O Super Pai do Bebê Inestimável

Volume 16 - Capítulo 1572

O Super Pai do Bebê Inestimável

“Vocês, feias, são mesmo estranhas”, debochou Yao Zheng. “Sabem que vocês fizeram o príncipe levar uma bronca do rei por causa da arma que fizeram para ele? Bem, vou deixar passar, já que foi a primeira vez que erraram, mas prestem atenção no que fazem da próxima vez!”

Yao Zheng inicialmente pensara em demitir Jing Xi, mas mudou de ideia ao ver o rosto dela.

Ter alguém feio perto do rei era melhor do que ter uma mulher bonita.

Yao Zheng tinha certeza de que era a mulher mais bonita do palácio naquele momento. Qualquer uma que se aproximasse dela era imediatamente demitida.

Ela planejava se tornar a mais bonita e esperava que o rei percebesse isso um dia.

“Sim, vice-gerente”, respondeu Jing Xi.

“Não me chame de vice-gerente!”, repreendeu Yao Zheng. “Todo mundo me chama de gerente se a Lan Yi não estiver por perto, entendeu?”

Yao Zheng odiava o fato de ser subordinada a Lan Yi e não a chefe dos serviçais.

“Sim, gerente.”

“Volte ao trabalho!”

Yao Zheng se virou e saiu.

Jing Xi suspirou e deu uma risadinha antes de voltar ao trabalho.

Ela terminou o jantar e levou para o príncipe.

Uma boneca voou em direção a Jing Xi assim que ela abriu a porta do quarto do príncipe.

Ela a pegou rapidamente com seus reflexos rápidos.

“Vai embora!”, repreendeu o menino.

Jing Xi tinha ouvido de Yao Zheng que o pequeno príncipe havia levado uma bronca do pai e estava magoado. Jing Xi entendia a dor que o menino sentia, e a única maneira dele expressar sua raiva era direcionando-a para outras pessoas.

Jing Xi supôs que a razão para o pequeno príncipe odiar todos era porque ele havia vivido em tal condição a vida toda.

Então ela se lembrou do sorriso puro e gentil que o príncipe tinha antes e sabia que ele ainda podia sorrir como qualquer outra criança.

Mas o sorriso havia desaparecido.

“Sou eu, Tia Xiaoxi.” Jing Xi sorriu e o cumprimentou.

“Vai embora! Não quero ver ninguém!”

O menino a repreendeu novamente com a voz trêmula.

Jing Xi então entrou no quarto e encontrou o menino escondido no pequeno espaço entre a mesa e o guarda-roupa.

Ele estava abraçando as próprias pernas, e suas costas estavam voltadas para Jing Xi.

Seus ombros tremiam como se estivesse chorando. Ele parecia um cachorrinho com dor, e aquilo doía em Jing Xi.

“O que houve?”, perguntou Jing Xi enquanto ajoelhava-se ao lado do príncipe.

“Me deixa em paz!”

O menino enxugou as lágrimas.

“Seu pai tirou sua arma de brinquedo?”, perguntou Jing Xi.

O Pequeno Uva não respondeu.

“Que pai, hein.” Jing Xi fingiu repreender o rei. “Ele devia ter pedido desculpas para você. Olha só, eu trouxe de volta para você.”

O Pequeno Uva se virou e viu Jing Xi segurando a arma de brinquedo na mão.

“Vamos brincar com ela sem o seu pai saber da próxima vez, tá bom? Vou guardar a arma num lugar que seu pai não vai achar.”

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