
Capítulo 679
Um Deus Me Matou por Engano, Mas Reencarnei Como o Quarto Filho do Marquês
Volume 7 Capítulo 53: Aqueles Dois São Perfeitos Para o Trabalho
No dia seguinte, Krystal acordou com um olhar grogue. Olhando ao redor do quarto, ela só conseguiu concordar. Vamos nessa. Ela tinha aceitado que trabalharia na ilha de Keith a partir de agora. E estava preparada para tudo que viesse pela frente.
Quando Krystal saiu, olhou ao redor. Agora que pensava nisso, o que deveria fazer primeiro? Keith nunca lhe deu nenhuma ordem específica. Ela não tinha nada para fazer. Caminhando por ali, ouviu sons vindos da cozinha; viu Keith e uma mulher lá.
Os dois estavam cozinhando.
— Ahh, bom dia, Krystal. — Keith acenou com a mão.
— Mmhmm.
— Vamos tomar café da manhã primeiro. Você pode arrumar a mesa na sala de jantar?
— Mmhmm.
— Fira e Mir também vão ajudar vocês. — Compreendido.
— Mmhmm! Eu vou ajudar! — Po! Fira e Mir pularam para cima e para baixo! Os dois também estavam animados para trabalhar com a garota.
— ...Mmhmm. — Krystal assentiu enquanto pegava os pratos. Enquanto se dirigia à sala de jantar,
— Keith, você tem certeza de que deveria deixá-la sozinha? — Diana podia ver o problema com Krystal. Deixá-la sozinha não ajudaria em sua situação.
— Não acho que minha presença será útil. E Krystal não está sozinha; ela tem Mir e Fira com ela. — Aqueles dois eram perfeitos para Krystal.
Diana riu: — De fato. Aqueles dois são os melhores para o trabalho. — Para situações como essa, os dois eram os mais capazes.
— Agora, vamos trabalhar no café da manhã. Vamos alimentar mais pessoas hoje.
— Mmhmm. — Diana estava preparada.
— Vamos nessa! — Fira cerrou o punho enquanto colocava os pratos. Enquanto ela fazia isso, Mir fez o mesmo. Mas isso só fez Fira gritar: — Mir, você não pode deixar seu pelo no prato! — Ela notou um pouco de pelo branco no prato.
— Bo, — Mir olhou para baixo ao ver isso.
— Tudo bem. Podemos limpar assim. — Krystal acenou com a mão e cantou. Uma pequena bola de água se formou, e ela colocou o prato dentro, limpando-o.
— Po! — Mir pulou para cima e para baixo enquanto cutucava a mão de Krystal.
— Eh?
— Ele está agradecendo, Krystal!
— ... — Entendo. Krystal deu um tapinha na cabeça dele: — Não precisa se preocupar com isso.
— Po! — Mir tinha um sorriso bobo. Uma aura suave logo se formou para Krystal. Ela estava bem feliz e satisfeita com isso.
— Krystal, você terminou com os pratos? — Keith e Diana entraram com os pratos.
— Mmhmm.
— Então vá com Mir e Fira para acordar os outros.
— …Mmhmm.
Krystal fez exatamente isso. Fira e Mir caminharam com ela enquanto subiam as escadas. A primeira pessoa que eles iriam acordar era Alfia. Batendo na porta,
— Já vou. — Alfia veio e abriu a porta: — Já é hora do café da manhã?
— Mmhmm.
— Tudo bem. — Alfia olhou para Krystal. Houve alguns segundos de silêncio antes de partirem.
— Vamos para Faelyn agora! — Fira e Mir estavam preparadas. Um por um, Krystal chamou todos eles para a sala de jantar. Era hora de eles tomarem café da manhã.
Krystal soltou um suspiro profundo ao saber o que ia acontecer a seguir. Eles iriam para a aula; seu corpo congelou ligeiramente quando ela estava diante da porta. Ela estava ansiosa. Aqueles olhos que a encaravam vieram à sua mente.
Antes que ela pudesse abrir a porta, Keith a abriu para ela: — Por que você está parada aí? Devemos entrar.
— …Sim.
E foi então que ela viu todos olhando para eles.
— Huh? Por que Krystal está aqui?
— Você está brincando comigo?
— Ela não deveria ainda estar trancada e confinada?!
Aqueles olhos de ridículo estavam direcionados a ela. Krystal sentiu algo inchando em sua boca. Sua voz queria sair. No entanto, nada.
— Por que você está parada aí? Vamos. Você pode se sentar comigo. — Keith suspirou enquanto agarrava a mão de Krystal e a levava para a mesa. Carolyn já estava lá.
— Krystal no grupo agora? — Carolyn piscou.
— Mmhmm. Ela está morando na minha ilha. — Keith afirmou.
— Eh?
— Eu não estou morando na sua ilha.
— Ei, se você está dormindo lá, isso significa que você está morando lá no meu livro.
— Tch. — Krystal desviou o olhar dele.
— … — Carolyn olhou para os outros, que encolheram os ombros. Eles realmente não sabem o que pensar disso também.