
Volume 1 - Capítulo 73
O Maior de Todas as Lendas
Capítulo 73 – De mal a pior
Após o Bayer Leverkusen abrir o placar, o Porto tentou responder com um gol, mas a defesa do Leverkusen se manteve firme, enquanto o time também buscava ampliar a vantagem.
No fim das contas, nenhuma das equipes conseguiu balançar as redes até o apito final do primeiro tempo.
Com o apito, os jogadores das duas equipes se dirigiram ao túnel para um intervalo de quinze minutos muito necessário.
Após os jogadores do Porto se reunirem no vestiário, o técnico começou a falar:
"À parte de terem abaixado a guarda e permitido o gol deles, não tenho nada a reclamar da atuação de vocês. Fizeram uma apresentação maravilhosa", disse.
"Infelizmente, os gols não apareceram, mas não se desanimem. Acredito que, se vocês mantiverem esse ritmo e trabalharem ainda mais duro, podemos terminar a noite com uma vitória."
Sergio Conceição primeiro fez um discurso motivacional antes de iniciar a reunião tática do intervalo.
Ele deu novas instruções a alguns jogadores e os orientou sobre como aproveitar as possíveis fragilidades na formação do adversário.
Ao término do intervalo, os jogadores do FC Porto estavam revigorados, física e mentalmente, prontos para um jogo mais intenso no segundo tempo.
Foi o Bayer Leverkusen quem começou o segundo tempo, e a partida rapidamente retomou a alta intensidade da primeira etapa, com ambas as equipes buscando o gol.
O Porto jogou com toda a ferocidade que pôde, mandando mais de cinco finalizações em direção ao gol do Leverkusen, três delas no alvo, mas as defesas heroicas de Hradecky impediram o time português de marcar.
Aos 55 minutos, o Porto acabou de chutar, mas a bola resultou em um tiro de meta. Hradecky pegou a bola, colocou-a no chão e lançou-a para o meio do campo.
Danilo Pereira e Kai Havertz pularam para disputar a bola, mas, pura força física, Danilo afastou Havertz antes de cabecear a bola na direção de Matheus Uribe. Antes que a bola chegasse a Uribe, ela foi interceptada por Charles Aránguiz, que a dominou rapidamente antes de partir em direção à área do Porto.
Os jogadores do Bayer Leverkusen, vendo Aránguiz se aproximando da área do Porto, começaram a fazer diversas movimentações para se soltar da marcação.
Aránguiz rapidamente encontrou Leon Bailey e lançou um passe em profundidade para a ponta esquerda.
Wilson Manafá correu atrás da bola, mas Leon Bailey, um dos jogadores mais rápidos do futebol mundial, o superou na velocidade, alcançou a bola primeiro e cortou para a área, mas seu caminho foi rapidamente bloqueado por Pepe.
Ele tentou algumas embaixadinhas, mas Pepe não cedeu, empurrando-o para fora. Se não fizesse nada, seria empurrado para fora de campo pelo capitão do Porto. Então, tomou uma decisão rápida e fez um passe por cobertura sobre a perna estendida de Pepe, na área, sem olhar, esperando que um de seus companheiros conseguisse alcançar a bola.
Kai Havertz, que tinha liberdade de movimentação em campo, vinha acompanhando Bailey por trás e estava em posição para receber o passe.
Ele dominou a bola no canto esquerdo da área e avançou lentamente, querendo chutar, mas Danilo Pereira, que chegava por trás, pois não conseguia acompanhar o ritmo de Havertz, tentou desarmar e afastar a bola. Em um momento de erro de julgamento, Danilo derrubou Havertz sem encostar na bola.
*Fweeeeeeee*
Sem dúvida, o apito agudo do árbitro o informou de que o árbitro havia notado o que aconteceu e já estava apontando para a marca do pênalti, enquanto tirava um cartão amarelo do bolso e o mostrava para Danilo.
Como sempre, os jogadores do Porto tentaram reclamar com o árbitro sobre o pênalti.
Era uma conclusão óbvia que, mesmo sendo muito claro que uma falta resultando em pênalti havia sido cometida, os jogadores do time que cometeu a falta sempre iriam reclamar com o árbitro, mesmo quando não havia sentido e era claro que seu companheiro estava errado.
Os jogadores do Porto fizeram o mesmo, mas o árbitro não cedeu, pois havia visto a situação muito claramente, e até mesmo uma repetição era suficiente para ver que era um pênalti claro.
A única decisão que, em sua opinião, deveria ter sido alterada era mudar o cartão amarelo para vermelho para Danilo Pereira, pois a falta que ele cometeu era muito merecedor de um cartão vermelho.
Como esperado, os jogadores do Porto não conseguiram fazer o árbitro mudar sua decisão, e um pênalti foi marcado para o Bayer Leverkusen, mergulhando a BayArena em um clima mais festivo, enquanto os torcedores do Porto que ainda estavam esperançosos segundos atrás agora tinham expressões deprimidas em seus rostos.
Em meio aos olhares felizes de seus companheiros e aos olhares esperançosos e ligeiramente deprimidos dos jogadores do Porto, Kai Havertz colocou a bola na marca do pênalti e deu cinco passos para trás.
*Fwweeee*
Havertz correu até a bola antes de mandar a bola para o canto inferior esquerdo, enquanto, infelizmente para o Porto, Agustín Marchesín havia mergulhado para o lado direito da trave.
O resultado disso foi, é claro...
{GOL!!!}
{E o Leverkusen dobra a vantagem, contrariando as esperanças dos torcedores do Porto e levando seus torcedores à euforia.}
{Que golaço! Esse gol tornou muito mais difícil para o Porto tirar alguma coisa desse jogo, mas sintam-se à vontade para me corrigir se eles me provarem o contrário, e isso é um grande "se!"} O comentarista não se preocupou em suavizar suas palavras ao comentar a situação atual.