Transformando Minha Habilidade de Lixo em uma Habilidade Apelona de Rank SSS+

Capítulo 128

Transformando Minha Habilidade de Lixo em uma Habilidade Apelona de Rank SSS+

"Jack, você gosta da Fiona?" Max perguntou com um sorriso malicioso se espalhando pelo rosto.

"Sim, claro. Eu a amo mais do que anything." Jack respondeu com orgulho, olhando para Fiona enquanto confessava seu amor mais uma vez.

"Heh, consegue provar? Acho que você não a ama mais do que eu. Só por Fiona, desafiei Vritra para uma batalha de braço e fiz a aposta de que ele nem se aproxima dela. Então, consegue fazer o mesmo?" Max disse.

"Hah, ele tá tentando paquerar minha garota?" Jack franziu a testa e olhou com reprovação para Vritra, depois bufou e assentiu: "Hmph, acha que sou tão fraco quanto você? Pode deixar, vamos nessa, e se perder, não quero te ver nem perto dela. Concorda?"

"Bem, eu nunca digo não a um desafio." Vritra deu de ombros e caminhou em direção à mesa. Todos os presentes balançaram a cabeça, mas dessa vez sentiram que Jack, o mais forte de todos, talvez realmente vencesse.

"Mas, se perder, vai ficar com uma tatuagem no rosto," Vritra acrescentou.

"Ha, acha que consegue me derrotar? Você nem sabe os perigos que já enfrentei lá fora. Com apenas um dedo, eu poderia vencer alguém como você," Jack falou com arrogância. Como não agir de forma valente na frente de Fiona? A típica postura dos garotos que querem parecer durões.

Max ficou mais feliz ainda ao ouvir aquilo. Começou a torcer alto por Jack. O tatuador, que já começava a embalar suas coisas, preparava-se para a segunda vítima.

Após cerca de cinco minutos, Jack ficou ali, com uma expressão de morto, exibindo uma nova tatuagem.

Vritra foi gentil, apenas fez duas pequenas tatuagens na bochecha e na testa de Jack:

-TOQUE AQUI, SEM CUSTO-

-SEM LIMITES!!-

"Hahaha, Jack, você ficou ótimo. Ah, quase me esqueci..." Max não perdeu tempo, avançou rapidamente e deu uma palmada ainda mais forte na face de Jack, fazendo o herói sagrado recobrar a consciência.

E assim os dois começaram a lutar.

Fiona suspirou e balançou a cabeça. Sentiu vergonha só de olhar suas caras, pensando em como eles vão andar por aí, em público, agora, e como ela vai conseguir caminhar ao lado de Max no futuro.

"Curte o espetáculo?" De repente, a voz de Vritra soou ao lado dela, assustando Fiona um pouco.

"Claro que não. Como você pôde colocar uma coisa dessas no rosto do Max? Como ele vai conseguir mostrar a cara pra mais alguém agora? Você prometeu que não ia -" Fiona reclamou, passando os dedos pelos cabelos vermelhos longos.

"Por que eu iria me importar com o que os outros pensam dele? Pelo menos ele está mais atraente agora, vai chamar atenção onde quer que vá."

"De qualquer forma, quero que cumpra sua parte do acordo agora. Vou ficar esperando no seu quarto por quinze minutos, e se você não aparecer, vou desafiar o Max de novo." Os lábios de Vritra se curvaram num sorriso crescente enquanto falava.

"N-Agora? Não dá pra fazer isso em outro momento?" Fiona disse, com o coração batendo descompassado.

"Bem, essa é uma decisão sua." Vritra deu de ombros e foi embora, deixando-a sozinha com seus pensamentos.

'Sem jeito... desculpa, Max. Mesmo te amando tanto, tenho que fazer isso pra te proteger. É só um joguinho bobinho e vai acabar antes que eu perceba, então, aconteça o que acontecer, eu ainda te amo.' Fiona pensou consigo mesma, sentindo-se culpada e humilhada por essa traição ao amor dela.

Enquanto Max e Jack estavam ocupados lutando um com o outro, Fiona lançou um último olhar para Max antes de sair da área de treinamento, sentindo um pouco de nervoso.

A distância entre o treinamento e o templo não era muito grande, então ela chegou lá em menos de dez minutos. Seguiu direto para seu quarto.

'Como ele conseguiu entrar no meu quarto, se eu claramente o tranquei antes de sair? Ele quis dizer que ficaria esperando do lado de fora?' Fiona se perguntou, chegando rapidamente na porta do seu quarto, que ainda estava trancada, e Vritra não estava à vista.

No começo, ela entrou em pânico, pensando que tinha passado do tempo, mas relaxou após pensar um momento. Abrindo o cadeado, empurrou a porta. Como esperado, Vritra estava sentado na cama, de costas para o travesseiro, numa posição confortável.

"Ah, então você realmente veio. Eu tava pensando em como faria o Max me desafiar de novo," Vritra falou. Ele segurava dois dados, os girando entre os dedos.

"..." Fiona olhou ao redor e entrou rapidamente, fechando a porta atrás de si; ela não queria que ninguém visse os dois juntos.

"Só me diga qual é esse seu jogo especial," Fiona pediu, caminhando até a cama, tentando manter uma cara de calmaria. Mas, na cabeça, ela continuava pedindo desculpas a Max pelo que pudesse acontecer.

"Certo, é um jogo bem simples." Vritra sentou-se ereto, convidando-a a se aproximar. Fiona subiu na cama e sentou-se na sua frente, esperando a explicação.

"Vai ter três rodadas, e em cada uma vamos rolar o dado três vezes. Ou seja, uma rodada terá três turnos. Está claro?"

O que tirar maior número vence aquele turno e ganha o direito de fazer um pedido ao outro. Claro, esse pedido só pode se limitar ao jogo e não ser muito extremo.

Por exemplo, se eu ganhar dois dos três turnos e você ganhar um, ao final da rodada, posso fazer dois pedidos e você um. E, usando esse pedido, você pode anular um dos meus também. Entendeu?"

"..." Fiona ficou em silêncio por alguns segundos. A explicação era fácil de entender, então, após pensar um pouco, ela assentiu e fez uma pergunta: "Suponha que eu ganhe duas rodadas e você uma, aí eu teria direito a fazer dois pedidos, certo?"

Vritra assentiu calmamente, já esperando a dúvida dela.

"Então, se eu anular um dos seus pedidos, ainda me sobrará um, pode levá-lo para a próxima rodada?" Fiona perguntou esperançosa.

Ao ouvir o jogo, ela viu uma luz de esperança nova. Como tratava-se de um jogo de sorte e com regras claras, ainda tinha chance de sair dessa sem fazer nada embaraçoso com ele.

Porém, uma parte curiosa e lasciva da cabeça dela queria ver e sentir o que ele poderia fazer com ela.

Aquela beijoca da última vez foi tão mágica e quente—Fiona balançou a cabeça para expulsar aquele pensamento, ela realmente não conseguia controlar aquela parte degenerada de si mesma.

"Não, isso só pode ser usado naquela rodada. Claro, se você não quiser usar, ela será anulada," Vritra respondeu.

"Entendi." Fiona assentiu, compreendendo. É uma pena, mas tudo bem. Ela iria apenas confiar na sua sorte para sair daquela situação e ainda permanecer totalmente pura. Assim, não precisaria mais se sentir culpada.

"Então, vamos começar," Vritra anunciou.

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