Ataque do Pequeno Adorável: O Mimo Infinito do Papai Presidente

Volume 3 - Capítulo 247

Ataque do Pequeno Adorável: O Mimo Infinito do Papai Presidente

Mu Sihan pegou a foto, fitando-a com os olhos escuros levemente estreitados. Os dedos que a seguravam se apertaram.

Seu rosto bonito e frio parecia coberto por uma camada de gelo.

Na foto, Nan Zhi e Xiaojie usavam chifres infantis na cabeça. Xiaojie estava sentado nos ombros de Gu Sheng, com Nan Zhi andando ao lado deles, conversando e rindo. A dupla de adultos e a criança pareciam muito felizes.

Mu Sihan rasgou a foto em pedaços e disse friamente para Yi Fan: “Chame Ah Xing.”

Ah Xing era o experiente guarda-costas que havia enviado as fotos.

Depois de um tempo, Ah Xing entrou na mansão. Olhando para o homem que estava perto das janelas francesas fumando com uma expressão sombria no rosto, Ah Xing disse cautelosamente: “Mestre Mu, o senhor está me procurando?”

Mu Sihan soltou uma baforada de fumaça, e seu rosto ficou escondido sob a fumaça que exalou. “O que tem com as fotos?”

Ah Xing ficou atônito. Ele não sabia por que o Mestre Mu faria essa pergunta. Abaixou a cabeça e respondeu com sinceridade: “O Mestre Mu me pediu para seguir a Srta. Nan algum tempo atrás e tirar fotos para mostrar a ele se ela estivesse muito íntima de algum homem.”

Mu Sihan estreitou os olhos escuros e pareceu entender alguma coisa. Acentiu com a mão. “Sai!”

Depois de fumar o cigarro, Mu Sihan foi para o quarto no terceiro andar.

Abrindo a gaveta, ele pegou um diário.

Ele virou até o final e na página originalmente em branco havia uma linha escrita: “Encontre Xue’er o mais rápido possível. Vocês dois não são compatíveis.”

Com um estalo, Mu Sihan fechou o diário.

Seu corpo alto recuou alguns passos, suas têmporas latejavam de dor como se fossem perfuradas por mil agulhas.


Nan Zhi não se divertia tanto havia muito tempo. Pela primeira vez, ela podia agir como uma criança, sem ter que se preocupar com nada, apenas relaxando e curtindo o seu tempo.

Saindo do parque de diversões, os três jantaram fora e, quando chegaram ao bairro onde Nan Zhi morava, já eram quase oito da noite.

Xiaojie havia dormido no carro e, quando o carro parou no bairro, Nan Zhi o carregou para fora do carro, tomando cuidado para não acordá-lo.

Gu Sheng levou mãe e filho para dentro e ninguém percebeu o carro preto escondido nas sombras.

Nan Zhi colocou Xiaojie na cama e, depois de avisar a tia He, desceu Gu Sheng.

Os dois saíram do portão e pararam sob os postes de luz fracos. Gu Sheng viu que Nan Zhi ainda estava com os chifrinhos e sorriu. “Você está parecendo uma colegial.”

Só então Nan Zhi se lembrou dos chifrinhos na cabeça. Ela rapidamente levantou as mãos, tentando tirá-los. Sorriu e disse: “Ainda sou jovem de coração. Aliás, quero muito te agradecer por esses últimos dias.”

“Não precisa ser formal comigo. Ainda somos colegas e amigos, mesmo que não possamos ser amantes.” Gu Sheng olhou para os belos olhos de Nan Zhi e tirou um formulário do bolso. “Não te disse que tinha uma surpresa para você há alguns dias? Aqui, olha isso.”

Nan Zhi pegou o formulário de Gu Sheng e olhou. E esse olhar a deixou paralisada.

Seus olhos estavam cheios de choque e descrença.

“A pessoa que o Junyuan me disse que tinha medula compatível com a do Xiaojie e que está disposta a salvá-lo… essa pessoa é o Gu Sheng?”

Gu Sheng assentiu com um sorriso.

Nan Zhi ficou emocionada e sentiu as lágrimas encherem seus olhos. Era como se estivesse chocada com suas próprias emoções e se sentisse uma criança novamente. Lançando-se entusiasticamente nos braços de Gu Sheng após alguns segundos, ela se sentiu sem palavras para expressar sua gratidão. “Obrigada, Gu Sheng. É realmente uma surpresa…”

Gu Sheng acariciou a cabeça de Nan Zhi e disse com voz suave: “Menina boba, não chore. Gosto de te ver sorrir. Você sabia que é a garota mais linda do mundo quando sorri?”

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