De Bandido a Idol: Transmigrando para um Reality de Sobrevivência

Capítulo 751

De Bandido a Idol: Transmigrando para um Reality de Sobrevivência

Vestido todo de preto, como sempre fazia quando saía, ele se esgueirava pelo caos, rumo a uma entrada lateral que poucos conheciam. O jardim interno do hospital ficava logo além. Vendo alguns policiais rondando, se misturou rapidamente às sombras.

O coração de Junho batia forte enquanto ele passava pelos policiais, seus instintos o guiando como nos tempos de gangue. Ele sabia que o caos dentro do hospital não era aleatório. Tinha a marca registrada de um homem desesperado e civis inocentes que o colocariam em vantagem. Junho sabia que Chul era apenas um peão em um jogo maior, e sentia que havia algo mais em jogo.

Sua mente voltou aos dias em que lidava com situações semelhantes. Situações de reféns geralmente aconteciam por dois motivos: o perpetrador não tinha nada a perder ou tinha algo crucial a ganhar. No caso de Chul, provavelmente eram ambos. Esquivando-se da fita de isolamento, Junho se moveu despercebido, seus anos escapando das autoridades lhe servindo bem. Ele se aproximou de dois guardas postados em uma entrada, seus movimentos precisos. Uma rápida pressão em um ponto de pressão no pescoço do primeiro guarda o deixou inconsciente, distraindo o outro guarda e permitindo que Junho entrasse. Lá dentro, o hospital estava assustadoramente silencioso, com pacientes e funcionários se escondendo de medo. No primeiro andar, ele encontrou pessoas deitadas no chão, os olhos arregalados de terror. Agora, você pode estar se perguntando por que Junho estava agindo tão impulsivamente. Normalmente, ele teria feito isso nos bastidores, sem se expor devido à natureza de seu trabalho. No entanto, ele estava vivendo no limite — à beira da morte. Então, se aquele fosse o último dia de sua vida, ele sairia lutando pelo que importava. Ele caminhou em direção ao jardim, os pacientes e funcionários o observando com medo. Até os policiais lá fora, que observavam através de seus binóculos, pareciam atordoados ao verem uma figura caminhando em direção ao atirador.

"O que ele está fazendo?", murmuraram os policiais. "Ele precisa parar. Não queremos vítimas." "Me dá isso", disse outro policial, pegando o megafone do colega. "A todas as pessoas dentro, por favor, mantenham a calma", disse ele sutilmente, sem querer dar nenhuma dica ao atirador. Embora Junho tivesse ouvido o policial, ele não deu ouvidos às suas palavras. A civil que estava transmitindo tudo ao vivo também ficou chocada ao direcionar a câmera para o civil que caminhava. Junho sorriu. Era hora de dar a eles um bom show. Então, sem hesitar, ele removeu sua máscara, expondo seu rosto a todos na sala.

Pequenos suspiros foram ouvidos no hospital quando uma presença atraente os agraciou.

Mesmo em meio ao caos, eles puderam reconhecer instantaneamente a beleza de Junho. "Quem é aquele?", murmurou um policial, os olhos arregalados de descrença.

Outra policial tirou seus binóculos, ofegante ao reconhecer quem era. "É o Junho... da EVE", respondeu ela, igualmente chocada.

Ignorando os murmúrios, Junho avançou, caminhando confiantemente para o local. A transmissão ao vivo tremeu, fazendo muitas pessoas reclamarem. - Quem é aquele? Alguém está caminhando em direção ao local! - Que diabos está acontecendo? Por favor, segure suas mãos!

- Garota, a mulher está traumatizada. Deixe-a em paz. - O cara parece bonito. - Do que vocês estão falando? Ele está literalmente em 144p em uma câmera de celular tremida!

- Ele acabou de tirar a máscara! Pareceu tão legal. Foi quase como um filme de ação. - Isso é melhor do que filmes de ação modernos!

