O Maior de Todas as Lendas

Volume 1 - Capítulo 100

O Maior de Todas as Lendas

Capítulo 100: Europa League – Oitavas de Final, Segundo Jogo: Disputa de Pênaltis I

Apesar dos esforços das duas equipes, a partida terminou sem gols, deixando ambos os times sem a libertação instantânea que tanto desejavam. Após o apito final dos 90 minutos, rumaram para os vestiários para descansar e se preparar para 30 minutos de prorrogação e, possivelmente, pênaltis.

Jason jogou água na cabeça com a garrafa que lhe foi entregue, respirando ofegante.

Ele havia se esforçado demais em busca do gol nos minutos finais, correndo continuamente contra a defesa do Leverkusen, dando passes e até mesmo fazendo corridas de distração. Mas o gol não saía, e ele deixou o campo decepcionado e exausto, embora mantivesse a expressão impassível, sem deixar transparecer seus verdadeiros sentimentos.

No vestiário do Porto, Sérgio Conceição se dirigia aos jogadores:

“Embora este não tenha sido o resultado que esperávamos, ainda não estamos eliminados. Se vocês continuarem com a mesma performance dos últimos minutos, podemos garantir nossa vaga na próxima fase”, disse Sérgio em um tom mais leve do que sua expressão sugeria.

Obviamente, ele não estava feliz com a forma como sua equipe havia sofrido dois gols, perdendo uma vitória quase certa.

Era muito irritante, mas ele entendia que não era hora de desabafar, pois isso poderia afetar o moral da equipe. Em um momento crítico como aquele, ele não podia permitir que isso acontecesse; portanto, guardaria suas palavras para depois da partida.

Dito isso, concentrou seus esforços em dar instruções aos jogadores para a prorrogação.

Ele queria marcar um gol antes do fim da prorrogação, pois não era muito fã de pênaltis, mas também entendia que não era hora de abandonar a defesa. Assim, deu instruções apropriadas que permitissem aos jogadores atacar com ferocidade sem deixar grandes brechas na defesa da equipe.

Em pouco tempo, o intervalo acabou e os jogadores voltaram para a prorrogação.

A partida recomeçou com o Bayer Leverkusen fazendo o saque inicial pela quarta vez na partida.

Sem surpresa, ambas as equipes jogaram de forma ofensiva, nenhuma disposta a esperar pelos pênaltis para decidir a partida. Mas, apesar dos esforços e alguns lances perigosos, o placar permaneceu inalterado após os primeiros quinze minutos. Os jogadores foram para o campo para um intervalo de cinco minutos e receber instruções do técnico.

Após o intervalo de cinco minutos, a partida recomeçou com o Porto fazendo o saque inicial. Esta foi sua quinta cobrança de saída em um mesmo jogo, algo incomum.

O segundo tempo da prorrogação também foi repleto de futebol ofensivo, mas um pouco mais contido, já que nenhuma equipe queria sofrer um gol naquele momento.

Inevavelmente, o apito final tocou após mais 15 minutos, com o placar ainda inalterado, levando a partida para os pênaltis.

O barulho no estádio nesse momento era baixo, os torcedores assistiam das arquibancadas com tensão nos rostos e esperança no coração.

Após alguns minutos de debate interno, as equipes definiram a sequência para as cobranças de pênalti, antes de ambos os capitães se dirigirem ao árbitro para o sorteio de moedas para decidir qual trave seria usada e quem cobraria o primeiro pênalti.

Após os dois sorteios de moedas, a trave a ser utilizada foi decidida, e o Bayer Leverkusen cobraria o primeiro pênalti.

Com isso decidido e a disputa de pênaltis prestes a começar, os jogadores de ambas as equipes foram para o círculo central para esperar.

Augustin Marchesin e Kevin Volland se dirigiram ao gol para o primeiro pênalti.

Sem muitas firulas, Volland acertou um chute forte no lado esquerdo do gol, enganando Augustin Marchesin e colocando sua equipe na frente.

{0 : 1}

Tiquinho Soares e Lukas Hradecky foram então para a próxima cobrança de pênalti, após Volland e Augustin Marchesin retornarem ao círculo central.

Tiquinho não decepcionou as cores do Porto e mandou a bola para o canto inferior esquerdo, apesar das tentativas de Lukas Hradecky.

{1 : 1}

Kai Havertz foi o próximo batedor de pênalti do Leverkusen e, sem hesitação, mandou a bola para as redes, passando por Augustin Marchesin.

{1 : 2}

Pelo lado do Porto, Moussa Marega foi o próximo, e com um chute estrondoso, empatou o placar novamente.

{2 : 2}

Lukas Alario foi para a próxima cobrança de pênalti do Bayer Leverkusen e, com frieza, mandou a bola para as redes, passando novamente por Augustin Marchesin e retomando a liderança na disputa.

{2 : 3}

Alex Telles foi para a próxima cobrança de pênalti e, como esperado, mandou Lukas Hradecky para o outro lado com um chute bem colocado.

{3 : 3}

Kareem Demirbay foi o próximo pelo Bayer Leverkusen e, sem muito espetáculo, mandou a bola para o canto superior direito do gol.

{3 : 4}

Matheus Uribe foi para a próxima cobrança de pênalti pelo Porto, após Demirbay e Augustin Marchesin retornarem ao círculo central.

Com uma corrida um pouco exagerada, Matheus Uribe mandou a bola para o canto esquerdo do gol.

Lukas Hradecky mergulhou para a bola, mas errou. No entanto, quando todos pensavam que a bola acabaria no fundo da rede, o estrondo do *CLANG* da bola na trave levou o coração dos jogadores do Porto à garganta.

Mas antes que alguém pudesse reagir com decepção, a bola ricocheteou na trave, bateu nas costas de Hradecky e rolou para dentro do gol, levando todos no estádio a uma montanha-russa de emoções.

{4 : 4}

Alguns jogadores do Leverkusen tentaram reclamar com o árbitro que o desvio da bola do gol significava que o gol não contaria, mas o árbitro argumentou que a bola acabou no fundo da rede devido ao goleiro do Leverkusen ter desviado a bola para a própria rede e não devido a uma ação do jogador do Porto, portanto, não estava contra as regras e ele validou o gol.

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