Casamento Predatório

Capítulo 42

Casamento Predatório

Inúmeros casais se escondiam no jardim para seus encontros amorosos durante os banquetes. Leah às vezes saía para aproveitar a brisa noturna, e muitas vezes tinha que se virar rapidamente depois de ouvir um grito apaixonado.

“Já tem tanta gente fazendo isso por aqui. Então, a gente nem vai se destacar.” Será que ele tinha adivinhado o que ela estava pensando?

Além do risco de serem pegos, o que a chocava ainda mais era estar fazendo aquilo. Porque, isso era, realmente…

“Por que? Porque isso é o que as feras fazem? É isso que diz a etiqueta da corte de Estia? Acho que não está muito longe da verdade, já que você está fazendo isso com um animal agora.”

Leah abriu e fechou os lábios com os olhos embaçados. Como ele sabia? Parecia que Ishakan conseguia ler todos os seus pensamentos.

“Eu não li. Você está falando agora. Parece que você está completamente perdida.”

Ele mordeu levemente seus lábios trêmulos.

“Parece que a poção é bem forte…”

A mão de Ishakan acariciou suas panturrilhas por um longo tempo e agarrou sua coxa. Seus dedos longos e finos apertaram suas coxas com tanta força que pareciam prestes a estourar. Ela tinha certeza de que deveria ser doloroso, mas estranhamente era mais próximo do prazer do que da dor. A parte interna de suas coxas tremia com uma excitação estranha. Coçava tanto que seu corpo não conseguia suportar. Ela engoliu em seco e encarou o homem à sua frente.

Ela conhecia o prazer que ele lhe proporcionaria. Sua cintura se moveu instintivamente, assim que imaginou como seria sentir seus dedos longos dentro dela, a mexendo. Leah tremia e se contorcia aos poucos, abrindo as pernas sem perceber.

Ishakan, que ainda a observava em silêncio, soltou uma risada.

“Você acha que isso é o suficiente? Abre mais.”

Sua mente ficava cada vez mais impaciente. Coçava tanto por dentro que ela estava ficando louca. Ela abriu bem as pernas, esperando que ele a tocasse rapidamente, e assim que o fez, ele a beijou acima dos joelhos e a elogiou.

“Isso. Ótimo trabalho.”

Seus olhos alcançaram o ponto mais profundo entre suas pernas. Seu olhar franco e explícito era quase palpável. Ela encolheu os dedos dos pés, incapaz de suportar a antecipação. Seu nervosismo aumentou.

Sem que Leah soubesse, sua parte inferior já estava encharcada. Seu rosto ficou vermelho ao perceber o quanto sua região íntima estava úmida. A ruborizada Leah sentia que a qualquer momento poderia explodir. Leah mordeu os lábios e sussurrou.

“Eu, Ishakan, eu, eu me sinto tão estranha…”

Seus olhos que olhavam para baixo se levantaram novamente. A cor dourada de suas pupilas se intensificou. Ishakan deitou Leah.

“O que se sente estranho?” O homem travesso perguntou, com ar de saber.

“Uhh, haaa…”

Ela fechou os olhos e engoliu um gemido. Seu corpo estava estimulado e irritado até mesmo pelo leve toque das roupas macias em sua pele. Suas entranhas se contraíram e ela sentiu-se escorrer lá embaixo. O líquido quente escorria por suas coxas. Se isso continuasse, Leah sentia que realmente ia morrer. Suas próximas palavras saíram como um soluço.

“Embaixo… Está estranho embaixo…”

“Como?”

“Está molhado… e a água não para de sair…”

Ele rasgou sua calcinha. Um pedaço do tecido manchado caiu sobre a tuberose branca. Ishakan pressionou firmemente a coxa de Leah com ambas as mãos, para que ela não pudesse se mover, e colocou a cabeça entre as pernas.

“Está transbordando.”

Ela de repente ficou preocupada. Ouvi-lo descrever seu estado úmido como se ela fosse uma barragem rompida a deixou preocupada. Seu corpo poderia ter sido afetado pela droga desconhecida que ela havia tomado. Ishakan riu levemente.

“Você quer que eu pare?”

Ela não tinha certeza se acenou com a cabeça ou implorou para que ele fizesse isso. Ishakan lentamente abaixou a cabeça cada vez mais enquanto ela tentava recuperar sua consciência turva. Ela podia sentir sua respiração quente sobre ela. Leah abriu os olhos arregalados e chorou.

“…Uck!”

Um pedaço de carne macia e quente a lambeu ali embaixo, onde estava quente como ferro. Ele enrijeceu a língua e a lambeu. Era como se sua língua inquisitiva quisesse provar um aperitivo primeiro, e então sugou seu ponto quente. Seu corpo se encolheu com a sensação macia que esfregava em seu corpo.

As coxas de Leah tentavam desesperadamente se levantar, mas não se moviam um centímetro por causa de suas mãos pressionando-as firmemente. Sob o ataque de sua língua e os sons úmidos de sua saliva e seus fluidos se misturando, sua respiração ofegante era audível.

“Ah, ah. N, não… Pare…”

A sensação estava além de seu limite. A sensação delirante que ele despertou nela era quase dolorosa. Ela chorou, incapaz de suportar. No entanto, Ishakan não parou. Seu ataque implacável e impiedoso continuou enquanto ele se aprofundava ainda mais nela.

Seu dedo médio deslizou sobre a textura lisa de suas pétalas, então a abriu e penetrou lentamente. Ele não se esqueceu de lamber a protuberância inchada e rígida enquanto inseria o dedo.

Os barulhos do líquido chacoalhando dentro saíram enquanto ele dobrava o dedo inserido em um leve ângulo e o movia lentamente várias vezes. Suas paredes internas úmidas se agarravam a seus dedos, como se para significar que estavam esperando por isso.

“Heuk, ha… N, não, tire seus dedos, por favor…!”

“Você está tendo dificuldades com apenas um dedo?”

Ishakan sugou ali embaixo. O barulho úmido de seus lábios sugando sua intimidade podia ser ouvido. Ele sorriu satisfeito.

“Eu preciso colocar algo maior, então preciso te abrir mais.”

Os dedos de Ishakan se moviam curtos e rápidos. Com apenas uma fina membrana mucosa os separando, sua língua macia constantemente lambia e sugava por cima, e seus dedos rígidos cutucavam grosseiramente por baixo. Leah viu uma ilusão de raios caindo diante de seus olhos.

Sua pele exposta estava tão quente que estava brilhando. Ela não conseguia mais suportar. Leah, perto das lágrimas, chamou Ishakan.

“I-Ishakan… Ah, ahh!”

Ele enfiou o dedo bem fundo. Sua cabeça se inclinou para trás e um grito como um gemido irrompeu. Sua barriga inferior achatada se contraiu.

O clímax foi longo e tão forte que deixou sua mente em branco. A sensação que a atingiu furiosamente não diminuiu facilmente. O interior de seu corpo se contraiu e jorrou fluidos. Um fio viscoso se esticou enquanto ele lentamente retirava o dedo de seu buraco encharcado. Ishakan lambeu o dedo e riu.

“É delicioso.”

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