Renascido como o Gênio da Família Mais Rica

Capítulo 116

Renascido como o Gênio da Família Mais Rica

"Jovem Mestre! Você está aqui!"

Castelle se animou ao ver Michael se aproximar do edifício. Até os demais funcionários que conheciam Michael sorriram ao vê-lo.

"Que bom te ver, Castelle", Michael acenou de volta.

"Chefe! Espero que logo espalhemos o beisebol aqui também. Tô louco pra jogar! Que tal fazermos uma partida mais tarde?" disse Kong, que estava bem ao lado de Castelle. Ele tinha estado ocupado desenhando mais prédios para a empresa Reborn, por isso visitava o escritório com frequência.

"Primeiro, treine seu jogo. Espero que consiga me vencer na próxima, afinal," respondeu Michael, provocando Kong, que desafrouxou a língua em decepção.

"Cerveja aqui é boa, mas ainda melhor bem gelada! Chefe, quando vamos iluminar essa cidade com eletricidade?"

Ao lado de Kong estava Thrain, que se tornou o supervisor de todos os anões que trabalhavam nesta cidade.

Pelo fato de suas bochechas não apresentarem uma coloração vermelha, parecia que o antigo anão ainda não tinha consumido sua dose diária de cerveja.

"Chefe! Vamos jogar uma partida de xadrez na próxima vez!"

"Quando voltarmos para nossa nação, vamos dar um mergulho no rio, chefe! Venha conosco!"

"Chefe! Tenho saudade das fontes termais do nosso país!"

Michael cumprimentou todos os habitantes de Reborn no edifício do escritório, e eles o receberam com respeito e otimismo.

As criaturas demi-humanas locais, que estavam alinhadas, observavam toda aquela interação com surpresa e confusão nos olhos.

Quando viram Kong, testemunharam como ele dobrava barras de metal retas na fundação de uma casa em poucos segundos.

Quando viram Thrain, o acompanharam respirando fogo da boca para derreter aço, transformando-o em algo moldável em outra forma.

Quando presenciaram os demi-humanos evoluídos e talentosos, pareciam indivíduos que não respondiam a ninguém.

Resumindo, ao olharem para os demi-humanos de Reborn, viam figuras de grande força e poder superiores até mesmo aos melhores humanos. Contudo, ao se depararem com aquela criança humana pequena, de cabelo dourado, todos pareciam naturalmente se aproximar dele, tratando-o com cuidado e respeito, apesar de sua idade e espécie.

Nos olhos deles, só havia admiração quando olhavam para Michael.

Isso os fez questionar quem seria aquele misterioso menino humano.

"E aí, como vocês estão se sentindo?" perguntou Michael aos demi-humanos locais.

Depois de viver suas vidas inteiras em assentamentos humanos, esses demi-humanos não estavam acostumados com um menino humano se aproximando e conversando com sorriso amistoso. Comumente, os pais escondiam seus filhos sempre que estavam na presença deles.

"Tudo bem. Ele é nosso chefe. Foi ele quem nos ajudou a chegar até aqui", disse Kong aos tímidos demi-humanos.

"Ele é uma fofura inofensiva!" disse uma HobMankey feminina, colocando Michael sob um abraço de seus peitos.

Apesar das palavras, ainda hesitavam um pouco em dar a mão a Michael. Tinhaem receio de serem punidos por tocar um humano.

Michael entendia seus sentimentos, então, para quebrar o gelo, decidiu presenteá-los com uma rodada de gastos liberados.

"Vamos comigo!" convidou ele os demi-humanos.

Kong e os demais de Reborn tiveram que empurrar os demi-humanos para que seguissem Michael, mas eles acabaram começando a caminhar atrás dele voluntariamente.

Como estava no meio da cidade, toda aquela área era cheia de mercados ativos que vendiam de tudo, desde produtos frescos, espetinhos de carne até doces cobertos de calda, para todos aproveitarem.

Michael e o grande grupo de demi-humanos só precisaram atravessar a rua seguinte para chegar ao mercado animado, lotado de pessoas.

Os demi-humanos se agrupavam com medo de se separar, pois estavam no território humano. Não frequentavam aquele lugar com frequência, pois era exclusivo para humanos ricos, e os preços eram inalcançáveis para eles.

Mesmo assim, não resistiam ao olhar tentador dos espetinhos de frango e das maçãs caramelizadas expostos em várias bancas. As crianças também não conseguiam segurar a baba ao ver crianças humanas comendo alegremente as guloseimas que suas mães compraram para elas.

Michael se aproximou do vendedor de espetinhos e conversou com ele por um instante, enquanto o atendente parecia surpreso, mas acenou com entusiasmo.

Michael tirou uma bolsa grande, cheia de moedas de ouro, e entregou ao vendedor.

Ao receber o pagamento, o dono ficou empolgado e começou a pegar os espetinhos na sua barraca para distribuir aos demi-humanos.

Porém, é claro, os demi-humanos ficaram confusos e até recuaram ao verem os espetinhos de carne, receosos de pagar uma quantia exorbitante.

Michael se virou para eles e disse: "O que estão esperando? Podem pegar o que quiserem daqui. Já paguei tudo para vocês."

Os demi-humanos ficaram olhos vidrados ao olharem para Michael.

Por fim, um dos filhos de Mankey pegou um dos espetinhos de carne bovina e deu uma mordida grande. Imediatamente, o sabor rico da carne encheu o garoto de alegria, fazendo-o pular de felicidade.

"Delícia?" perguntou Michael.

"...sim!..." respondeu a criança, sem tirar os olhos do espetinho.

"Pode pegar o que quiser. Quer aquela maçã caramelizada também? Leve o quanto desejar!"

Ao ver a criança se satisfazendo, os outros demi-humanos finalmente pegaram os demais espetinhos e começaram a comer com vontade.

Kong e os outros de Reborn ficaram um pouco emocionados ao assistir à cena. Coisas que para eles eram normais, como comida e água abundantes, eram sonhos para a maioria dos demi-humanos que viviam neste mundo.

Sorrisos iluminavam os rostos dos demi-humanos enquanto aproveitavam essa oportunidade única na vida.

Claro que eles não sabiam que, ao se juntarem à Nação de Reborn, poderiam desfrutar desse paraíso todos os dias, pelo tempo que quisessem.

Comentários