
Volume 4 - Capítulo 352
O Amante Proibido do Assassino
352 Um toque de +18... hehehe
Yi Chen, após o último episódio com Zi Han, tinha desenvolvido uma verdadeira insegurança. Agarrou o braço do amado com força e perguntou: “Onde você vai?... Eu vou com você.”
Zi Han abaixou-se, beijando e sugando o braço de Yi Chen que o segurava, antes de dizer: “Amor, você precisa relaxar.”
Yi Chen abriu os olhos preguiçosamente, levantando o edredom para olhar a pessoa embaixo. Zi Han lambeu o lábio inferior como uma fera faminta, pronto para devorá-lo. Yi Chen arqueou a sobrancelha, um sorriso malicioso nos lábios, antes de largar o edredom. Estava tão exausto que deixaria Zi Han fazer o que quisesse naquele momento.
Com a mente um pouco nebulosa, disse: “Você pode ser um marido que fica em casa, e se quiser, podemos ter um bebê e aumentar a nossa família.”
Zi Han puxou o edredom e o olhou feio antes de dizer: “Achei que você ia dizer um cachorro ou algo assim.”
Yi Chen acariciou a bochecha de Zi Han e disse: “Tudo bem, podemos pegar um cachorro, mas não sei se o pequeno Nim vai gostar muito disso.”
“Sua irmã sequestrou ele e o Sr. Twiggles, então, claro, eles não serão um problema”, disse Zi Han, cobrindo o corpo com o edredom novamente.
Yi Chen ouviu-o dizer: “Então todos os dias eu vou fazer todo tipo de coisa interessante para você comer.”
Ele gemeu ao sentir lábios quentes o beijando e uma língua úmida lambendo sua clavícula. “Como o quê?”, perguntou Yi Chen, e quando Zi Han lambeu seu mamilo com a ponta da língua, Yi Chen arqueou o peito para frente, o corpo se contraindo levemente.
…
“No café da manhã, você pode me ter no chuveiro... À tarde, você pode me ter na bancada da cozinha e à noite... bem, à noite você pode me ter no seu carro voador”, disse Zi Han, provocando os dois bicos no peito de Yi Chen sempre que fazia uma pausa no meio da frase.
Yi Chen fechou os olhos e sua respiração ficou irregular e ofegante, especialmente quando Zi Han puxou seu membro e o chupou.
A protuberância sob o edredom começou a se mover para cima e para baixo. Yi Chen respirava pesadamente, seus olhos marejados fitando o teto enquanto apreciava os carinhos do amante.
“Ah ah ah, porra... aah, não pare, mm... aí mesmo, amor”, gemeu Yi Chen, sua voz rouca, mas magnética.
Zi Han o deixou seco, tanto de energia quanto de sêmen. Tendo se saciado, Zi Han puxou as calças de Yi Chen antes de sair de debaixo do edredom. Yi Chen o puxou para perto para um beijo apaixonado.
Os dois se entrelaçaram, se beijando até ficarem sem fôlego e atordoados. “Eu te amo”, sussurrou Zi Han, antes de dar uma leve mordiscada no lábio inferior de Yi Chen.
Yi Chen enterrou o nariz no cabelo perfumado de Zi Han e respirou fundo aquele cheiro reconfortante antes de dizer: “Eu também te amo.”
***
Quando Zi Han acordou, a pessoa ao seu lado já havia ido e os lençóis estavam frios. Zi Han sentou-se em pânico, olhou em volta e chamou: “Chen-ge”, mas não houve resposta.
Zi Han tirou o edredom do corpo e calçou os chinelos quando viu um bilhete na beira da cama. Pegou-o e, enquanto lia, o sorriso se alargou em seu rosto. O bilhete dizia: “Tive que ir. Tem lasanha na geladeira e te vejo hoje à noite. Beijos.”
Ao imaginar Chen escrevendo “beijos” com uma cara séria, ele caiu na gargalhada, voltando a se deitar na cama. Depois de rolar na cama por um tempo, cheio de alegria, pegou seu celular e começou a comprar coisas para a casa na StarNet.
Após horas de compras desenfreadas, Zi Han tomou um banho antes de descer para fazer um chá de leite. Enquanto esperava, cantarolava uma música alegre, parecendo muito feliz. Estava ainda mais feliz do que antes de toda aquela confusão. Talvez fosse porque Yi Chen o tinha aceitado apesar de ele ser agora um homem procurado.
Um sorriso doce surgiu em seu rosto ao se lembrar dos “beijos”. Enquanto se perdia na lembrança, a porta principal, que estava trancada, abriu-se de repente.
Zi Han pensou que era Yi Chen que havia esquecido algo, então foi até a porta com um sorriso radiante. Ao chegar lá e ver quem era, o sorriso desapareceu.
“Nocauteiem ele”, disse o Marechal Yi, antes que um grupo de homens uniformizados se aproximasse dele a passos largos. Zi Han ficou chocado e, antes que pudesse reagir, perdeu o controle do corpo e sua visão escureceu.
Yi Chen, que havia sido forçado a treinar no momento em que voltou, não tinha ideia de que seu amado havia sumido. Ele estava trabalhando duro para completar as tarefas na simulação mais rápido, para poder sair mais cedo e encontrar seu amante. Li Ran, que não via Yi Chen há dias, finalmente conseguiu invadir o simulador e falar com ele.
Enquanto Yi Chen enfrentava um grupo de criaturas semelhantes às da República, um de seus rostos de repente se transformou no rosto de Li Ran.
O método de Li Ran era tosco, mas muito eficaz. O único inconveniente era que Yi Chen o perfurou com sua lâmina.
“Ei ei ei, você pelo menos pode parar de esfaquear a criatura enquanto ela tem minha cara?”, disse Li Ran, indignado.
“Você está me perturbando. Tenho que manter um cronograma”, disse Yi Chen enquanto acabava com a criatura.
O rosto de Li Ran desapareceu e reapareceu no rosto de outra criatura enquanto ele dizia: “Ah... você tem um encontro. Achei que seu pai com certeza teria proibido você de ficar com ele.”
Yi Chen explodiu a cabeça de outra criatura enquanto cortava outra, antes de dizer: “Ele está tentando. Mas eu não vou deixar.”
“Claro que não. Se vocês quiserem, posso casar vocês às escondidas, só me dê um dia e eu consigo meu certificado de oficial de casamento.”
Yi Chen, “...”
‘É tão fácil assim? É tão fácil assim conseguir um certificado? É tão fácil assim se casar?’
A resposta para essas perguntas era sim, sim e sim.