Ataque do Pequeno Adorável: O Mimo Infinito do Papai Presidente

Volume 16 - Capítulo 1588

Ataque do Pequeno Adorável: O Mimo Infinito do Papai Presidente

Embora estivesse um pouco alterada por causa da bebida, Gu Meng não estava completamente desorientada. Ela refletiu sobre as palavras dele e entendeu o que ele queria dizer.

Seus olhos se arregalaram, como se ela não acreditasse que o Irmão Ah Dai que conhecia diria palavras tão ousadas.

— Irmão Ah Dai, você mudou. — disse ela.

Ye Qing olhou para o rosto de Gu Meng, vermelho pelo álcool, e seu corpo alto e imponente a pressionou contra a parede. Seus dedos longos agarraram seu queixo e acariciaram seu rosto quente.

Seus olhos escuros ficaram ainda mais intensos, e sua maçã do rosto sexy se moveu.

— Você gosta de ser amiga daquele Huangfu Xuan? — perguntou ele, num tom baixo.

Ao ouvir suas palavras, Gu Meng pensou por um instante antes de sorrir. — O Major Huangfu é muito legal. Ele é alto, bonito, tem um ótimo senso de humor. Além disso, ele sabe pilotar avião. Acho que um homem que sabe pilotar avião é muito atraente. — respondeu ela.

Ye Qing sorriu de leve, sua expressão impenetrável enquanto seus olhos se fixavam nela, escurecendo. — Eu também sei pilotar um avião. Se você quiser aprender, eu te ensino na próxima vez.

— Você também sabe pilotar avião? — Gu Meng estreitou os olhos, olhando para Ye Qing com suspeita.

— O que você acha que eu não sei? — Ye Qing sorriu, divertido.

Gu Meng se divertiu com suas palavras e não conseguiu evitar abraçar seu pescoço, sorrindo docemente. — É verdade. O Irmão Ah Dai consegue fazer qualquer coisa.

Observando a luz emanando de seus olhos brilhantes, Ye Qing sentiu como se tivesse voltado ao passado. Fazia muito tempo que ela não agia com tanta desenvoltura com ele.

Seu coração doía de desejo.

— Xiaomeng, não me olhe assim. Se não, eu realmente não conseguirei me controlar. — ele sussurrou.

Gu Meng riu. — Por que você teria que se controlar? Irmão Ah Dai, nós gostamos um do outro, não é?

Ye Qing abaixou a cabeça e pressionou a testa contra a de Gu Meng, seu hálito refrescante e encantador a envolvendo. — Quando você acordar amanhã, não volte atrás com suas palavras, certo?

— Por que eu faria isso?

— Certo, você disse… — O homem envolveu seu corpo delicado entre seu peito e a parede, aproximando-se intimamente. Seus dedos beliscaram seu queixo pequeno, erguendo-o enquanto seus lábios sexy e finos pousavam em seus lábios macios.

— Ah…

No instante em que seus lábios se selaram, seus cílios longos e grossos tremeram.

Ela abriu os olhos e encarou o homem à sua frente.

Parecia ser o mesmo que ela lembrava, mas também ligeiramente diferente.

Seus olhos eram como dois redemoinhos, profundos e escuros, querendo sugá-la para dentro.

Gu Meng não conseguiu deixar de se encantar com seu olhar profundo. Ela se afastou de seus lábios e murmurou suavemente: — Por que você não fecha os olhos?

Ye Qing fechou seus olhos negros e ardentes, querendo beijá-la novamente, mas foi interrompido por seus dedos. — Não, não. O Irmão Ah Dai nunca foi tão proativo no passado. Você tem que me deixar te beijar.

Antes que Ye Qing pudesse dizer algo, o beijo da mulher pousou em sua bochecha, macio como uma pena.

Fazia muito tempo que ele não tinha uma experiência assim. Havia uma satisfação que vinha das profundezas de sua alma.


