Super Detective in the Fictional World

Volume 2 - Capítulo 930

Super Detective in the Fictional World

Weasel hesitou por um momento antes de dizer: — Quando ele disse a última sentença, eu senti um perigo. O que exatamente ele faz?

Wade respondeu: — Você não está com medo da polícia, está?

Weasel ficou sem palavras: — Você está fazendo negócios com a polícia?

Wade: — Ele é um policial da LAPD. Por que não posso fazer negócios com ele?

Weasel ficou atordoado: — LAPD? Então, por que ele está em Nova York?

— Como vou saber? Não sou esposa dele — Wade falou casualmente e sua própria esposa imediatamente pisou em seu rosto.

Wade agarrou o pé de Vanessa para não ser atingido de novo: — Algo mais? Vou desligar.

Weasel perguntou: — Ele não vai ficar com raiva, vai?

Alguns policiais não tinham métodos limpos.

Wade pensou por um momento: — Ele é razoável e muito generoso. Ele cumpre o que diz.

Eles conversaram por mais um tempo antes de Weasel desligar.

Franzindo a testa e pensando por um momento, ele riu de repente: — Ele é só um jovem. Por que estou tão nervoso? Ele não é da NYPD. Ele não pode me controlar.

Weasel não estava com medo da NYPD em si, mas seu bar poderia facilmente entrar em problemas.

Pensando nisso, Weasel deixou a ansiedade de lado sobre vender informações falsas e trancou alegremente os vinte mil dólares no cofre atrás do balcão.

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No carro, Selina folheou a pilha de arquivos: — Você vai procurar pelas pessoas baseado nisto?

Luke assentiu: — Embora a maioria possa não ser confiável, o resto ainda é um pouco útil.

Selina estalou a língua e balançou a cabeça: — A maioria das pessoas aqui são normais. Eles não parecem valer mil dólares.

Luke: — Está tudo bem. Sempre fui um cidadão cumpridor da lei. Desde que dei o dinheiro, ele tem que resolver o problema. Se ele não puder resolver o problema após pegar o dinheiro, terei que fazer da outra maneira.

Selina ficou intrigada: — Como vai resolver com ele?

Luke: — Dê uma chance a ele. Talvez ele também queira ser uma boa pessoa.

Não me culpe por não te dar uma chance por ser uma boa pessoa! Ele resmungou internamente.

Quando a hora chegasse, Luke não se importava de seguir o exemplo do Demolidor.

O Advogado Matt só precisava cobrir o rosto. Havia só uma maneira dele conseguir a informação, e não precisava pagar por ela.

Enquanto Luke pensava isso, o Advogado Matt por acaso estava fugindo num estado lamentável.

Matt, que não era tão bem-informado quanto Luke, finalmente saiu de novo após suas feridas se curarem.

Ele estava de bom humor após seguir a campanha de reconstrução comunitária e voluntariado. Ele decidiu sair para fazer uma limpeza criminal e ver se conseguiria causar problemas para o Rei do Crime.

Após espancar dois grupos de bandidos que estavam assaltando mulheres, Matt retornou ao telhado e agachou para ouvir tudo que estava acontecendo em cada canto da cidade.

De repente, ouviu uma voz: — Ah, encontrei você, Demolidor! Você é meu.

A voz veio de um prédio a cem metros de distância.

Matt se virou inconscientemente naquela direção e ouviu o som leve de metal.

Seu coração apertou. Aquilo era… uma arma!

Lembrando-se do murmúrio do homem, ele deu um mortal e caiu nas sombras na beira do telhado.

Bang!

O que soou parecia com um disparo extremamente limpo para Matt, ecoou no céu noturno.

Agora havia um pequeno buraco no chão em que ele estava agachado.

Matt até conseguia sentir a bala se estilhaçar e se espalhar com os pedaços de cimento.

Como alguém que estava acostumado a observar o mundo com a audição, até ele ficou surpreso, sniper?

Ele claramente ouviu o cara que disparou a arma puxar a culatra e recarregar.

A maioria das pessoas que usavam rifles snipers eram profissionais. Os membros de gangue que ele normalmente espancava nem se comparavam.

Para a maioria das pessoas, as pistolas automáticas eram mais práticas que rifles snipers, incluindo membros de gangue que usavam armas.

Matt elevou a guarda imediatamente, mas estava confuso. Por que um sniper estava procurando por ele? Era o… Rei do Crime?

Porém, ele estava procurando pelo Rei do Crime há muito tempo e a coisa mais azarada que encontrou foi o cerco dos oito ninjas.

Um sniper profissional nunca apareceu antes.

Acertou a pessoa errada? Isso era impossível.

Pessoa que disparou obviamente conhecia o Demolidor e rapidamente confirmou sua identidade e disparou.

Os pensamentos de Matt giraram. Sob a cobertura do telhado, ele se moveu para o outro lado e desceu as escadas rapidamente.

Ele queria pegar este cara e perguntar o que estava acontecendo.

Mantendo a atenção no sniper, Matt fez um desvio pelo beco atrás do prédio, antes de rastejar pela janela no segundo andar e ir direto ao terraço.

Quando estava a três metros de distância, ele avançou de repente e pressionou o oponente, socando-o nas costelas.

Seu ataque foi muito repentino. O inimigo, que estava deitado na beirada do terraço, foi pego desprevenido e atingido por uma série de socos pesados. Sons de estalos soaram quando quatro ou cinco costelas foram quebradas num instante.

O sniper queria se encolher de dor, mas Matt o prendeu e ele não conseguia se mover. Ele só podia gritar.

Matt não se conteve. Ele atingiu o rosto do homem contra a beirada do terraço com uma mão e não parou de socar as juntas do homem.

Ele não parou até ouvir os ossos das mãos do homem estalarem de novo. Ele agarrou o cabelo do homem e puxou sua orelha para seu rosto. Ele perguntou baixinho: — Quem mandou você matar o Demolidor? Fale!

O sniper estava com tanta dor que nem conseguia respirar. Como poderia responder à pergunta?

Matt ajustou o corpo e pressionou contra a beirada do terraço.

Ele não tinha um alvo esta noite. Ele tinha muito tempo para fazer o homem abrir a boca.

Bang! Bang!

Dois disparos soaram e buracos explodiram na cabeça e peito do sniper. Matt também sentiu as mãos ficarem molhadas e gosmentas.

Alarmado, ele puxou o corpo do sniper para sua frente.

Bang! Bang!

Mais dois disparos soaram e o colete que o sniper estava usando emitiu sons abafados, mas Matt recuou do terraço ileso.

Outro sniper!

Matt sentiu que algo não estava certo.

Os dois primeiros disparos definitivamente não eram para matar o sniper que estava segurando.

O verdadeiro alto ainda era Matt.

Os dois disparos que seguiram provavam a sua especulação.

O segundo sniper estava atrás dele.

Matt rapidamente desceu as escadas de novo para pegar o segundo sniper e perguntar tudo.

Ele não acreditava que um terceiro sniper apareceria depois.

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