O Maior de Todas as Lendas

Volume 3 - Capítulo 267

O Maior de Todas as Lendas

Capítulo 267: 6ª Semana de Recuperação

A partida entre Boavista e Porto começou pontualmente às 21h e, em menos de dez minutos, o Porto já impunha sua superioridade a todos.

Apesar de ainda não ter marcado nenhum gol, o Porto controlava totalmente o jogo, e os jogadores do Boavista mal conseguiam chegar à área do Porto nas poucas vezes em que tinham a posse de bola.

Aos dez minutos, o Porto já havia registrado três finalizações, uma delas no alvo, enquanto o Boavista ainda não havia conseguido sequer uma finalização.

Como equipe qualificada para a primeira divisão portuguesa, o Boavista aos poucos aumentou seus esforços e, nos minutos finais do primeiro tempo, passou a equilibrar o jogo, diferentemente dos primeiros dez minutos.

A cada minuto que passava, o fim do primeiro tempo se aproximava, mas nem Boavista nem Porto conseguiram superar os goleiros adversários.

Após mais alguns minutos, o apito do árbitro ecoou forte, marcando o fim de um primeiro tempo sem gols.

Apesar da superioridade do Porto na maior parte do primeiro tempo, eles não conseguiram converter suas chances em vantagem e terminaram a primeira etapa sem gols no placar, para surpresa dos espectadores e desânimo dos torcedores do Porto.

Após quinze minutos de intervalo e reorganização tática pelos treinadores das duas equipes, o segundo tempo começou com mais um apito do árbitro.

O Porto deu o pontapé inicial e lançou um ataque.

Os jogadores do Boavista reagiram lentamente e não conseguiram parar o Porto, que os ultrapassou facilmente. Logo, um cruzamento rasteiro da esquerda da área do Boavista encontrou Jesus Corona frente ao gol, e ele não decepcionou as expectativas.

Ele rapidamente chutou a bola para o fundo das redes e correu para comemorar com seus companheiros de equipe.

A torcida do Porto imediatamente se animou e se juntou às comemorações, pois sua equipe havia dissipado todas as preocupações apenas dois minutos após o início do segundo tempo.

As comemorações rapidamente terminaram e a partida recomeçou, com o Boavista intensificando seus esforços para tentar empatar com o Porto. Mas os jogadores do Porto invalidaram todos os seus esforços doze minutos após o primeiro gol.

O Porto cobrou um escanteio e Sérgio Oliveira venceu todos no alto, cabeceando a bola primeiro e enviando-a para o gol. O Boavista tentou evitar o gol, mas foi em vão.

Com isso, o Porto dobrou sua vantagem sobre o Boavista.

O Boavista, que vinha tentando o empate, agora estava ainda mais atrás no placar e não ousou mais recuar.

Eles enviaram seus jogadores em massa para o ataque, tentando sobrecarregar o campo de defesa do Porto e forçá-los a cometer erros.

Infelizmente para o Boavista, o Porto não era uma equipe que se desmoronaria facilmente sob pressão, especialmente contra equipes do seu nível.

As habilidades individuais de cada jogador do Porto foram demonstradas sempre que eles tinham a bola, e eles dominaram o Boavista.

O Boavista não conseguiu fazer muito e só conseguiu correr atrás da bola com todas as forças, mas isso só os cansou ainda mais, e os jogadores do Porto aproveitaram isso para começar a atacar novamente.

Passe após passe após passe, até que Jesus Corona encontrou Moussa Marega na área com um cruzamento alto, e Marega não hesitou em cabecear para o gol aos 67 minutos.

{GOOOOOL!!!} O grito entusiasmado do comentarista ecoou enquanto a bola balançava as redes e Marega comemorava com seus companheiros.

Após os 45 minutos iniciais sem gols, o Porto entrou em ritmo de jogo e já havia marcado três gols contra seus adversários em metade do tempo que havia passado no primeiro tempo.

Os torcedores do Porto não poderiam estar mais eufóricos com a situação atual, e até mesmo Sérgio Conceição tinha um raro sorriso no rosto enquanto assentia, observando seus jogadores comemorarem o terceiro gol.

Não parando no sorriso, ele chamou Mylo, que estava no banco, e pediu que ele se aquecesse e se preparasse para entrar em campo.

Normalmente, ele não tomaria a decisão de colocar um jogador como Mylo, cujas habilidades ainda não estavam claras, em uma partida em que seria mais benéfico aumentar o placar, mas desta vez, Sérgio Conceição estava disposto a deixar as coisas acontecerem naturalmente e usar essa oportunidade para dar alguns minutos a Mylo em campo.

Claro, essa também foi uma decisão calculada da sua parte e não foi tomada de forma leviana.

O elenco da equipe era um recurso limitado, e ele só escolheria os melhores jogadores capazes de levar a equipe à vitória, portanto, não poderia continuar dando a Mylo uma vaga na equipe apenas porque ele se saiu bem em alguns jogos de pré-temporada.

A equipe não estava mais carente de atacantes, e agora a luta por uma posição de atacante era uma batalha pela sobrevivência dos mais aptos.

Mehdi Taremi já havia começado a se provar na última partida, e embora ele também tivesse colocado Mylo na partida anterior, Mylo não havia conseguido fazer muito com a bola além de algumas finalizações, mas Sérgio Conceição estava disposto a dar-lhe mais algumas chances de se provar, pois ele ainda era um novato, daí sua decisão de colocar Mylo em campo.

Ao ouvir o treinador o chamando, Mylo rapidamente se aqueceu, vestiu sua camisa e ajustou os cadarços antes de ir até o treinador.

Sérgio Conceição rapidamente lhe deu algumas instruções enquanto a partida continuava.

Em seguida, a bola saiu de jogo e um assistente ergueu o quadro para indicar uma substituição.

No quadro, estava o número 27 em vermelho e o número 20 em verde.

Sérgio Oliveira correu e deu um toque de mão em Mylo antes de sair de campo, enquanto Mylo entrava em campo.

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