
Capítulo 95
Flores São Iscas
Kwon Chae-woo envolveu a língua no mamilo inchado de Lee-yeon e o chupou, gemendo contra a pele dela enquanto fazia isso. De vez em quando, ele parava para dar uns petelecos, e os dedos dos pés dela se curvavam enquanto ela soltava um gemido.
Quanto mais contato ele tinha com o mamilo dela, mais duro ele parecia ficar, e mais ele continuava a chupá-lo. Ele apertava os seios dela enquanto seus lábios trabalhavam contra a pele dela, e Lee-yeon não conseguia evitar os sons pecaminosos que escapavam de seus lábios.
Finalmente, Kwon Chae-woo se afastou. “Senta na minha cara”, ele disse.
Com a mente turva de prazer, Lee-yeon olhou para ele com olhos nublados. “O quê?”
“Aqui”, disse Kwon Chae-woo enquanto batia nos próprios lábios. Ele se inclinou para trás e se deitou na cama, puxando as coxas dela em direção a ele enquanto fazia isso.
Ainda perdida em seus pensamentos, Lee-yeon nem percebeu o que ele estava fazendo até que ele tentou puxá-la para perto. “Espera!” ela disse. “O que você está fazendo?”
“Eu preciso te chupar direito”, ele disse a ela.
Os olhos de Lee-yeon se arregalaram. “Isso não é demais?”
Ignorando seus protestos, Kwon Chae-woo começou a puxá-la para mais perto. “Vem aqui, Lee-yeon”, ele disse enquanto agressivamente começava a despi-la e puxar as coxas dela sobre sua cabeça.
Freneticamente, Lee-yeon segurou a cabeceira da cama para tentar manter o equilíbrio. Um rubor se espalhou por suas bochechas quando ela percebeu que agora estava completamente nua.
“Lee-yeon, você é tão linda”, Kwon Chae-woo disse a ela inocentemente, como se o rosto dele não estivesse bem na frente do calor dela. Ele podia vê-la lutando para se manter erguida e longe dele, e seus olhos se tornaram mais escuros. Por ela, ele tentou esconder o sorriso quando percebeu o quão safada era a posição em que eles estavam.
Mas ele eventualmente perdeu a paciência e decidiu tomar as coisas em suas próprias mãos. Bruscamente, ele empurrou as coxas de Lee-yeon para baixo para que ela estivesse exatamente onde ele a queria.
Lee-yeon soltou sons de prazer enquanto Kwon Chae-woo começava a beliscar a parte interna de suas coxas. Então, ele esticou a língua e lambeu uma faixa de sua ppk.
“Oh!” Lee-yeon exclamou, suas coxas começando a tremer. Ela agarrou a cabeceira da cama com toda a sua força.
Enquanto ele continuava a lamber e beijar seu calor crescente, Kwon Chae-woo podia sentir a carne macia dela pulsando, o que apenas tornava a experiência mais estimulante. Eventualmente, ele enfiou a língua dentro dela e Lee-yeon soltou um gemido. Ela se contorceu enquanto ele começava a chupar seu clitóris.
Os braços de Lee-yeon estavam tremendo agora enquanto gemidos continuavam a sair de sua boca. Kwon Chae-woo continuou brincando com o buraco dela, chupando-o e lambendo-o, enquanto apertava sua coxa com força. Quanto mais Lee-yeon tentava se livrar de suas garras, mais apertado seu aperto se tornava.
Os sons vindos de Kwon Chae-woo eram sujos enquanto ele sorvia e lambia sua perseguida. Ele esticava a língua e a esfregava contra o ponto dentro dela que a fazia arquear as costas.
Lee-yeon podia sentir o calor entre suas pernas começar a crescer enquanto ele a tocava onde ela era mais sensível. Se ela não estivesse tão atordoada pelo prazer disso, ela teria ficado envergonhada pelos sons vindos de ambos.
Então, Kwon Chae-woo levantou Lee-yeon e mudou suas posições para que ela se deitasse embaixo dele. Ele puxou as calças para baixo e rapidamente puxou a cueca para longe. Seu pau bateu contra seu estômago e ele franziu a testa ao ver o líquido pre-seminal pingando da ponta.
“Lee-yeon, é verdade que a flor é o órgão reprodutivo da planta?”, ele perguntou.
Lee-yeon assentiu, com as sobrancelhas franzidas, pois não tinha certeza de onde ele estava querendo chegar com isso. “Sim, está certo.”
Kwon Chae-woo sorriu para ela. “Então eu não preciso de outra flor.”
Ele abriu as pernas dela e roçou sua dureza contra a pele. Lee-yeon gemeu quando tocou seu clitóris sensível. Então, do nada, Kwon Chae-woo investiu bruscamente nela.
Ambos gemeram com a ação. Lee-yeon podia sentir seu corpo formigando de prazer e dor. Ela estendeu a mão para tentar se acalmar, mas Kwon Chae-woo a venceu e começou a esfregar sua lateral suavemente.
“Um preservativo”, Lee-yeon disse de repente, com os olhos se abrindo. “Kwon Chae-woo, você não está usando preservativo!”
Kwon Chae-woo observou o pânico dela com um sorriso. “Por que eu deveria usar um?”, ele perguntou enquanto esfregava seu clitóris. A cabeça dela rolou para trás em prazer. “Eu não mereço ser pai?” Os quadris de Lee-yeon se moveram contra ele instintivamente.
Ela tentou falar, mas suas palavras foram engolidas por seus gemidos.
“Por que você não está respondendo, hein?”, Kwon Chae-woo a provocou, continuando seu ataque ao clitóris dela. “Bem, não importa de qualquer maneira. Eu ainda serei pai, mesmo que você mantenha a boca fechada.”
Quando ela não respondeu novamente, ele zombou e começou a sair de dentro dela. Ao sentir-se começar a ficar vazia, Lee-yeon sentiu um arrepio percorrer sua espinha.
“Me desculpe”, Kwon Chae-woo sussurrou antes de mergulhar de volta nela em um movimento rápido. Ela soltou um grito enquanto ele entrava e saía dela descontroladamente. “Eu não tenho intenção de desistir de nada.”