
Volume 3 - Capítulo 231
O Maior de Todas as Lendas
Capítulo 231: Azul e Preto VS Azul e Branco II
A partida entre Inter de Milão e Porto começou com cautela, ambas as equipes buscando manter a posse de bola e impedindo o adversário de se aproximar da área com a bola dominada.
Como esperado, foi um impasse difícil, com ambas as equipes parecendo equilibradas, sem ceder defensivamente nos primeiros minutos. Mas, como não podiam se manter apenas na defesa, logo começaram a mostrar lampejos do futebol ofensivo que tinham a oferecer.
O Porto foi o primeiro a lançar um ataque que parecia promissor e capaz de abrir o jogo.
#6º minuto…
O Porto conseguiu uma falta após Borja Valero ter cometido uma infração em Luis Díaz, na lateral direita do campo da Inter de Milão.
Alex Telles ficou encarregado da cobrança, enquanto seus companheiros se posicionavam para receber a bola, a maioria na entrada da área da Inter.
*Fweeeeeee*
Assim que o apito do árbitro soou alto, Telles correu para a bola e a lançou na área da Inter, onde jogadores de ambas as equipes se chocavam.
Como um tanque, Danilo Pereira usou seu físico avantajado para se impor aos jogadores da Inter, saltou para a bola, cabeceando-a na direção do gol.
A bola saiu da cabeça de Danilo e voou em direção ao gol da Inter, enquanto Samir Handanovič, goleiro da Inter, correu e se lançou, na tentativa de segurá-la antes que entrasse na rede, mas então… n/o/vel/b//in dot c//om
*CLANG!*
A bola bateu na parte superior da trave e saiu para a decepção dos jogadores do Porto, especialmente Danilo, que levou as mãos à cabeça, frustrado com a bola não ter entrado.
{Oh, bateu só na parte de cima da trave!}
{A Inter de Milão teve sorte em não ter levado um gol ali}, berrou Guiseppe, animado com a chance que surgiu e foi desperdiçada.
Com o Porto tentando e quase marcando, era certo que a Inter de Milão responderia, independentemente de ter chances reais de marcar ou não. Uma coisa era certa: a fase de jogo cauteloso havia terminado.
Como Guiseppe esperava, no momento em que Handanovič lançou a bola com um chute de meta, ela foi controlada no meio-campo por Borja Valero, que a cabeceou para Brozović, e Brozović imediatamente a enviou para frente, com a intenção de iniciar um ataque.
Lautaro recebeu a bola no ataque e teve que lidar com a defesa do Porto, mas logo ficou cercado e não conseguiu driblar nenhum defensor, optando por passar a bola para a ala direita, onde Alexis Sánchez a dominou.
Alexis Sánchez tentou avançar pela lateral, mas com uma eficiente dupla marcação de Sérgio Oliveira e Alex Telles, foi desarmado e perdeu a bola.
O Porto teve a cobrança de lateral, mas assim que a bola voltou ao jogo, a Inter de Milão avançou em alta pressão, buscando recuperar a bola e tentar marcar um gol.
#22º minuto…
Desde que ambas as equipes abandonaram a postura cautelosa, o jogo ficou muito mais emocionante, com ambas as equipes tentando superar os goleiros e quebrar o empate.
Chutes foram disparados em ambas as áreas, com uma porcentagem notavelmente maior vindo do lado da Inter, o que gerou preocupação nos torcedores do Porto em casa e no técnico do Porto, à beira do campo.
Sérgio Conceição não gostava de empates e odiava ainda mais quando seu time era oprimido no ataque.
Era claro que o poder ofensivo de sua equipe estava faltando bastante a variação que as habilidades de drible e a capacidade incomum de Jason de superar seus marcadores proporcionavam, mas ele havia escolhido esse caminho porque acreditava que era melhor conter a Inter de Milão no primeiro tempo e tentar a vitória no segundo tempo, quando a Inter estivesse exausta.
Ele planejava colocar Jason em campo naquele momento porque sabia que ele teria um dia de campo driblando os defensores cansados da Inter, o que poderia gerar mais opções de gol para sua equipe.
Isso não quer dizer que Otávio e Luis Díaz não estivessem bem, mas eles não estavam atacando a defesa da Inter com a frequência que ele gostaria, e sempre que o faziam, eram facilmente dobrados e desarmados pela defesa física da equipe italiana.
Essa também foi uma das razões pelas quais ele não havia escalado Jason antes.
O físico de Jason era bom e sua força era ainda melhor, mas mesmo isso não o ajudaria a proteger a bola contra os defensores italianos, que o derrubariam a cada instante, sem mencionar o risco de Jason se machucar se começasse o jogo.
Seus pensamentos davam a impressão de que ele não se importava se Luis Díaz ou Otávio se machucassem, mas isso não era verdade.
Como técnico, Sérgio Conceição sabia que lesões eram inevitáveis, mas mesmo assim, ele havia formulado um plano, e esse plano dependia das habilidades de drible e do estilo peculiar de jogo de Jason, portanto, ele não podia se dar ao luxo de perdê-lo antes do momento apropriado.
Mais do que queria admitir, ele vinha dependendo muito de Jason ultimamente, mesmo tendo um time repleto de estrelas à sua disposição, mas não conseguia evitar, pois Jason, por alguma razão, continuava a entregar resultados, algo que chamaria a atenção e o favor de qualquer técnico.
"Merda", Sérgio Conceição se sobressaltou ao ver um chute potente de Christian Eriksen, de fora da área, em direção a Agustín Marchesín.
Agustín Marchesín mergulhou para a bola e a alcançou com a mão, mas não foi suficiente, pois a bola desviou levemente em sua mão e bateu na parte interna da trave esquerda antes de rolar para dentro do gol.