
Volume 1 - Capítulo 87
O Maior de Todas as Lendas
Capítulo 87: Estreia no Estádio do Dragão I
Com Vincent Aboubakar marcando o gol que fez o placar ficar 2 a 1 para o Porto (contra 1 do Portimonense), o equilíbrio da partida havia mudado.
O Portimonense não ousou mais jogar de forma cautelosa e lançou seus jogadores ao ataque, em uma tentativa de empatar o jogo. No entanto, isso teve o efeito contrário ao esperado.
Apenas cinco minutos depois do Porto finalmente assumir a liderança pela primeira vez na partida, a equipe azul e branca encontrou outra oportunidade. Eles pressionavam no ataque, apesar da ferocidade do Portimonense, que reagia à desvantagem no placar. Conseguiram recuperar a bola no campo de ataque adversário, mas estavam encontrando dificuldades para chegar à área, devido à defesa agressiva do Portimonense.
No fim, Matheus Uribe arriscou um lançamento para Tiquinho Soares e, por sorte, a bola alcançou o atacante. Enquanto tentava superar o marcador, o zagueiro agarrou a camisa de Tiquinho, derrubando-o.
*Fweeeeee*
O apito do árbitro soou rapidamente, marcando falta. O juiz se aproximou do jogador que cometeu a infração e lhe mostrou um cartão amarelo.
O ataque do Porto foi interrompido, mas eles ganharam uma falta na lateral direita, próxima à área do Portimonense.
Alex Telles, especialista em bolas paradas da equipe, posicionou-se para a cobrança. Com o apito do árbitro, ele correu em direção à bola, arqueou o corpo e chutou com o pé esquerdo.
Graças ao chute preciso de Alex Telles, a bola subiu suavemente, passou por cima da barreira e rumou para o canto superior esquerdo do gol do Portimonense.
O goleiro do Portimonense viu a bola vindo, correu e mergulhou, mas ainda assim ficou aquém. A bola passou por sua mão esticada e entrou no fundo das redes.
{Golaço!!!}
{3 : 1}
{O lateral português mais uma vez nos mostrou o seu talento, a sua marca registrada, a sua entrega.}
{Linda curva, absolutamente indefensável, e foi parar no ângulo!} A voz do comentarista serviu de contraponto ao barulho da torcida que enchia o estádio, comemorando a ampliação da vantagem.
Os jogadores do Porto aproveitaram o momento para comemorar o gol e só retornaram às suas posições após insistentes pedidos do árbitro para que o jogo fosse retomado.
A partida recomeçou com o Portimonense na cobrança de saída. Contrariando as expectativas de um desânimo total após ficar dois gols atrás, a equipe alvinegra ainda parecia disposta a lutar por algo no jogo.
Eles pressionaram o Porto, enviando a bola e seus jogadores para o ataque, em busca de um gol que os aproximasse do empate. Mas o Porto não estava disposto a facilitar as coisas.
Infelizmente para o Porto, a determinação do Portimonense foi maior do que o esperado e eles encontraram a oportunidade que buscavam com um chute potente do seu atacante, de fora da área, que encontrou o ângulo superior, apesar das tentativas de Augustin Marchesin de evitar o gol.
{Gooool!!! 3 : 2}
{Será que o Portimonense ainda tem alguma chance?} O comentarista fez uma pergunta cuja resposta cabia aos jogadores do Portimonense.
À beira do campo, Sérgio Conceição se virou para o banco e chamou Jason e Wilson Manafa para se aquecerem.
Jason e Wilson não perderam tempo, saltaram do banco e começaram os exercícios de aquecimento.
Enquanto o Portimonense comemorava o gol, Jason e Wilson se aqueciam, ouvindo as instruções do treinador.
Matheus Uribe sairia para a entrada de Wilson Manafa, que trocaria de posição com Sérgio Oliveira, que atuava na lateral direita.
Jason, por sua vez, entraria no lugar de Otávio.
Após as substituições, a partida recomeçou aos 67 minutos com o Porto na posse de bola. Mas o Portimonense, encorajado pelo gol, pressionou forte, fazendo o máximo para roubar a posse do Porto.
Infelizmente para o Portimonense, o Porto era uma equipe de primeira linha que não se abalaria tão facilmente sob pressão e, em vez disso, começou a apresentar um desempenho ainda melhor em resposta à pressão crescente.
Eles mantiveram a posse com passes precisos e bom movimento sem a bola.
A bola foi de Danilo Pereira para Sérgio Oliveira, que passou para Luiz Díaz, que, com um toque, escapou do marcador antes de enviar a bola para Vincent Aboubakar.
Sem espaço para avançar, Vincent Aboubakar tocou a bola de volta para Sérgio Oliveira no meio-campo, e Oliveira a enviou para o lado direito, onde Wilson Manafa a recebeu no peito antes de mandar, ainda no ar, para Jason.
Com um toque sutil, Jason aproveitou o fato de que a bola já estava no ar para desviá-la por cima do seu marcador, que estava atrás dele, antes de se virar para dominar a bola enquanto seu marcador escorregava ao perder o equilíbrio devido à mudança repentina de direção.
Embora houvesse espaço suficiente para Jason avançar, ele optou por um longo passe cruzado para o lado esquerdo da área, onde ele havia visto Luiz Díaz fazendo uma infiltração.
A bola voou sobre todos os jogadores antes de cair dentro da área, pelo lado esquerdo.
Os jogadores do Portimonense pensaram que a bola acabaria nas mãos do goleiro ou fora de jogo, mas Luiz Díaz apareceu repentinamente atrás da linha defensiva e saltou para dominar a bola no ar com o pé, em uma demonstração de controle de corpo e bola inacreditável.
Embora atordoados com o aparecimento repentino do ponta do Porto atrás de sua linha defensiva, eles eram profissionais e rapidamente partiram em perseguição. Mas Luiz Díaz já estava muito perto do gol e já tinha a bola controlada.
No segundo seguinte, ele já estava chutando e mandando a bola para o fundo das redes, superando o goleiro.