Transformando Minha Habilidade de Lixo em uma Habilidade Apelona de Rank SSS+

Capítulo 266

Transformando Minha Habilidade de Lixo em uma Habilidade Apelona de Rank SSS+

O grupo mal conseguiu dormir durante a noite e assistiram a vários episódios da série. Vritra já se arrependia um pouco de tê-la mostrado. Todos os quatro simplesmente adormeceram na cama, várias horas depois da meia-noite.

Despertaram tarde pela manhã e se aprontaram. Depois de tomar café da manhã, Vritra decidiu simplesmente relaxar durante o dia, enquanto as mulheres poderiam treinar.

Ele enviou seus espectros de alma para trazer demônios das diferentes florestas e ficou relaxado, assistindo ao treino deles. Pegando uma poção de alma após outra, as bebia enquanto aproveitava a batalha.

GULP

'Haa, isso é bom.' pensou Vritra, bebendo as poções de alma levemente adocicadas.

"Pois é, bem relaxante," acrescentou Yasmin, enquanto absorvia a energia das poções de alma. Após beber algumas poções, a boca de Vritra de repente ficou com um gosto azedo. Ele cuspou a poção e sentiu o veneno entrando em seu corpo.

Porém, quase instantaneamente, o efeito do veneno foi neutralizado.

"Veneno? Aquele idiota realmente tentou me matar?" franziu o cenho Vritra e decidiu ir visitar o rei. Pegando a garrafa com ele, levantou-se e começou a caminhar.

Fiona e as demais perceberam sua saída, mas estavam ocupadas lutando contra os demônios. Estavam próximas do nível de 1ª Legião.

Quando Vritra chegou ao salão, o rei estava tendo uma reunião com seus ministros. Henry ficou surpreso ao ver Vritra chegando à entrada.

"E- Espere, interrompa a reunião por um instante, voltarei já." Henry levantou-se do trono e saiu correndo, perguntando-se se algo tinha dado errado.

"Henry," chamou Vritra ao chegarem em uma sala vazia.

"S- Sim, senhor." O rei estava pronto para se ajoelhar, sentindo o coração disparado.

"Quer me matar?" perguntou Vritra.

"N- De jeito nenhum, senhor. Por quê? Você é um convidado tão respeitado aqui," respondeu Henry, o medo crescendo no coração dele.

"Então por que tentou me envenenar?" Vritra mostrou a garrafa quase cheia, com os olhos estreitados.

"O- Oh, isso é veneno? Eu- Eu não te dei, senhor. Recebi todas as poções de famílias ricas do meu reino, e- então alguém tentou me matar, parece… Sinto muito por não ter testado antes de te entregar. Por favor, me perdoe." Henry voltou a se ajoelhar.

"…Cuide disso." Vritra franziu a testa, sem disposição para perder mais tempo com o rei. Só queria aproveitar um pouco mais sua paz.

"S- Sim, farei, senhor. Descobrirei quem fez isso," gritou Henry na direção de Vritra, que já estava se afastando, e então pensou: 'N- Ele não morreu mesmo após beber metade desse veneno?!!'

Vritra deixou o assunto de lado e decidiu continuar seu descanso.

Mas quando voltou à área de treinamento, viu Vanessa ali com uma expressão de desespero, Diana com cara de quem tinha cometido um erro, enquanto Fiona tinha lágrimas nos olhos, parecendo triste e zangada ao mesmo tempo.

'Haa, só saí por alguns minutos. O que aconteceu aqui agora? E meu tempo de paz?' pensou Vritra. Sabia que Fiona já estava bastante sensível recentemente, e agora parecia que ela tinha se envolvido numa briga com a deusa.

"Bem-vindo aos relacionamentos. Nem sempre são doces, sabe? É preciso encarar todos os lados, e ainda mais com várias mulheres," disse Yasmin, agora observando toda a confusão na vida do marido.

