
Capítulo 778
Um Deus Me Matou por Engano, Mas Reencarnei Como o Quarto Filho do Marquês
Volume 9 Capítulo 9: Que tal uma padaria por aqui também?
Os dias a caminho da família Stillword foram bem tranquilos. Eles faziam pausas ao longo do caminho. Dentro da carruagem,
— Hah! Eu ganhei! — Keith colocou suas cartas na mesa. Mas, ao fazer isso,
— Não tão rápido, pegue essa! — Carolyn sorriu, mostrando sua mão.
— ...
— Não consigo vencer isso. — Nem eu. — Jack e Krystal não conseguiram superá-la. Mas havia uma pessoa que não mostrava suas cartas. Era ninguém menos que Sarah.
— Acho que eu ganhei. — Sarah sorriu enquanto colocava suas cartas na mesa.
— ... — A expressão de Keith e Carolyn caiu quando viram aquilo. Estavam de brincadeira?
— Eu vou levar isso. — Sarah sorriu, pegando alegremente os chocolates da mesa. As fichas que eles usavam eram chocolates. Ia do escuro ao branco, do menos valioso ao mais valioso. Sarah levou tudo para casa.
Jack agarrou a cabeça!
— Não! Meus chocolates! Irmã, não pode compartilhar? — Todos os seus chocolates dependiam disso. No entanto, foram para sua irmã.
— Não! Eu vou ficar com tudo isso! — Sarah sorriu. Carolyn e Krystal olharam para a garota com inveja; aquela pilha de chocolate deixaria qualquer um com ciúmes. Keith sorriu; ele não se importava. Mas enquanto eles conversavam,
— Jovem Mestre, podemos ver a vila Stillword. — O grupo estava chegando à vila no final da manhã.
— Entendido. — Keith assentiu. — Estamos perto da sua casa.
— Mmhmm. — A expressão de Jack e Sarah mudou quando ouviram isso. Já fazia um bom tempo desde que tinham retornado. Além disso, o estrago que o Conde Mills causou ainda estava em suas mentes. O Conde havia tentado usar seus poderes para forçar sua família a casar sua filha mais velha.
Foi quando Keith interveio, e a família do Conde implodiu.
A última coisa que Keith se lembrava era que a vila estava bem sem vida por causa das ações do Conde.
O Conde Mills havia cortado suas rotas comerciais. Mas isso foi há alguns meses. Quando eles entraram na vila,
— Tudo parece muito melhor! — Sarah exclamou ao ver pessoas andando por aí. Havia mais do que antes. Os aldeões não estavam para baixo e deprimidos, mas tinham olhares brilhantes.
— Como esperado. O tio Julius realmente fez sua mágica. — Como o Conde havia acumulado tantas moedas, Julius decidiu dividir tudo isso entre as pessoas que ele havia prejudicado.
— Não precisa chorar, Sarah. — É. — Sarah estava sendo consolada pelas duas garotas enquanto Jack olhava para fora.
— Você não vai chorar por isso?
— Não — disse Jack. — Contanto que todos estejam bem, então estou feliz.
— ... — Sua mão está dizendo algo diferente. O punho de Jack estava cerrado com força enquanto tremia. Era evidente que ele estava animado com isso.
Foi quando eles chegaram em frente à mansão. Sarah rapidamente saiu correndo da porta. — Mãe! Pai!
Ryan, Rebecca e seus dois irmãos estavam esperando ali.
— Querida. — Rebecca abraçou a filha com força.
— Saudações, Barão Stillword. — Keith curvou a cabeça, e Krystal e Carolyn também.
— Bem-vindos à nossa casa. — Ryan se curvou.
— Mmhmm. — O grupo foi então levado para seus quartos de hóspedes. Depois, foram levados para a sala de jantar. Ryan sorriu. — Vamos fazer nossa refeição.
— Mmhmm.
— Keith, quero agradecer pelo que você fez por minha filha e meu filho. Nossa família teria sido arruinada se não fosse por você. — Ryan precisava dizer isso para este garoto.
— Não foi nada. Jack e Sarah são meus amigos. Eu fiz o que deveria. — A única razão pela qual ele estava tão zangado era por causa de como Todd tinha mexido com ele.
— Mas ainda assim, colocar sua vida em risco... — Ryan e Rebecca não podiam acreditar que ele faria algo assim. A criança tinha usado tal duelo contra um conde.
— Está tudo bem. Chega de agradecimentos. Vamos aproveitar nossa refeição.
— Mmhmm. — Ryan assentiu. No entanto, isso só fez Jack franzir a testa. — Você pode sequer chamar isso de refeição?
— Eh?
— A comida que comemos na ilha é muito mais deliciosa — murmurou Jack. Os olhos de Ryan se estreitaram; no entanto, Sarah acrescentou,
— Na verdade, é.
— Sério? Irmã?
— ... — Carolyn e Krystal não disseram nada, pois seria rude. Mas elas concordaram. Isso não era tão bom assim.
— Na verdade, é bem agradável de comer — acrescentou Keith. — Mas, falando em comida, tio Ryan, você pensou em incorporar novas lojas na vila?
— Eh? — Agora, a expressão de todos mudou.
— Eu também estava pensando em adicionar uma padaria e um grupo de mercadores aqui.
— Ah, você tem certeza? — Ryan tinha ouvido falar das padarias e lojas de mercadores que tinham sido estabelecidas no norte.
Cada uma estava indo muito bem e era bem conceituada.
— Mmhmm, eu estava pensando em expandir para a porção inferior das regiões do norte também.
— Faça isso, pai! — Sim! — Os olhos de Jack e Sarah brilharam enquanto eles cerraram seus punhos.
— Hum, nosso território não é assim.
— E daí? Eu só quero trabalhar com você — Keith sorriu.
— Então, claro. Eu terei um terreno pronto para você.
— Isso é ótimo. Eu vou contar ao meu pessoal sobre isso também.
— Yippe! — Nós vamos ter pão! — Jack e Sarah suspiraram de alívio enquanto não conseguiam acreditar. Eles não teriam que passar fome como tolos.