O Amante Proibido do Assassino

Volume 3 - Capítulo 272

O Amante Proibido do Assassino

272 NSFW... aperitivo (hehehehe)

“Você tá de brincadeira comigo? O que você quer dizer com ‘acha que ele está vivo’?”, perguntou Zi Han, a voz tremendo cada vez mais.

Yi Chen esfregou os braços, procurando conforto enquanto explicava: “É verdade. Meu pai disse que pediu ajuda para fingir a própria morte. Acho que ele planejava formar uma família com sua mãe em Dark Star, mas… alguma coisa deve ter dado errado.”

Zi Han sentiu uma pontada aguda no peito enquanto encarava Yi Chen com uma mistura de sentimentos. “Se você não quisesse me ajudar, podia ter dito. Você não… não teve… droga”, xingou, os sentimentos o dominando por completo. Mesmo sabendo que Yi Chen não era esse tipo de pessoa, ele não conseguia se controlar.

“Eu tenho procurado provas de que ele está por aí, mas ainda não achei nada. Queria te contar assim que encontrasse alguma coisa, mas parece que não consigo mais esconder… Espero que aquele garoto que prendemos antes nos diga alguma coisa.”

Zi Han não conseguia processar completamente a informação. Ele também queria que o pai estivesse vivo, mas a possibilidade era tão remota que nem ele mesmo conseguia alimentar esperanças.

Zi Han enxugou o canto do olho com o punho, levantando da cama e respirando pesadamente.

Yi Chen agarrou seu pulso, tentando impedi-lo, mas Zi Han retirou a mão, dizendo: “Já que você acha que ele pode nos dizer alguma coisa, então vamos. Vamos falar com ele agora mesmo.”

Observando-o vasculhar o armário, Yi Chen começou a se arrepender de ter contado. Zi Han parecia atordoado, jogando roupas para todos os lados, sem saber direito o que procurava.

Zi Han havia completamente esquecido que deveriam usar uniformes militares o tempo todo em missão.


Yi Chen se levantou e ficou atrás de Zi Han, pegando um cabide com um uniforme impecável, com uma insígnia escrita “Zi Han”.

Zi Han só viu um par de mãos vindo por trás e os sentimentos turbulentos em seu coração se acalmaram um pouco.

“Vou te ajudar a vestir”, sussurrou Yi Chen, os lábios roçando a orelha de Zi Han.

Zi Han abaixou a cabeça, dizendo: “Obrigado”, mas a voz o traiu. Estava frágil e trêmula, como se ele estivesse prestes a desabar.

Yi Chen pendurou o uniforme novamente e abraçou Zi Han, o peito pressionado contra as costas do amado.

Logo, algumas gotas de lágrimas quentes caíram no braço de Yi Chen. Ao sentir a umidade, Yi Chen sentiu como se algo afiado estivesse rasgando seu coração. Ele amava Zi Han tanto e não queria que ele se machucasse. Não sabia como melhorar a situação, nem tinha uma solução rápida para resolver seus problemas.

Yi Chen repetia baixinho, “Me desculpa, me desculpa tanto”, enquanto beijava a cabeça de Zi Han.

O calor e o amor do abraço de Yi Chen fizeram com que Zi Han não se contivesse. Suas emoções transbordavam e parecia que ele não conseguia parar. Depois de um tempo, Zi Han se afastou do abraço, e Yi Chen pensou que ele ia vestir o uniforme, mas não foi o caso.

Zi Han envolveu os braços no pescoço de Yi Chen e o puxou para baixo. Antes que Yi Chen pudesse reagir, estava sendo beijado novamente.

O beijo inicial foi leve como uma pena, como se ele estivesse apenas provando os lábios de Yi Chen, mas depois do primeiro gosto, as coisas escalaram em um instante. Yi Chen se viu agarrando a cintura de Zi Han, a respiração profunda e ofegante.

Zi Han se agarrou a Yi Chen para se apoiar, já que o homem era a única coisa sólida naquela névoa de tontura. Os dois caíram na cama, separando os lábios. Yi Chen deslizou a mão pelo pescoço de Zi Han, com o polegar acariciando sua bochecha, enquanto o puxava para perto para beijar as lágrimas do rosto do amado.

O sabor salgado em seus lábios o deixou querendo mais.

Zi Han colocou a mão sobre a de Yi Chen, que repousava ao lado de seu pescoço. Seus olhos se fecharam, concentrando-se na sensação prazerosa de ser beijado pelo seu amado.

Quando seus lábios se encontraram, a boca insistente de Yi Chen abriu os lábios trêmulos de Zi Han. Como eletrificado, um tremor selvagem percorreu todas as terminações nervosas em seu corpo, evocando uma paixão intensa e familiar pela qual ele ansiava.

“Ngh… amor, eu te quero”, sussurrou Zi Han, a respiração quente roçando a ponta do nariz de Yi Chen, o deixando anestesiado.

Yi Chen cravou os dedos nas costas de Zi Han e, enquanto Zi Han arquejava com a cabeça para trás, ele aproveitou a oportunidade, mordiscando levemente a maçã do pescoço do amado.

Zi Han completamente perdeu a cabeça na enxurrada de paixão. Incapaz de suportar a pressão na parte inferior do corpo, ele rebolou contra Yi Chen, e a sensação foi tão boa que ele estava ofegante de prazer.

Yi Chen mordeu sua orelha antes de sussurrar: “Amor, você vai acordá-lo se continuar chorando assim.”

Zi Han o empurrou para trás na cama antes de se levantar, dando a impressão de que estava chateado. Yi Chen estava prestes a convencê-lo quando Zi Han tirou suas calças e as jogou sobre a cama do garoto, para que ele não visse o que estava prestes a acontecer. Por sorte, ele dormia como se estivesse hibernando, então nem abriu os olhos; caso contrário, ficaria traumatizado.

Zi Han limpou a escrivaninha de Yi Chen e sentou-se em cima dela, as pernas apoiadas nos braços da cadeira. Nu como o dia em que nasceu, ele curvou o dedo para Yi Chen, o convidando. Como Yi Chen poderia recusar? Ele sabia que Zi Han estava usando o sexo como forma de lidar com suas emoções, mas Yi Chen não conseguia resistir à tentação.

Em passos lentos e sem pressa, ele se aproximou e levantou a perna de Zi Han pela parte de trás do joelho para poder se encaixar entre as pernas do amado. Ele não podia esperar para provar novamente o sabor doce do fruto proibido.

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