"Qual é o problema?" Vritra se aproximou de Fiona e perguntou. A ruiva olhou para ele com os olhos chorosos, depois bufou, fez bico e foi para seu quarto.

"Ufa... E aí, o que aconteceu?" Vritra olhou para a mãe, coçando a cabeça. Felizmente, Yasmin e Vanessa eram bastante compreensivas.

"…" Vanessa olhou para Diana e falou: "Por que você não descansa um pouco?"

A deusa assentiu e se sentou na cadeira, parecendo um pouco desconfortável.

"Você sabe que Fiona já tem estado bastante ciumenta da Diana, e enquanto lutavam elas discutiram, e essa discussão rapidamente virou para você. No final, Diana mostrou aquele halo verde que é bem parecido com o seu, e Fiona ficou muito triste depois disso," explicou Vanessa. Ela tentou impedir que a briga escalasse, mas as duas meninas não escutavam.

"Vou falar com a Fiona. Você fica aqui com a Diana," disse Vritra, e Vanessa assentiu. Então ele se aproximou de Diana e, enquanto acariciava a cabeça dela, falou:

"Sei que você não quis machucar a Fiona, mas é melhor tomar cuidado com ela, tá? Será que ela está de TPM… Enfim, você deveria ter uma relação de irmã com ela, ok?"

"Hmm," Diana assentiu. Pensava que Vritra ia repreendê-la pelo que fez, porque uma parte dela ainda acreditava que ele amava mais a Fiona do que a ela, então também ficou com ciúmes.

"Não se preocupe, ela vai ficar bem," Vritra sorriu e foi embora. Vanessa ficou ao lado dela, começando uma conversa profunda.

'Talvez tenha sido besteira ficar aqui só de paz, mas a situação entre elas teria que se resolver cedo ou tarde,' pensou.

Vritra foi até o quarto da Fiona. Quando chegou na porta, tentou abri-la, mas estava trancada por dentro.

"Fiona, pode abrir a porta?"

"…"

"Fiona?"

"…"

Mesmo chamando várias vezes, não veio resposta de dentro, então Vritra usou sua habilidade de poeira para destrancar a fechadura. Entrou e viu Fiona deitada na cama, com o rosto enterrado no travesseiro.

'Agora como vou lidar com essa situação?' pensou.

"Você não quer conversar comigo?" perguntou Vritra, sentando ao lado dela e gentilmente acariciando a cabeça.

"…"

"Sabe, Dia—" Vritra parou de repente. Falar o nome de outra mulher agora só iria deixá-la mais bravo, então mudou sua fala.

"Sabe, eu te amo muito, certo? Ainda acha que vou te deixar no futuro ou que amo mais outras do que você? Que tal sairmos num date?"

Vritra tentou falar, mas Fiona apenas continuou com o rosto enterrado no travesseiro, sem responder.

Novamente, Vritra decidiu usar uma abordagem diferente: "Haa… Não me diga que ainda sente saudades do Max e não consegue tirar ele da cabeça. Estar comigo é um incômodo pra você? Você acha que amar de volta é uma tarefa chata?"

"NÃO, NÃO É!!" Fiona de repente levantou a cabeça, lágrimas ainda escorrendo pelo rosto e pelo travesseiro.

Vritra rapidamente segurou a face dela e perguntou: "Então, você me ama?"

"…Sim." Fiona respondeu com um bico. Ainda estava brava; a sensação de ciúme ardia mil vezes mais após a briga com Diana.

"Eu também te amo muito, então não fique triste. Hmm, já que você está se sentindo tão insegura, que tal fazermos um casamento e selar nossa relação para sempre?"

"R- Sério?" O humor de Fiona pareceu iluminar-se instantaneamente, e ela sorriu levemente.

"Sim, você poderia ser minha terceira esposa—" Vritra falou por impulso, mas antes que pudesse terminar, já era tarde demais.

Mais lágrimas estavam prestes a rolar de seus olhos enquanto ela, com voz trêmula, perguntava: "T- Terceira?"

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