De Bandido a Idol: Transmigrando para um Reality de Sobrevivência

Capítulo 782

De Bandido a Idol: Transmigrando para um Reality de Sobrevivência

– Como você não pode ter se derretido por ele? – perguntou Ara, quase sacudindo os ombros de Mei enquanto caminhavam para o elevador.

Mei deu de ombros. – Porque ele é nosso gerente. Não há razão para eu me derreter por ele.

Yeri riu divertida. – Não se surpreenda mais, Ara – disse ela. – A Mei nem se sentiu atraída pelo June quando ele estava nos orientando.

Jeemin e Mina olharam para Mei com os olhos arregalados.

– Você não? – perguntou Jeemin. – Como você consegue resistir ao charme dele?

– Ele é como um irmão para mim – disse Mei honestamente.

Ara sorriu maliciosamente. – Bem, se ele fosse meu irmão…

– Nem começa – disse Mei, lançando um olhar fulminante para a amiga.

Ara riu alto. – Eu nem cheguei a terminar o que estava dizendo!

Mei gemeu. – Você nem precisava terminar para eu entender.

– Tudo bem, tudo bem – disse Ara. – De qualquer forma. Chega de June. Não temos chance com ele de qualquer jeito! Ele é uma estrela muito grande para sequer pensar em ter um relacionamento com ele.

– Em vez disso, vamos falar do Gerente Lei! Você acha que ele tem esposa?

– Não vejo aliança no dedo dele – sorriu Mina maliciosamente.

– Sim! – disse Ara, erguendo o punho no ar.

As meninas riram divertidamente enquanto observavam a integrante mais nova.

Embora ainda não tivessem criado uma conexão tão próxima, elas já sabiam que Ara ia ser um tanto quanto difícil de lidar.

– Você concorda que ele é bonito, certo? – perguntou Ara, segurando o braço de Mei. – Ele me lembra um pouco o June.

– Ele não lembra – respondeu Mei rápido, antes mesmo de pensar.

As meninas pararam e olharam para Mei com os olhos arregalados.

– Nossa, que oposição agressiva – murmurou Mina. – E você diz que não é atraída pelo June.

– Você precisa parar com essa ideia romântica. O público já está alimentando isso – murmurou ela.

Mei suspirou e passou os dedos pelos cabelos.

– Você precisa parar com essa ideia romântica. O público já está alimentando isso – murmurou ela.

– De qualquer forma – continuou Mei. – Eu não acho que eles são parecidos. O June é muito mais… natural – disse ela.

– Natural? – perguntou Yeri. – Você está dizendo que o Gerente Lei fez muita cirurgia plástica ou algo assim?

Mei suspirou e balançou a cabeça. – Não é isso que estou dizendo.

– É só que… sinto algo meio estranho em relação ao Gerente Lei – murmurou ela.

Ara suspirou e balançou a cabeça. – Você não sentiu a mesma coisa pelo June no começo do Rising Stars? O Gerente Lei é ótimo!

– É – disse Yeri. – Você fica na defensiva a maior parte do tempo, então você tem dificuldade em deixar as pessoas se aproximarem.

Mina franziu a testa confusa. – Mas você parece bem com a presença dele – disse ela.

– Eu estou bem com isso – suspirou Mei.

– Ele é só… muito gentil – concluiu ela.

– Isso não é bom? – perguntou Jeemin. – Eu preferia ter um gerente gentil do que o Sr. Ong.

As meninas concordaram entusiasticamente.

– Ah, chegamos – disse Ara quando viram o nome da equipe na porta.

Ara ofegou alto ao ver que a porta do EVE estava bem na frente da porta delas.

– Omo – disse Ara. – Seremos abençoadas com beldades todos os dias!

As outras meninas balançaram a cabeça, divertidas.

Então, Jeemin abriu a porta, esperando ver apenas o gerente delas dentro.

Então, imagine o choque delas ao verem os oito integrantes do EVE, junto com o gerente deles, segurando serpentinas com uma faixa que dizia – ‘PARE DE JOGAR PACIÊNCIA! SIGA O LUNAIRE!’

No meio estava Zeth, que estava segurando um bolo.

Mina, sendo a líder, fez uma reverência assim que a surpresa passou.

– O que é isso, seniores? – perguntou ela. – Vocês não precisavam.

Zeth riu enquanto colocava o bolo na mesa. – Ah, vamos lá. Nosso dormitório ficou bem solitário quando o BOYMYSTIC saiu. Isso é o mínimo que podíamos fazer.

– E parem de nos chamar de ‘seniores’ – disse Ren. – Não é como se a gente não tivesse treinado junto.

Mina coçou a nuca, sentindo-se tímida.

– As outras meninas também – disse Sehun com um sorriso gentil. – Vocês podem nos chamar normalmente, certo? Não hesitem em pedir nossa ajuda também. Vamos garantir que vamos ajudá-las quando estivermos livres.

Lei bateu palmas animadamente, fazendo June estreitar os olhos com suspeita.

– Não é uma sorte vocês terem colegas de trabalho tão gentis? – perguntou ele.

– Ah, para com isso – disse Jay. – Somos nós os sortudos, já que o LUNAIRE tem um gerente tão gentil – brincou ele.

Os outros concordaram, elogiando Lei por ajudar as meninas com a mudança.

June, por outro lado, ainda não sabia o que sentir.

‘Isso deve ser o que o Elmo sentiu sempre que o Rocco estava por perto’, pensou ele.

– Bem, o que vocês ainda estão fazendo aí parados? – perguntou Akira.

– Vamos comer o bolo! – exclamou ele.

As meninas assentiram animadamente e se juntaram ao EVE no chão, onde Lei já estava cortando o bolo em pedaços iguais.

– O Zeth comprou isso com o próprio dinheiro, o que é uma grande surpresa, já que ele geralmente é pão-duro – disse Ren, arrancando risos do grande grupo.

– Então, se deliciem! Esta provavelmente será uma das últimas vezes em que ele vai pagar para vocês.

Zeth revirou os olhos. – Não escutem ele – disse ele.

Lei distribuiu os pratos e, como June estava com bastante fome, ele rapidamente deu uma mordida.

O sabor doce invadiu instantaneamente seus sentidos.

No entanto, ele franziu a testa apesar de seu desejo por doces.

– Abacaxi – murmurou ele.

Então, ele se virou para Mei, que estava prestes a comer um pouco do bolo também.

June agiu rapidamente e deu um tapa na mão dela, fazendo o bolo cair no chão.

Os outros olharam para ele com os olhos arregalados, incapazes de falar por um momento.

– O que… foi isso, June? – perguntou Jay depois de um tempo.

June suspirou. – Foi por pouco – disse ele. – Não era óbvio à primeira vista, mas o bolo tem abacaxi.

Mei franziu a testa.

– Você é alérgica a abacaxi, certo? – perguntou June.

Mei lentamente concordou com a cabeça.

– Ah – disse Zeth, sentindo-se culpado. – Eu não sabia que você tinha alergia a abacaxi.

– Se eu soubesse, teria escolhido um diferente.

Mei balançou a cabeça com um pequeno sorriso.

– Tudo bem – disse ela. – Não é uma alergia comum.

– É – disse Akira, coçando a nuca. – Eu nem sabia que existia.

– Hmm – murmurou Mei.

Eles foram envolvidos em silêncio mais uma vez antes de Lei falar, chamando a atenção de todos.

– Como é que você sabe da alergia dela a abacaxi, então?


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