- Por favor, parem de romantizar crimes da vida real. Foi então que a câmera woman segurou em sua mão, o que permitiu uma filmagem mais estável. Então, como se as divindades tivessem atendido às preces dos espectadores, a conexão de internet pareceu ser impulsionada dentro do hospital, e a resolução ficou mais nítida. Com isso, o caos se instalou. - AQUELE É O JUNHO! - Omo. Realmente é o Junho!

- O que ele está fazendo ali? - Dizem que a avó dele está internada naquele hospital!

- Então, quer dizer que…

- Eu não quero assumir, mas, por outro lado, Junho não iria ao hospital apenas para salvar uma mulher aleatória.

-Droga. É muito legal da parte dele, mas estou tão preocupado. -Não consigo deixar de pensar que ele vai se machucar!

-Junho, por favor, deixe outras pessoas fazerem isso!

Naquele instante, o caos também se instalou fora do hospital. Os membros da EVE, junto com seu gerente e seguranças, estavam entre os cidadãos preocupados.

Casper foi o primeiro a chegar ao local. "Deixem a gente entrar", disse ele. No entanto, os policiais os contiveram, reforçando as barricadas. Enquanto isso, aqueles que esperavam do lado de fora não conseguiam deixar de se encantar com o bonito grupo ídolo. - Um passarinho me contou que a EVE também está lá. Nossa, eu deveria ter ido. - Por favor, tenham respeito. Há vidas em risco aqui. - Eu só quero que todos fiquem seguros, por favor. Eu não posso perder ninguém da EVE!

- Cara, o Junho parece que vai morrer. Ele está enfrentando um homem armado!

À medida que Junho se aproximava do local, Chul se virou, reconhecendo-o instantaneamente. A visão do rosto familiar de Junho pareceu lançá-lo em um frenesi ainda maior. "Você", murmurou Chul, lembrando-se de como Junho havia arruinado sua vida. Com isso, ele apertou o aperto no pescoço da velha, fazendo-a engasgar. "Não se aproxime!", gritou Chul, a voz alta de pânico, enquanto apontava a arma diretamente para Junho.

Junho parou em seus rastros, seus olhos fixos nos de Chul. Tudo o mais desapareceu. O barulho, o caos, o medo — tudo se dissolveu em um único foco intenso. Ele estava acostumado a situações como essa. Ele havia enfrentado inimigos mais ameaçadores em sua vida passada, e sabia que o medo podia ser tanto uma arma quanto uma fraqueza.

"Chul", Junho chamou. "Eu não estou aqui para te machucar. Estou aqui para conversar." "Conversar?", cuspiu Chul, apertando o aperto na arma. "O que há para conversar?" Junho deu um passo cauteloso para frente, as mãos levantadas em um gesto não ameaçador. "Eu sei que nós não temos um bom passado, mas vamos deixar tudo para trás. Você não quer machucar civis inocentes assim."

"Cala a boca!", a voz de Chul vacilou, mas sua determinação parecia estar enfraquecendo. "Você não sabe de nada!"

Junho apertou os lábios, perdendo a paciência. Ele estava apenas usando a primeira tática de seus livros — negociação. Abordar tais situações com calma geralmente era a melhor maneira de agir, mas Junho podia ver como sua avó estava começando a perder oxigênio, o que o fez sentir raiva em vez de calma.

A multidão observava em silêncio atônito. Jay, parado na frente da linha de policiais, parecia pronto para explodir com uma mistura de raiva e impotência. "Junho, volte para cá! Isso é muito perigoso!"

Junho ignorou o apelo de seu gerente, e seu foco estava exclusivamente em Chul.

Por um momento, pareceu que as palavras de Junho estavam surtindo efeito. Os olhos de Chul amoleceram, e seu aperto na arma afrouxou levemente. Mas então, em uma fração de segundo, um brilho de loucura voltou, e ele levantou a arma mais alto, apontando-a diretamente para o peito de Junho.

"Você não entende!", gritou Chul. "Não há saída para mim!"

Naquele instante, Junho viu vermelho. "É isso mesmo", cuspiu ele. "Você está fodidamente acabado."

Comentários