
Capítulo 182
Casamento Predatório
Os olhos de Leah se arregalaram enquanto a masculinidade dele inchava ainda mais dentro dela.
— Hck, ahhh, eu não gosto disso... — disse ela, assustada.
— Você não gosta? — Ele mordeu o pescoço, o ombro e depois o seio dela em rápida sucessão, os olhos ardentes de excitação. — Você não gosta, Leah?
Ela sentiu uma dor aguda entre as pernas. Quase achou que poderia se rasgar se a masculinidade dele crescesse mais, mas ela balançou a cabeça, chorando enquanto pressionava uma mão sobre sua barriga levemente inchada.
— Ahh, não... — ela ofegou. — Hmm, ok...
Finalmente, ela respirou fundo e estendeu a mão para acariciar a bochecha dele.
— Eu quero ter seu filho... — O polegar dela esfregou suavemente abaixo do olho dele. Ela podia sentir o calor ardente da pele bronzeada dele contra seus dedos brancos enquanto ela dizia o nome que queria dizer há muito tempo. — Isha...
O rosto dele ficou rígido. Sua masculinidade, pressionando firmemente contra o colo do útero dela, inchou descontroladamente. Não amoleceria até que ele a tivesse enchido novamente com seu sêmen.
Era difícil respirar. O corpo de Leah tremia enquanto ela soluçava, e enquanto lutava para não perder os sentidos, ela ouviu o rangido do metal se dobrando.
O pilar de ferro se dobrou como se fosse de borracha, e as correntes se romperam.
Leah caiu para trás imediatamente, esparramada sobre o véu e olhando para Ishakan em choque. Ishakan rasgou sua túnica, expondo seu corpo nu, e imediatamente penetrou nela.
— Você vai me matar, hein? — Ele ofegou, enquanto Leah lutava contra as grandes mãos que agarravam seus pulsos. — Eu me contive até agora...
Ele não conseguia controlar sua força. Lágrimas encheram seus olhos com a força do aperto dele, mas Leah não conseguia sentir claramente a dor. Ela sentiu como se suas paredes internas rasgassem enquanto ele a golpeava como uma besta, mas não era só dor. A linha entre dor e prazer estava se tornando borrada, e gradualmente, a dor era um estímulo ao seu prazer.
Ofegando freneticamente, ela envolveu as pernas na cintura dele, suas panturrilhas finas deslizando sobre seus quadris musculosos. Seus dedos dos pés se encolheram, agarrando-o enquanto ela gemia. A ponta de sua masculinidade, inchada ao máximo, jorrou sêmen dentro dela e ele mordeu seu mamilo enquanto ela tremia.
— Ah, hmm... Leah... — Ishakan se contraiu, derramando seu sêmen em seu útero, movendo sua masculinidade para agitá-lo dentro dela, e Leah teve outro orgasmo.
Ela já estava no limite. Seus próprios fluidos eram retidos dentro dela por sua masculinidade e ela podia senti-lo esfregando seu sêmen nela.
— Isha, Isha... — Ela gritou seu nome, frenética, e cada vez que ela o dizia ele ficava mais feroz. Ela estava tentando se recompor, mas estava apenas se desfazendo ainda mais enquanto a realidade desvanecia. Letargia se espalhou por seu corpo. Ela se sentia como se estivesse flutuando em nuvens.
— Ah... — Um gemido suave escapou dela enquanto seu corpo se esticava, tremendo.
Ishakan a beijou. Ela podia sentir o toque dos lábios dele tão vividamente quanto podia sentir sua semente quente em seu útero, e ela tremeu de prazer enquanto o beijava. Olhando um para o outro, suas línguas entrelaçadas. Eles estavam conectados como um só.
Ela sentiu como se seu corpo fosse explodir de tanto prazer, tão extremo que ela não conseguia expressar. Sua mente era uma bagunça. Parecia que o mundo que ela conhecia havia se despedaçado, e um novo nasceu à medida que ela percebeu: o homem diante dela era seu marido. Incapaz de se conter, ela sussurrou para ele...
— Meu marido...
O sorriso dele estava tão brilhante com aquelas palavras possessivas. Seus lábios se moveram em resposta lenta e extática.
— Eu te amo, Leah.