O Maior de Todas as Lendas

Volume 2 - Capítulo 184

O Maior de Todas as Lendas

Capítulo 184: Rumo ao XI da Liga NOS Champions 2019/20

Após a chance perdida, ambas as equipes continuaram tentando marcar, mas sem sucesso, e o apito final soou apenas cinco minutos depois.

Com isso, o Porto levou os três pontos necessários, enquanto o Paços de Ferreira ficou sem nada. Teriam que lutar muito mais nas próximas rodadas para escapar da zona de rebaixamento, mas isso não era preocupação para o Porto.

Eles eram os vitoriosos de uma vitória duramente conquistada e celebrariam sua vitória com estilo… em ambiente fechado, é claro.

**5 de julho de 2020**

Chegou a próxima rodada e era hora do Porto dar mais um passo rumo à liderança do campeonato. Receberiam o Belenenses no Estádio do Dragão.

O Belenenses SAD estava ainda mais próximo da zona de rebaixamento que o Paços de Ferreira, contra quem o Porto havia jogado na semana anterior. Agora, enfrentavam um Porto que os via como um desafio em seu caminho para o título.

Era certo que seria uma batalha difícil para o Belenenses, mas não tinham outra opção a não ser jogar o seu melhor e torcer por uma vitória… ou pelo menos um empate.

As duas equipes logo estavam em campo para o aquecimento pré-jogo, que não demorou muito, e os jogadores retornaram aos vestiários para a reunião tática.

Sérgio Conceição manteve sua formação favorita 4-4-2, mas desta vez, os quatro meio-campistas formariam um losango, com um meia-atacante central e um volante defensivo central, em vez de dois meias-centrais.

A escalação para o jogo contra o Belenenses foi:

Augustin Marchesin no gol;

Diogo Leite e Ivan Marcano como zagueiros;

Alex Telles e Matheus Uribe como lateral direito e esquerdo, respectivamente;

Danilo Pereira como volante defensivo, enquanto Otávio jogaria como meia-atacante central;

Na esquerda do meio-campo, Zaidu Sanusi (Jason) e na direita, Fábio Vieira;

Tiquinho Soares e Moussa Marega como atacantes.

Às 21h30, os jogadores de ambas as equipes estavam em campo e prontos para começar, e o árbitro apitou.

*Fweeeeeee*

O Porto começou o jogo e imediatamente partiu para cima do Belenenses. Se consideravam a equipe superior e queriam jogar como tal.

O jogo 1 a 0 contra o Paços de Ferreira na partida anterior havia desafiado o técnico do Porto, e ele havia demonstrado sua insatisfação aos jogadores.

Não foi uma derrota, mas o treinador sentiu que deveriam ter jogado melhor contra um time da parte de baixo da tabela, pois eram os adversários com quem era mais fácil aumentar o saldo de gols, mas sua equipe havia desperdiçado essa oportunidade, marcando apenas de escanteio e ficando em silêncio pelo resto do jogo.

Sérgio Conceição não gostou disso e desafiou seus jogadores a simplesmente destruir o Belenenses, e os jogadores planejaram agradar o treinador seguindo suas ordens, e assim a partida começou em ritmo acelerado.

Como tinham a posse desde o início, imediatamente lançaram um ataque que terminou com um chute que passou perto da trave esquerda do gol do Belenenses.

A partir daí, foi um vai e vem intenso com o Belenenses, que também lutava o máximo que podia, sem querer ser varrido pelo Porto, mas mesmo assim, estavam aos poucos perdendo terreno.

O Porto sempre controlou o ritmo da partida com táticas estratégicas de posse de bola.

Constantemente trocavam passes no campo de ataque do adversário, fazendo o Belenenses correr atrás constantemente, sempre na alta pressão, mas a bola quase sempre os escapava.

Quase no final de um primeiro tempo de tirar o fôlego, o Porto finalmente marcou aos 39 minutos.

O Belenenses havia recuperado a posse depois de muito tempo correndo atrás da bola, mas devido à pressão contínua do Porto, a bola foi gradualmente recuada para o campo de defesa do Belenenses até chegar ao goleiro, que a afastou para o meio-campo, sem opções de passe.

A bola voou para o meio do campo e foi disputada por jogadores de ambos os times, mas quem a ganhou foi Ivan Marcano, que cabeceou na direção de Danilo Pereira.

Controlando rapidamente a bola no peito, Danilo Pereira olhou em volta procurando um companheiro livre antes de finalmente enviar a bola para Alex Telles, que imediatamente passou para Zaidu Sanusi (Jason), que havia recuado para receber.

Ao receber a bola, Zaidu Sanusi (Jason) começou a descer pela esquerda, encontrando um jogador do Belenenses e o deixando para trás com uma La Croqueta, após o que continuou pela lateral esquerda.

Vendo uma oportunidade, Zaidu Sanusi (Jason) decidiu tentar algo em que vinha trabalhando.

Desde seu primeiro gol pelo clube, Zaidu Sanusi (Jason) havia começado a aprender a fazer o passe de trivela com Otávio e Telles, os melhores do time nessa técnica.

A trivela é uma forma de usar a parte externa do pé para bater na bola e fazê-la curvar em direção oposta ao jogador, podendo ser usada como passe ou como chute.

Zaidu Sanusi (Jason) admirava a habilidade pela versatilidade que permitia, e estava prestes a colher os frutos de seu treinamento ao bater na bola com a parte externa do pé direito, enviando-a em uma trajetória curva para cima e para fora, do lado esquerdo do campo.

A bola curvou perfeitamente na direção de Tiquinho Soares, que a recebeu na perna com um movimento controlado e a dominou antes de invadir a área do Belenenses e mandá-la para o fundo das redes.

Comentários