Quando o céu clareou, Gu Meng acordou em estado de choque.

Parecia que tivera um sonho constrangedor na noite anterior. Em seu sonho, ela havia feito amor com o Irmão Ah Dai.

Ela abriu os olhos e sentiu uma pontada na têmpora.

Levantou a mão, querendo esfregar a cabeça, mas percebeu que algo estava errado.

Sua mão estava sendo segurada por um homem, e seu corpo esguio estava em seus braços.

Ela dormia de costas para o homem, suas costas pressionadas contra seu peito quente.

Ambos… pareciam estar nus.

Os cílios de Gu Meng tremeram.

A noite anterior não tinha sido um sonho? Ela realmente havia dormido com um homem?

Quem faria uma coisa tão terrível?

Ela cheirou e sentiu o familiar aroma masculino. Seu coração acelerado lentamente se acalmou.

Ela lentamente retirou a mão da grande palma do homem.

Levantou o cobertor, levantou-se da cama, foi ao banheiro tomar um banho e saiu com um roupão.

Ela olhou para a cama, mas o homem já não estava lá.

O coração de Gu Meng disparou.

Para onde ele havia ido tão cedo?

Alguém o tinha visto sair?

Gu Meng estava prestes a caminhar em direção à porta quando ela foi repentinamente aberta por fora.

Ye Qing entrou com um copo de água com mel.

Vendo Gu Meng de pé, não muito longe, em seu roupão, com os cabelos negros ainda pingando água, ele caminhou até ela e entregou-lhe a água com mel. — Sua cabeça ainda dói? Beba isso primeiro.

Dito isso, ele foi ao banheiro e pegou o secador de cabelo.

Empurrando-a para o sofá, ele foi atrás dela e passou seus dedos longos por seus cabelos, secando-os.

Ouvindo o zumbido do secador, Gu Meng ficou um pouco confusa.

Ela olhou para a água com mel em sua mão e deu um gole.

Nenhum dos dois falou. No ar silencioso, só se ouvia o som do secador.

Depois de secar o cabelo dela, ele foi para o sofá ao lado dela e sentou-se. Gu Meng estava completamente sóbria e não conseguia reagir à sua aproximação repentina.

Quando ela moveu seu corpo para o lado, ele a seguiu de perto.

Quando ela se moveu de novo, ele também se moveu.

Até que não havia mais para onde se mover.

Seu rosto pálido o encarou furiosamente. — Você pode sentar direito?

— Você não está sentada direito. — respondeu ele.

Gu Meng o olhou feio. — Eu não quero ficar tão perto de você.

— Por quê?

O rosto de Gu Meng ficou vermelho. Ela abriu a boca, querendo dizer algo, mas ele levantou seu queixo e pressionou seus lábios contra os dela.

Sóbrios, a sensação era completamente diferente quando seus lábios se encontravam, comparado a quando estavam bêbados.

Gu Meng arregalou os olhos, os nervos em sua mente tensos como uma corda de arco puxada ao limite. — Você…

Ele não lhe deu chance de falar. Seu corpo alto se inclinou e a pressionou no sofá, beijando-a profundamente.

Gu Meng olhou para os olhos escuros do homem e seu rosto bem-definido. Não estava tão frio e afiado como de costume, o que o tornava extremamente sexy. Ele estava vestindo uma camisa de gola V hoje, e seus dedos tocaram seus ombros, seu peito e seus músculos firmes.

Neste momento, a porta que não estava fechada foi repentinamente aberta de fora.

Dai Xuan foi visitar Gu Meng e, ao ver que o quarto não estava devidamente fechado, pensou que Gu Meng havia acordado e entrou sem bater.

— Xiaomeng, você já acordou?

Dai Xuan entrou e, no instante em que terminou de falar, viu a cena no sofá.

O homem alto pressionava a mulher delicada sob ele e eles estavam… se beijando?

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