
Capítulo 32
Transformando Minha Habilidade de Lixo em uma Habilidade Apelona de Rank SSS+
Diana ainda permanecia na posição desconfortável, com os quadris levantados. Mesmo ardendo de vergonha, ela não conseguia se mover e permanecia de pé.
A parte onde Vritra tinha acabado de golpeá-la ainda parecia estar queimando.
"Relaxe." Enquanto falava, Diana sentiu o controle do corpo retornar a ela. Ela soltou um suspiro de alívio; aquele tormento finalmente tinha acabado, mas ela nunca conseguiria esquecer aquela humilhação.
O que ela não sabia era que aquilo era apenas o começo.
"Deve ir embora agora, senão fica mais fácil as pessoas pensarem coisa errada," disse Diana, sua voz ainda cheia de arrogância e desafio.
"Ainda não acabamos aqui. Como já falei antes, enquanto você obedecer a mim, não vou forçá-la a fazer nada e você também não precisa se preocupar com sua vida." Vritra sorriu enquanto começava a falar; a deusa tinha uma sensação ruim no coração e então ele prosseguiu:
"Agora, coloque-se de quatro e venha rastejando até mim."
"H- Huh? O que você acabou de dizer?" Os olhos de Diana se arregalaram. Por um momento, ela não acreditou que ele realmente queria— uma deusa— fazer aquilo. Como não era uma ordem forçada, seu corpo não começou a se mover automaticamente; sendo seu treinamento, ela precisava fazer por conta própria.
"Você está indo longe demais!!" a deusa gritou, os olhos ardendo de fogo. Ela nunca tinha odiado alguém tanto assim.
"Bem, claro que você pode escolher ignorar minha ordem. Só saiba que na próxima vez que eu pedir, não seremos só nós dois; você fará na frente de todo mundo." Encolhendo os ombros, ele falou com indiferença.
"Você—" Diana apertou os punhos e rangeu os dentes; ela tinha apenas uma escolha. Só de pensar nisso, ela se encheu de vergonha e constrangimento, mas ao menos era melhor do que rastejar daquela forma na frente de todos.
Devagar, seu corpo se moveu para baixo, até ficar ajoelhada, sua face já ruborizada; ressentimento, desafio e indignação estavam estampados em seu belo rosto.
Após um longo momento de tormento interior, ela se colocou de quatro e começou a rastejar lentamente em direção a Vritra. Apesar do olhar hostil, Vritra achou sua aparência atual bastante fofa. Ela caminhava lentamente; os únicos sons que quebravam o silêncio eram o tremor de suas roupas e sua respiração descompassada.
Depois de percorrer a curta distância, ela parou em frente a Vritra. Ficou de quatro e olhou para ele de baixo, desejando que tudo aquilo acabasse logo. Nunca se arrependeu tanto de uma decisão.
"Bom trabalho." Vritra a deu um tapinha na cabeça, depois acrescentou: "Agora, para a próxima etapa."
"Tem mais?" Diana quase pulou para esbofetear ele, mas o medo da dor a segurou. Ela respirou fundo e esperou pelo comando.
Vritra hesitou por um momento, então decidiu. Levantando um pouco o corpo, puxou as roupas da parte inferior e se sentou de volta, enquanto seu penis longo saltava das restrições e ficava bem na frente do rosto da deusa.
Por alguns segundos, Diana ficou tão chocada que ficou ali, olhando sem pensar, até que seu nariz se enrugou e ela desviou o olhar, com o rosto vermelho como um tomate.
Sendo deusa, ela jamais estaria em um relacionamento com algum homem e, até então, pouco tinha conhecimento sobre tudo aquilo. Ver um pênis pela primeira vez realmente a deixou perplexa.
"Q- O que você está fazendo? P- Põe isso longe." Diana falou nervosamente.
"Lamja." Vritra disse. Para ele também era a primeira vez que uma mulher o via assim— é claro, excluindo a infância— então, é claro que ele também estava um pouco nervoso, mas com uma mente serena, permanecia completamente calmo.
"O quê?!!" exclamou Diana, virando a cabeça na direção dele. Como Vritra tinha se inclinando para frente, quase tocando seus lábios rosados com aquilo estranho.
Ficando ainda mais constrangida, ela recuou e caiu de bunda.
"V- Você quer que eu, uma deusa, lamba isso? Você ousa…" o corpo de Diana tremia neste momento. Seu orgulho estava realmente ferido; esse tipo de humilhação— como ela poderia suportá-la?
"Bem, claro que pode optar por ignorar minhas ordens. Não vou obrigá-la. Só saiba que esse é o preço da sua liberdade. Agora você é minha escrava, e conquistou esse título ao me atacar, então deve assumir a responsabilidade."
"Ou então, a deusa Diana pode ficar apenas na lembrança de todos." Vritra falou num tom preguiçoso; ele não demonstrava nenhuma empolgação.
"Ughh…" Diana fez uma expressão de desconforto. Ela sabia que, ao falhar, teria que pagar o preço, mas nunca imaginou que o custo fosse tão alto.
Por outro lado, pensou ela, isso só aconteceria entre os dois e dentro dessas quatro paredes. Não seria melhor do que rastejar na frente de outros e, pior, acabar morta?
Embora soubesse que não tinha alternativa além de aceitar seu destino, ela ainda relutava.
Vritra observou suas expressões, mudando da frieza à impotência, depois ao indignado e relutante, até quase aceitar, então deu o empurrão final.
"Não se preocupe. Exceto por esse breve período, você terá liberdade total e talvez não seja tão ruim quanto pensa. Muitas mulheres gostam dessas coisas." Vritra falou com tom paciente.
"O- Ok, eu aceito." Diana finalmente cedeu. Mesmo tendo que passar por essa humilhação, era culpa dela por ser tão arrogante, e ela acabaria isso em pouco tempo.
Sentiu que, talvez, não fosse tão terrível assim.
"Você aceita o quê?" Vritra perguntou, estreitando os olhos.
"Aceitarei suas ordens." Diana respondeu. Mesmo tendo concordado em seguir suas ordens, isso não significava que ela realmente aceitava virar sua escrava; seu olhar ainda continha desafio.
Sim, ela é uma deusa poderosa e pura; isso é só uma tarefa pequena. Quanto tempo um humano fraco consegue resistir diante do seu charme? tentou se convencer.
'Bem, por enquanto, tá bom assim,' pensou Vritra.
"Então, vá em frente. Você sabe o que tem que fazer, né?" ele falou sorrindo, com as pernas abertas e o pênis na frente do rosto dela.
"Claro. Sou um ser supremo e sei de tudo." orgulhou-se Diana, então seu olhar desceu até o membro macio.
'Então é assim que um pênis parece? Tem uma forma tão estranha. Geralmente são tão longos e grossos assim?'
Vritra sentiu o olhar da deusa sobre seu pequeno jeito e aumentou sua excitação, mas após alguns segundos de observação, Diana ainda não se mexeu.
"Não me diga que você está com medo. Haha, você é uma deusa poderosa, e já está com medo só de olhar?" Vritra zombou, vendo o rosto vermelho de Diana inflar de raiva.
"Hmph, eu não tenho medo. Por que eu teria medo dessa coisa?" Mesmo falando com firmeza, suas mãos lentamente avançaram e, finalmente, ela segurou seu pênis com as mãos suaves e quentinhas.
"Está bem quente…" Diana murmurou inconscientemente.
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Obrigado por ler...