
Capítulo 253
Casamento Predatório
Ishakan olhou para as costas lisas e brancas de Leah, perfeitas, exceto pelas saliências visíveis de sua espinha. Ele respirou fundo enquanto seu olhar subia e descia por suas costas. Suas paredes internas úmidas agarravam seu membro e os músculos de sua mandíbula se contraíram enquanto ele a olhava, tentando se acalmar. O prazer era avassalador.
Sempre tinha sido um problema. O sexo com ela era tão incrivelmente bom que tornava difícil lutar contra seus instintos. Embora soubesse que seria difícil para ela o suportar, ele sempre a levava ao limite.
Só de olhar para ela, era difícil se conter. O menor estímulo dela fazia seu membro endurecer.
Mais de uma vez, Leah arriscara a própria vida, o provocando. Acontecera de novo hoje, quando ela o olhara com desejo enquanto falava com ele, e depois, quando se beijaram no depósito de vassouras, Ishakan não conseguiu mais se controlar.
O sangue de besta nas veias dava aos Kurkans fortes impulsos sexuais. Ele temia assustá-la, já que ela não se lembrava dele, e decidira não pressioná-la. Mas depois de uma longa abstinência involuntária, finalmente estavam juntos, e ele não pararia até que ela perdesse a cabeça.
Havia também a chance de que gozar dentro dela até transbordar pudesse ajudá-la a se lembrar, mas certamente a chocaria se ela soubesse. Lentamente, Ishakan começou a mover seus quadris, mas parou bruscamente.
“Leah…!”
Ele agarrou suas nádegas em suas mãos. A diferença de tamanho era tão grande, será que ela estava tendo dificuldade em recebê-lo?
“Relaxa…” Ele disse, olhando para ela. Suas mãos seguravam o lençol com tanta força, seus pequenos punhos tremiam, e seus olhos dourados ficaram frios. “Leah…”
“Não… deveria estar… folgado…” ela murmurou.
No segundo em que entendeu o que ela quis dizer, Ishakan riu com escárnio.
“Se um homem tem que dizer isso, o problema é que ele é pequeno.”
Suas costas brancas estremeceram com suas palavras, e ele apertou suas nádegas em suas mãos enquanto esperava que ela se relaxasse por dentro. Todo tipo de palavrão explodia em sua mente.
Ele se lembrava de tudo o que havia experimentado na cama com ela. Ele estava feliz por ter sido ele quem ensinou a princesa inocente, que nada sabia. Ele gostara de vê-la mudar, crescer e começar a expressar seus verdadeiros desejos. E ele ficara satisfeito que essa mudança fosse por causa dele.
Tinha sido um relacionamento especial que nunca poderia ser substituído. Ou recriado.
Mas depois que ela fora tirada dele, Blain a ensinara tantas coisas estranhas. Mesmo agora, o sexo com Ishakan a envergonhava. Fazia seu sangue ferver imaginar ela no quarto de Blain, o vendo transar com outras mulheres.
Havia alguma maneira de matar aquele bastardo que o fizesse se sentir melhor?
Ishakan não achava que houvesse nada que fosse suficiente para apagar completamente sua raiva.
Respirando fundo, ele tentou se acalmar. Ele tinha que se concentrar em sua esposa agora. Saber que ela estava fazendo o seu melhor para fazê-lo se sentir bem dissipou sua raiva, um pouco.
Leah ainda escondia o rosto na cama, e Ishakan a abraçou, retirando seu membro dela. Ela estremeceu com a sensação enquanto seu grande membro se retraía, e ele a virou, deitando-a de costas.
Seu membro roçou seus lábios inferiores úmidos.
“Vamos fazer isso cara a cara”, disse ele, olhando para ela. Ela corou instantaneamente, e ele sorriu enquanto penetrava fundo nela, fazendo-a gemer alto.
Ele acariciou seus seios e tentou resistir à vontade de estocá-la imediatamente. Seus seios se encaixavam perfeitamente em suas mãos, e ele não se esqueceu de provocar seus mamilos. Só então ele começou a mover seus quadris novamente.
O som de suas peles se chocando ecoava eroticamente pela sala.
“Leah, Leah…” ele disse, chamando seu nome, sua voz cheia de prazer. O calor de seu interior úmido o fazia se sentir tão bem, e ele amava a maneira como ela estremecia contra ele, tentando conter seus gemidos.