I Fell into the Game with Instant Kill

Volume 2 - Capítulo 56.1

I Fell into the Game with Instant Kill

Capítulo 56.1: Refrigon (1)

Os soldados que se aproximaram me cercaram.

Então, ele franziu o queixo e disse:

“O que você é? Está parecendo suspeito. Anda por becos assim em plena luz do dia usando essas vestes?”

… O que ele estava dizendo agora?

Me perguntei que tipo de besteira era aquela, mas rapidamente entendi a situação.

*Será que eles estão tentando me roubar?*

Comparados aos cavaleiros ou soldados dos outros Lordes, os soldados do Sexto Lorde eram os piores em vários aspectos.

Não era incomum por aqui soldados que deveriam manter a segurança roubarem as bolsas dos transeuntes.

Um soldado esboçou um sorriso malicioso nos lábios e acenou com a mão. O outro brandou a lança ameaçadoramente por trás.

“Se quiser passar em paz, nos dê dinheiro. Ou pode levar uma surra e ir conosco.”

Eu apenas ri alto, pois esse assalto repentino me deixou perplexo.

“…Esse moleque está rindo? Está de brincadeira?”

As expressões dos homens se distorceram severamente.

Ignorei e olhei para cima.

Não havia meio termo nas minhas habilidades, então não havia como subjugá-los adequadamente sem matá-los.

Já é uma lenda em si massacrar monstros como aqueles na terra demoníaca, mas não conseguir dominar dois soldados de nível inferior a 20.

Eu estava pensando em simplesmente pular para o prédio usando o salto espacial para escapar.

“Ei.”

Ouvi uma nova voz.

Alguém da loja de poções para onde eu ia estava se aproximando.

Uma mulher de cabelo curto, com uma espada na cintura e um longo corte oblíquo no rosto. Em uma mão, ela segurava um frasco de poção que acabara de comprar.

Os soldados que a viram se assustaram e recuaram.

Ela olhou para eles e para mim por um instante e disse em tom frio:

“Saiam daqui, seus bastardos.”

Ela disse isso para os soldados.

Um deles tentou abrir a boca com uma expressão furiosa, mas o colega o interrompeu apressadamente.

“Ei, ei, vamos embora.”

Os dois homens só conseguiram encarar a mulher e, então, escaparam rapidamente por uma rua lateral.

Consegui ouvir os murmúrios deles enquanto se afastavam.

“Puta que pariu, que vadia arrogante, sendo só uma escrava…”

… Escrava?

Olhei para a mulher que espantou os soldados com uma única palavra.

Mas ela nem sequer me olhou e passou direto por mim, seguindo seu caminho.

Acho que ela ajudou, então é absurdo ela ter ido embora sem dizer uma palavra.

Fiquei olhando para suas costas, depois parei de prestar atenção imediatamente e segui meu caminho. Me dirigi à loja de poções de onde ela saiu.

*Kriiing.*

Abri a velha porta de madeira com uma placa e entrei.

O interior era tão antigo quanto o exterior, mas o ambiente era organizado. No entanto, cheirava a uma mistura de coisas.

Poções de várias cores estavam expostas aqui e ali. Me lembrou da paisagem que vi na oficina de Alkimas.

Enquanto olhava ao redor, um velho saiu da prateleira no canto. Era o velho que eu procurava.

*Cheguei ao lugar certo.*

Ele me lançou um olhar e foi até a cadeira do caixa, sentando-se.

“Você é um visitante que eu não conheço. Que poção veio comprar?”

Pensei por um momento e respondi.

“Vou dar uma olhada primeiro.”

“Faça como se sentir à vontade.”

O velho se recostou na cadeira e pegou um cigarro da mesa.

Ele pegou uma folha de tabaco da gaveta, encheu, acendeu e fumou.

Lancei um olhar para o velho e me virei.

Examinei as poções na prateleira e mergulhei em pensamentos profundos.

A razão pela qual dei uma olhada primeiro foi porque eu precisava ter cuidado com a maneira de iniciar uma conversa com ele.

*Grande Alquimista Gulpiro.*

Um dos mais prestigiados grandes alquimistas do continente atualmente.

E a pessoa que criou o elixir, ‘*O Santo Sangue de Diferi*’.

Essa era a identidade do velho.

Por que ele estava gerenciando uma velha loja de poções em um beco tão pouco povoado? Mas, conhecendo sua situação atual, era mais ou menos esperado…

Depois de organizar meus pensamentos, voltei meu olhar para o velho.

Falei com ele, que estava expelido fumaça de cigarro com um rosto lânguido.

“Mestre, há quanto tempo esta loja está funcionando?”

Ele estreitou os olhos.

“Isso, jovem… Faz cerca de um ano, por quê?”

Faz um ano.

Perguntei novamente.

“Qual o nome do mestre?”

“Meu nome? Pleon. Pode me chamar assim.”

“Não.”

Balancei a cabeça.

“Estou perguntando seu nome verdadeiro, não um pseudônimo.”

Naquele momento, a atmosfera esfriou.

A atmosfera lânguida característica do velho desapareceu, e em seu lugar ele estava cheio de intimidação.

Ele largou o cigarro e me olhou com um sorriso irônico.

“Quem é você?”

Respondi calmamente.

“Sétimo Lorde.”

“…O quê?”

Os olhos do velho se arregalaram.

Eu disse a ele, que estava sem palavras:

“Não pretendo ameaçá-lo. Estou apenas conversando com você por um tempo, alquimista Gulpiro.”

Ele olhou pela janela da loja com uma expressão endurecida. Adicionei:

“Vim sozinho.”

“…Você é realmente o Sétimo Lorde? Aquele que acabou de ser entronizado?”

“Sim.”

“Como posso acreditar nisso?”

“Se não fosse, eu deveria ser um louco fingindo ser um Lorde e usando seu nome. Por que eu mentiria quando é algo que pode ser facilmente descoberto com uma pequena investigação?”

O velho, Gulpiro, franziu a testa e suspirou.

“Seria inútil perguntar como você soube sobre mim. Então, qual é a razão de você estar aqui?”

Ele perguntou por que eu havia vindo vê-lo.

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