
Capítulo 216
Um Deus Me Matou por Engano, Mas Reencarnei Como o Quarto Filho do Marquês
Volume 3.5 Capítulo 5: Prato Principal
Não demorou muito para Keith chegar à sala de aula. Ele foi o primeiro a chegar. Acho que devo ler um livro para passar o tempo. Ele pegou um livro e começou a ler.
Quando Keith viu as pessoas entrando na sala, ele fez o de sempre:
— Bom dia. — Keith levantou a mão. Era a princesa élfica Alfia. Sua ajudante, Faelyn, estava ao lado dela. Mas o que Keith recebeu em troca foi um tratamento frio.
Keith coçou a cabeça. Isso ia continuar acontecendo. E a próxima pessoa a entrar na sala foi a sacerdotisa dragão.
— Bom dia — Keith a cumprimentou.
— Mmhmm — Foi a única saudação que recebeu. Keith sorriu e continuou a cumprimentar as pessoas que entravam na sala.
Em pouco tempo, Carolyn entrou na sala.
— Bom dia, Carolyn.
— Bom dia — Carolyn sorriu. Ela era uma das poucas que retribuíam a saudação.
— Você cumprimentou todo mundo de novo?
— Como você sabe?
— Porque alguns deles têm expressões estranhas — Carolyn respondeu. Ela podia perceber pela expressão deles.
— E você foi ignorado de novo — Carolyn balançou a cabeça. Ela podia prever o que aconteceria em seguida.
Keith coçou a cabeça. Carolyn perguntou: — Por que você continua fazendo isso? — Ela achava estranho.
— Só quero. — Ele sempre achou que cumprimentar as pessoas era uma boa maneira de fazer amigos. Um por um, mais pessoas entraram. Não demorou muito para Aidiun entrar na sala de aula.
— Bom dia, classe.
— Haverá muitas coisas a serem discutidas hoje. Mas vamos tirar um assunto do caminho. Keith — Aidiun se virou para olhar para Keith.
— Você entende que não deveria ter saído correndo da sala de aula, certo?
— Eu sei — Keith coçou a cabeça. Ele saiu correndo da sala de aula sem hesitar.
— Não faça isso de novo no futuro — Aidiun sorriu.
— Entendido — Keith assentiu. Ele sabia que Aidiun estava lhe dando um aviso. Ele entendeu por que Keith saiu correndo da sala daquele jeito.
— Enfim, preciso contar uma coisa importante para vocês — Aidiun afirmou com uma expressão séria.
— Vocês vão escolher seus pratos principais para os próximos quatro anos.
— Pratos principais? — Alguns entenderam, enquanto outros não.
Aidiun explicou: — Nossa academia faz vocês selecionarem seus pratos principais. Será focado no que vocês querem. Os populares são Estudos Gerais, Treinamento de Cavaleiro e Treinamento Mágico. Existem muitos outros. Mas espero que todos vocês escolham um prato principal até o final da semana.
— Entendido! — Os alunos assentiram. O processo parecia simples o suficiente.
Keith e o resto foram para a aula de artes marciais. Assim que se vestiu, Sarah se aproximou dele: — Keith, ouvi dizer que você estava doente. Você está bem agora?
— Mmhmm, estou me sentindo bem agora! — Keith sorriu. Mas Sarah parecia preocupada: — Você deveria ter mais cuidado.
— Você disse a mesma coisa que Carolyn — Keith riu. Mas Carolyn deu um tapa nas costas dele: — É porque você é teimoso.
— Não sou — Keith balançou a cabeça.
Gabriel acrescentou: — É sim.
— Sério?! — Keith estava incrédulo antes de Tennol entrar na sala: — Boa tarde. Hoje, vou ensinar a vocês uma técnica.
— Isso vai ser interessante.
— Uma técnica do Tennol!
Todos estavam animados. Mas Tennol balançou a cabeça: — Calma. Vou ensinar a vocês uma técnica de arremesso simples. Mas primeiro, eu precisaria de um parceiro. Que tal você, Keith?
— Claro — Keith não se importou ao se levantar. Ele estava um pouco animado para aprender um novo movimento.
— Tente me dar um soco — Tennol instruiu.
— Entendido — Keith assentiu enquanto lançava um soco em Tennol! Mas quando ele fez isso, Tennol entrou e agarrou sua mão. No segundo seguinte, ele o jogou por cima do ombro!
— Este é o movimento que vou ensinar. É uma técnica simples. Mas é versátil e pode ser usada a qualquer momento — Tennol explicou.
— Vocês entenderam?
— Mmhmm!
— Agora, escolham um parceiro para fazer isso! — Era a vez dos alunos praticarem.
— Keith! Vamos fazer juntos! — Carolyn declarou. Mas Keith fez uma expressão estranha.
— Você tem certeza?
— O quê? Você não quer fazer comigo? — Carolyn questionou.
— Eu não me importo. Mas você tem certeza de que vai ficar bem com isso?
— Claro! Vamos nessa! — Carolyn bombeou as mãos.