Transformando Minha Habilidade de Lixo em uma Habilidade Apelona de Rank SSS+

Capítulo 135

Transformando Minha Habilidade de Lixo em uma Habilidade Apelona de Rank SSS+

— Você vai embora? — perguntou Fiona, agindo com naturalidade na pergunta.

— É, e você também não vai? — questionou Vritra, enquanto se virava em direção à carruagem e começava a caminhar.

— Eu também vou. Não posso perder o treino, né? — murmurou Fiona, apressando-se a seguir-o. Como estavam mais afastados das carruagens e caminhavam lentamente, quando chegaram, todas praticamente já estavam lotadas.

Vritra examinou todas elas e os lábios se curvaram levemente ao caminhar em direção à penúltima carruagem; havia exatamente espaço para quatro pessoas em cada carruagem.

E na penúltima carruagem estavam Max e dois amigos que haviam retornado há um dia, junto com Jack. Era um par de gêmeos que também faziam parte do grupo de Max dentro do labirinto.

Um era Taro e o outro era Paro.

Quando Vritra se aproximou da carruagem, Fiona caminhou atrás dele casualmente, olhando ao redor como se não estivesse o seguindo, mas também ficando perto o suficiente para sentir o cheiro dele.

Vritra subiu na carruagem enquanto os três garotos estavam ocupados conversando, e pegou o único assento disponível ali, ao lado de Max. Quando os gêmeos viram isso, franziram a testa e falaram ao mesmo tempo:

— Quem diabos é você? Sai daí, esse lugar já está reservado para outra pessoa! — gritou Taro.

— Quem diabos é você? Sai daí, esse lugar já está reservado para alguém! Sai fora — falou Paro, sorrindo deslumbradamente para o irmão, exibindo sua melhora na fala.

— … — Max permaneceu em silêncio. Depois de lançar um olhar para Vritra, virou o rosto e desviou o olhar. Ele não tinha a intenção de guardar o assento para ninguém.

— Ah… não tem assento aqui dentro? — Fiona também subiu na carruagem, mas ficou bastante desapontada ao perceber que não havia lugares disponíveis.

Um dos guardas notou e disse: — Vocês podem sentar em outra carruagem. Tem vários assentos vazios lá.

— Huh? Por que ela teria que sair? Você—— saia já!! — reclamou Taro com a testa franzida. Como poderiam deixar a mulher do líder sentar em outra carruagem?

— Huh? Por que ela precisaria sair? Você—— saia logo!! — falou Paro, sorrindo para o irmão.

— Eu sou o Vritra, e se você tiver algum problema, coloque seu rabo em outra carruagem, porque eu não vou sair. — disse Vritra, acomodando-se confortavelmente.

— Ah, é aquele que fede? Com aquela habilidade fraca? Hah, parece que sua arrogância ainda não sumiu. Deixa eu te ajudar um pouco—— — Taro começou a falar, mas Max suspirou e o interrompeu.

— Ah, é aquele que fede? Com aquela habilidade fraquíssima—— — Paro começou a falar.

— Cale a boca!! — gritou Max. Ele olhou brevemente para Fiona e depois desviou o olhar. Não tinha mais intenção de agir com educação… afinal, era isso que ela queria.

— Por que você sairia? Aqui dentro tem espaço de monte. Vem pra cá. — Vritra sorriu, pegando a mão de Fiona sob os olhares surpresos dos irmãos gêmeos, e a puxou pra perto.

Fiona foi pega de surpresa, e antes que percebesse, estava sentada no colo de Vritra. Uma vermelhidão tomou suas bochechas enquanto ela se ajustava rapidamente para encontrar uma posição mais confortável.

Ela olhou para Max e se surpreendeu ao perceber que ele parecia nem um pouco incomodado com aquilo. Depois de vê-la sentada no colo dele, ele apenas virou o rosto para o lado. Já os gêmeos pareciam mais chocados do que ele.

