
Capítulo 151
Um Deus Me Matou por Engano, Mas Reencarnei Como o Quarto Filho do Marquês
Volume 3, Capítulo 5: O Chefão
— Eu sei — Keith sorriu enquanto os observava correr por aí.
— E tudo isso é por sua causa, Jovem Mestre — Hugo afirmou.
Keith suspirou: — Eu continuo dizendo que não foi por minha causa. Eu só dei uma chance a vocês, e vocês a aproveitaram.
Ele nunca achou que era tudo mérito dele. Ele deu uma chance ao pessoal das favelas. Se eles não tivessem se esforçado, nada teria acontecido.
— Mas essa chance é algo que ninguém nos daria — Hugo acrescentou. A razão pela qual isso aconteceu foi porque Keith continuou dando oportunidades de emprego a eles.
Não só isso, ele também projetou tudo isso!
— Enfim, como você tem se saído trabalhando com Orin? — Keith perguntou. Hugo trabalhou como faxineiro no começo. Mas depois de um tempo, ele decidiu trabalhar com Orin.
Agora, a loja de ferreiro era uma das lojas famosas da cidade.
— Está tudo bem, se você não contar com aquele anão trapalhão divagando sobre nós sermos rivais antes e agora chefe e empregado — Hugo tinha uma expressão sombria ao dizer isso.
— Haha — Keith riu enquanto acrescentava: — Mas pelo menos você encontrou sua paixão de novo?
— Mmhmm — Hugo assentiu. Ele sabia que trabalhar sob o comando de Orin era a melhor opção. Ele era um ferreiro de coração.
— Além disso, tem havido um fluxo de pessoas vindo para a Rua do Sol? — Keith perguntou.
Além de trabalhar para Orin, Hugo também tinha o trabalho de vigiar uma seção. Por causa de como a cidade se tornou uma cidade grande, o prefeito não conseguia lidar com todo o trabalho.
Foi por isso que ele delegou algumas pessoas para vigiar partes da cidade. E Hugo era o representante que vigiava a Rua do Sol. As favelas confiavam em Hugo para fazer isso.
— Tem havido muita gente chegando aqui. Mas não há problemas até agora — Hugo balançou a cabeça. Havia apartamentos extras suficientes para as pessoas morarem. E havia muitos empregos.
— Que bom — Keith suspirou aliviado. Ele notou como havia muita gente vindo para esta cidade. Mas parecia que sua preocupação era à toa.
— Irmãozão! — Keith se virou para olhar para Laura e Leon.
Os dois gritaram: — Vamos brincar!
— Tudo bem — Keith sorriu e se virou para Hugo.
— Desculpe por isso.
— Não. Por favor, divirta-se, Jovem Mestre — Hugo sorriu. Keith caminhou para brincar com o grupo. Ele pegou um frisbee e usou isso para brincar com eles.
...
— Certo, preciso ir a algum lugar — Vendo que Hugo e seus filhos decidiram voltar para casa, Keith soube que era hora de deixar o parque.
— Hmm? — As duas crianças o encararam. — Eu preciso ir para outro lugar hoje — Havia outra coisa que ele tinha que fazer.
— Ok! — As duas crianças foram obedientes. Eles entenderam que Keith tinha trabalho a fazer. Assim, os três caminharam para um lugar. Era uma loja gigantesca. Havia fileiras de carruagens estacionadas em frente à loja.
E na frente dela estava escrito Loja de Mercadores Coruja Branca.
Keith sorriu ao entrar. Quando a atendente viu Keith, ela rapidamente curvou a cabeça: — Saudações, Chefão!
— Você tem que me chamar assim? — Keith quase engasgou quando ouviu isso.
Chefão. Esse era o nome que os funcionários da Coruja Branca o chamavam. Coyler era o Chefe, enquanto ele era chamado de Chefão. Keith esfregou a cabeça com isso.
Não era uma coisa ruim, por si só. Mas não caía bem para Keith.
Como ele era o Chefão?
— Vou avisar ao Chefe que você está aqui — A atendente não esperou enquanto entrava nos fundos. Um segundo depois, Coyler saiu.
— Olá, Chefe! — Coyler era o único que chamava Keith de Chefe.
— Mmhmm — Keith assentiu enquanto perguntava: — Como estão os negócios?
— Ótimos! Recentemente abrimos outro centro na região norte. — O Grupo de Mercadores Coruja Branca estava se expandindo. Era incrível. Coyler começou como um vendedor ambulante comum. Mas com a ajuda de Keith e da família do Marquês, a expansão logo veio!
E um ano de venda ambulante foi o suficiente. A maionese e a manteiga causaram um alvoroço no mundo! Esses dois itens fizeram a reputação da empresa disparar!
Foi incrível.
— Precisamos aumentar o número de fazendas por perto? — Keith perguntou. Coyler balançou a cabeça.
— Não há necessidade de fazer isso. Temos o suficiente por enquanto — Coyler comentou. Essa foi uma das razões para o aumento de pessoas vindo para esta cidade.
Para produzir maionese e manteiga, eles precisavam de uma fazenda para criar galinhas e vacas. O número de empregos abrindo era incrível.
— Certo. Além disso, preciso pegar um pouco de manteiga e pimenta branca — À medida que o grupo de mercadores crescia, Keith ensinou a eles como fazer pimenta preta e branca.
— Entendido — Coyler pegou as coisas e entregou a Keith. Keith se virou para as duas crianças.
— Vamos voltar para casa agora.