
Capítulo 965
Um Deus Me Matou por Engano, Mas Reencarnei Como o Quarto Filho do Marquês
Volume 13, Capítulo 2: Realmente Não Há Necessidade de Eu Estar Aqui
— Entendido! — Seu irmão assentiu e saiu rapidamente para buscá-los. Keith levou o bacon para a mesa.
Dois leões gargalharam enquanto o mais velho perguntava: — Garoto, que cheiro é esse? É incrível demais. — Enquanto Othniel treinava com seu filho do lado de fora, seu nariz não parava de se contrair com o aroma delicioso vindo da ilha. Ele estava louco para comer. No entanto, seu filho disse que valeria a pena esperar.
— É bacon, Sr. Othniel. — Othniel era ninguém menos que o pai de Herrick, Rei de um reino de bestiais.
— Bacon? — Os olhos de Othniel se fixaram na carne, cada pedaço brilhando com seu suco.
— Você sempre faz isso. — Finrandir, outro rei, bufou. Havia tantos reis em sua casa. Outro estava de lado, sendo repreendido por sua esposa.
— Querido, controle a língua! — Ele estava ofegante como um cachorro enquanto olhava para os pedaços de carne.
— Não consigo evitar; parece delicioso demais.
— ...Eu quero me esconder em um buraco. — Carolyn cobriu o rosto, tentando ao máximo se esconder. Como seu pai podia envergonhá-la assim? James, o terceiro príncipe, era o mesmo.
Além disso,
— Deixa eu me esconder com você. — Krystal sentia o mesmo, já que era Cedric quem estava agindo assim. Edmund teve que segurá-lo.
Este não era o fim; mais um tinha que aparecer.
— Desculpe se estou atrapalhando, criança.
— Bom dia, Keith! — Muriel entrou com eles. Era bem normal que sua família visitasse sua casa. No entanto, havia uma pessoa extra com eles. Chelan estava atrás deles com uma expressão estranha.
Keith sorriu: — Bom dia para você também. Tudo bem. Por favor, sentem-se; estamos tomando café da manhã; venham se juntar a nós.
— Obrigado. — A família se sentou à mesa. Foi quando Julius murmurou: — Aproveitador.
— De fato. — Othniel e Finrandir sorriram.
Virel sorriu de volta: — Não quero ouvir isso de vocês, idiotas. — Todos os três eram aproveitadores. Julius acrescentou: — É porque minha Carolyn está morando na ilha! Estou ficando aqui como convidado.
— O mesmo! — Os dois reis sorriram enquanto olhavam para ele.
— ... — Os olhos de Virel se estreitaram. Keith bateu palmas: — Vamos comer. — Foi quando a disputa começou.
— Que delicioso!
— O bacon está macio e suculento. — Finrandir saboreava cada mordida como se fosse a última.
Keith estava em silêncio e calmo; o que ele via era uma coisa cotidiana para ele. No entanto, seu olhar se voltou para Chelan: — Então, sobre o que você quer conversar?
— Para falar sobre o acordo da nossa aposta.
— Ah, sim, a aposta. — Keith tomou um gole de seu café expresso.
Carolyn e os outros olharam para cima: — Aposta? Houve uma aposta? — Esta era a primeira vez que eles ouviam sobre isso.
— Sim. Chelan e eu fizemos uma aposta. Quem fizesse a menor receita sairia da academia. — Quando ele disse isso, metade da mesa quase cuspiu a comida na boca! A outra metade engasgou!
— Você está brincando comigo?!
— Que diabos?!
— O quê? — Keith piscou enquanto olhava para eles. Carolyn o agarrou pelos ombros e o sacudiu!
— Que história é essa de você sair? Você enlouqueceu?! — Isso era novidade para eles. Mas ficou ainda pior quando,
— Então, se tivéssemos vencido, Keith teria saído. — Alfia e os outros agarraram suas cabeças. Uma constatação pesada acabara de ocorrer.
Keith assentiu: — Sim, basicamente. — Essa era a aposta. Se eles vencessem, ele teria saído.
— ... — Por que você está agindo tão despreocupadamente? Havia uma pessoa que estava enlouquecendo enquanto começava a sacudir o garoto como um boneco: — Seu pirralho estúpido! Como você pôde apostar sua vida acadêmica como se fosse uma moeda! — Cadmus não ia ficar parado! Este era seu sustento em jogo!
— Mas realmente não significa nada para mim. — Keith olhou para o dragão.
— Hein?
— Honestamente, não há razão para eu frequentar a academia em primeiro lugar. Eu tenho coisas mais do que suficientes para manter minha vida intacta. — Sua empresa estava indo bem; ele poderia viver só com isso! Isso sem contar a padaria.
— Mas e fazer amigos?! — Fazer conexões era importante.
— Não preciso fazer conexões. — Ele não precisava disso quando sua influência já era tão grande. Quando você é tão grande, as conexões virão até você.
— ...E tudo isso? Você não teria tudo isso se não frequentasse a academia. Você não teria encontrado nenhum ingrediente novo! — Esta ilha e também os ingredientes que ele obteve!
— Verdade. — Isso era um fato. No entanto: — Estamos olhando para isso como se eu nunca tivesse vindo aqui em primeiro lugar. Eu poderia ter vindo aqui pelo portão e me registrado como um aventureiro. Na verdade... — O homem olhou para cima momentaneamente: — Eu poderia ter encontrado mais ingredientes. — Era o oposto. A vida acadêmica consumia muito do seu tempo pessoal. Se ele se concentrasse apenas em se aventurar, encontraria mais ingredientes.
— ... — A cabeça de Cadmus caiu enquanto ele colocava Keith de volta no chão. Mas isso fez William e o resto de sua família pensarem. Agora que ele mencionou...
Ele realmente precisava frequentar a academia? O que ele disse era bem verdade.
— ...Quanto você ganha com suas lojas, criança? — As pessoas que estavam por fora questionaram. Pela forma como ele falava sobre isso, parecia que ele era podre de rico além da conta!
— Suficiente. — Keith se sentou de volta: — Além disso, eu ganhei essa aposta. — Esse era o outro problema em questão; já que Keith ganhou essa aposta, Chelan sairia da academia.
— Sim.
— Honestamente, você não precisa sair. — Keith deu de ombros: — Eu não me importei muito com a aposta.
— Não se importou?
— Não, eu ia ganhar, então não havia necessidade.
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