Até o guarda que fechava a porta da carruagem deles parecia mais assustado—até ele sabia que Max e Fiona pareciam ter algo um pelo outro.

'Heh, quanto mais gentil você for com ela, menos interesse ela vai ter por você. Ser bonzinho não adianta. Só espere e veja—— no final, ela será quem escolherá.' — pensou Max, enquanto olhava pela janela, mas, por alguma razão, sentia uma dor indescritível no peito, como se a visão acima tivesse penetrado por dentro de si.

A mão de Vritra deslizou pelo corpo dela e, em seguida, apertou sua cintura, abraçando-a de forma íntima por trás.

O coração de Fiona batia descontroladamente. Ela não se afastou, apenas virou a cabeça para olhar lá fora, como se tudo estivesse absolutamente normal. Ainda se recostou um pouco, sentada confortavelmente no homem, ambos sentindo o calor e a proximidade um do outro.

Suas bochechas estavam cobertas por um tom de vermelho, e, por razões que ela não compreendia, aquela sensação de calor e o abraço apertado lhe traziam uma satisfação que gostava profundamente.

'Ele é um rapaz tão mau… ah, por que meu coração está assim acelerado? Nunca ninguém conseguiu me fazer sentir algo assim. Ele não liga pra mais nada e faz o que quer… acho que estou vivendo meu primeiro verdadeiro amor…' — pensou Fiona, completamente absorvida por ele.

— … — Taro e Paro apenas encararam boquiabertos. Até eles ficaram irritados ao ver Fiona no colo dele.

— Max, o que você está fazendo? Você não vai fazer nada? F-Fiona está sentada no colo dele. Você realmente quer isso? — reclamou Taro, e desta vez Paro ficou em silêncio, completamente perplexo.

— Cala a boca, eu sei bem o que estou fazendo. Não venha me dizer o que fazer, — resmungou Max, com expressão séria. Ele olhou novamente para Fiona e desviou o olhar. Ainda que estivesse agindo com indiferença, seu coração sangrava. A garota que ele ama estava tão íntima com outro menino.

Taro ficou sem palavras e se questionou: ‘Durante minha ausência, esse safado não foi desenvolver algum fetiche por NTR ou algo assim?’

Mas, como Max permaneceu calado, os gêmeos não disseram mais nada. Logo, as carruagens começaram a se mover, embora a condução, com ajuda dos cavalos, estivesse bastante irregular.

Frequentemente, a carruagem balançava ou até vibrava levemente, e o corpo de Fiona seguiu esses movimentos em cima de Vritra. Seu rosto ficou ainda mais vermelho.

À medida que suas nádegas macias e arredondadas se esfregavam contra o corpo dele, ela conseguiu sentir algo levemente duro pressionando contra ela, que parecia estar sendo inserido bem fundo entre suas nádegas a cada salto.

Ela mal conseguia segurar seus gemidos, e os vinte minutos de viagem fizeram seu corpo estremecer de prazer.

Finalmente, ao chegar ao outro lado da floresta, as carruagens pararam e todos saíram. Fiona, com o rosto vermelho e ofegante, saiu apressada, sentindo até uma gota de fluidos escapando de sua vagina.

Taro e Paro encararam Vritra com olhares de desprezo, enquanto ele agia com indiferença e saia de lá, deixando os três garotos frustrados ouvindo os sons quase inaudíveis de Fiona. Eles podiam imaginar toda a cena perfeitamente.

Todos se reuniram em frente aos guardas, aguardando novas informações.

— Agora vocês vão aprender de verdade como caçar os demônios. Há vários demônios espalhados nesta área. Vocês irão se mover sozinhos ou em duplas ou trios e lutar contra diferentes tipos de demônios.

— Vamos ficar de olho em vocês o tempo todo, então não precisam se preocupar com a segurança. Quem tiver mais monstros derrotados vai ganhar um presente do próprio rei — explicou o comandante.

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