao perceber que tinha dito demais.

—Ah, então era mesmo você. Boa, isso só vai tornar sua punição um pouco mais dolorosa e longa. —Vritra disse, surgindo como um verdadeiro demônio.

Suas mãos se moveram levemente pelo ar, enquanto radiações intensas instantaneamente engoliam o corpo do Garra Verde, sem dar tempo nem para ele se levantar ou fugir.

Depois, Vritra começou a testar as radiações radioativas de diferentes formas, avaliando tanto o poder mais forte quanto o mais fraco.

Usando-as de várias maneiras, Vritra conseguiu até gerar doenças perigosas no próprio corpo dele rapidamente.

Ele descobriu como fazer isso sem dor alguma ou que ninguém percebesse, ou então, como tornar tudo extremamente doloroso.

Os experimentos continuaram por mais de uma hora, e, por fim, Vritra havia testado tudo que conseguiu pensar.

No final de seus testes, o Garra Verde era apenas uma massa de carne retorcida pairando no céu.

Ele já estava completamente destruído.

—Bobby, devore-o. —Vritra ordenou, enquanto uma sombra emergia de debaixo dos seus pés.

Assim que o Garra Verde morreu, várias mensagens apareceram diante de Vritra, e então sua alma foi engolida por Bobby.

Agora, tanto Psyche quanto Bobby tinham forças acima da patente de General, e logo ele planejava matar também Raelion.

—Haa, finalmente um tempo para descansar. —Vritra virou-se e voou em direção ao hotel.


Ao chegar, ele encontrou apenas Maeve lá e soube que Yennefer tinha saído para encontrar o oráculo e obter informações.

—Bem-vindo de volta, mestre. Vamos tomar banho juntos e depois podemos comer. —Maeve disse enquanto Vritra entrava na casa. Ela estava feliz por tê-lo só para si novamente.

Vritra assentiu, indo até o banheiro, onde Maeve tirou as roupas e ajudou-o a se preparar.

Após um banho rápido e algumas práticas das lições que a demonessa tinha recebido anteriormente, eles se acomodaram na banheira.

Maeve sentou-se por cima de Vritra, com as costas apoiadas contra seu peito, seu pênis repousando seguramente entre as paredes apertadas de sua vagina.

—Mestre, pode me contar mais sobre seu mundo e os membros da nossa família que ainda não conheço? —Maeve falou, inclinando-se para trás com os olhos fechados, abraçando seus braços, que estaban massageando seus seios suaves.

—Bem, na maior parte, meu mundo não era muito diferente deste aqui, exceto pelas habilidades que existiam e que matar não era tão aberto, a menos que você tivesse bastante dinheiro ou influência. —Vritra começou a falar, contando sobre a Terra, depois mais sobre Fiona, Diana e sua mãe.

—Fiona tem o sangue da Rainha Fênix? —Maeve questionou, abrindo os olhos surpresa.

—Sim, não mencionei isso antes? —Vritra respondeu, pensando porque ela estava tão surpresa, e então lembrou que sua mãe foi morta por um dos imperadores da raça fênix.

—É por causa de y——Vritra começou a perguntar, quando Maeve virou a cabeça e falou:

—Mestre, na verdade, há algum tempo eu invadi o Reino Fênix e roubei um de seus maiores tesouros, por isso nenhum dos imperadores conseguiu controlar a raça inteira ainda. —Maeve explicou.

Era por causa de sua rancor que ela tinha aumentado o conflito entre os dois lados.

—Oh, que tipo de tesouro? —Vritra quis saber, curioso.

—Bem, é o corpo da antiga Imperatriz Fênix. Com isso, um dos dois imperadores poderia obter sua força e habilidades.

Mas eu o roubei enquanto os dois estavam ocupados brigando, embora não fosse realmente útil para mim. —Maeve explicou, ao virar seu corpo sem deixar seu membro escapar dela, agora sentada de frente para ele.

—Oh… quer dizer que… —Vritra esperou ela falar.

—Sim, mestre, posso dar isso à Fiona. Com certeza será de grande ajuda, acelerando seu crescimento várias vezes. —Maeve disse, animada e feliz em ajudar sua família.

Mesmo ainda sem terem se encontrado, a demonessa já considerava as outras mulheres próximas, como uma família que ela sempre quis.

—Obrigado, Foxie. —Vritra murmurou, pressionando seus lábios contra os dela e abraçando seu corpo com força.

O treino deles durou um pouco mais antes de voltarem ao quarto. Depois de se vestirem, aguardaram a chegada de Yennefer.

E não demorou muito até ela finalmente retornar.

—Achou alguma coisa? —Maeve questionou, completamente consciente do perigo que seu mestre corria.

—Suspiro, na verdade, não muito. A maldita do oráculo é misteriosa demais, não revela muito e sempre usa os outros como peões. Pelo menos aqueles idiotas ficarão longe dessa missão por um tempo. —Yennefer disse.

Ela garantiu que desse uma boa surra neles para que não fiquem perambulando pela Cloud City.

—Vamos comer. —Vritra completou. A raposa já tinha preparado comida para eles.

Enquanto comiam, conversaram bastante e até saíram para dar uma caminhada antes de voltar para o quarto.

E, por fim, caíram na cama após um dia longo e agitado, adormecendo logo depois.

Ambas as mulheres abraçaram Vritra pelos lados.

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