
Volume 2 - Capítulo 918
Super Detective in the Fictional World
A verdade era que os empregados da empresa, a garagem, o elevador e os dois andares subterrâneos não existiam.
Mesmo que alguém tentasse invadir o laboratório subterrâneo, eles seriam subjugados pelas medidas de defesa e Luke seria informado.
O elevador abriu num espaço selado e separado.
Luke colocou o celular falso na frente do scanner de novo e a porta de liga pesada finalmente abriu.
Na sala espaçosa, luzes brilhantes se iluminaram e uma voz feminina gentil ressoou: — Bem-vindo, senhor.
Luke assentiu: — Esponja, há quanto tempo? Como está?
A voz respondeu: — Obrigada pela preocupação. Estou indo bem aqui.
Luke disse: — Registre a senhorita ao meu lado. Ela tem acesso de primeiro nível ao laboratório.
— Sim, senhor. — A voz feminina ressoou: — Registrado.
Selina ficou curiosa: — Ela também é uma IA?
Luke assentiu: — Sim. Você pode perguntar o que quiser saber. Estaremos aqui com mais frequência no futuro. É nossa segunda casa. — Dizendo isso, ele estava prestes a sair.
Gold Nugget choramingou.
Luke: — Quê?
Selina caminhou preguiçosamente para a sala de estar do lado: — Ele está perguntando sobre sua autorização.
Luke: —… Esponja, registre este cão como acesso de segundo nível.
Gold Nugget choramingou.
Luke: — Acesso de primeiro nível destina-se principalmente à utilização do equipamento de teste. Portanto, você decorou a tabuada de multiplicação?
O cachorro se virou decisivamente e seguiu Selina para olhar o local novo.
Luke curvou os lábios. Não tem desafio de se livrar de um estudante superruim como você.
Deixando Gold Nugget de lado, Luke entrou no laboratório e checou o equipamento.
Somente sessenta por cento do equipamento que precisava estava aqui; o resto foi pedido ou estava temporariamente fora de estoque.
Contudo, ele jamais teria equipamento de pesquisa o bastante.
Mesmo que o equipamento não fosse velho, a maioria do equipamento aqui seria ultrapassada em cinco anos e ainda precisaria ser mudada.
Então, Luke não estava com pressa. Comprá-los uma após a outra ainda estava tudo bem.
Vinte minutos depois, ele ativou a tela virtual e se preparou para trabalhar.
De repente, houve uma explosão de “Ah, yeah!” e “come on, baby!” Ele olhou com uma expressão sombria e viu Gold Nugget saltando em pânico porque não estava familiarizado com as instalações daqui.
Alguns segundos depois, foi Selina quem desligou a tela virtual na sala de estar e deu de ombros: — Ele queria ver um seriado.
Lembrando os personagens quase em tamanho real na tela virtual, Luke suspirou: — Você tem que deixar tão grande? Você pode diminuir um pouco. Além disso, você pode desligar a luz e deixar a sala de estar à prova de som; além disso, tem fones sem fio. Não precisa usar o sistema de som externo.
Selina riu e esfregou a cabeça do cachorro com raiva: — Falei para não causar problemas! Ouviu isso? Vá para o lado, diminua a imagem e coloque os fones para ver seu seriado.
Gold Nugget fez como ela disse.
Olhando para a situação, Luke balançou a cabeça com um sorriso e fechou a porta do laboratório. Ele então diminuiu a transparência da janela e foi trabalhar.
O assassino que apareceu ontem revelou que havia uma recompensa por eles, então Luke decidiu adiar a operação de limpeza.
Ele acabou de subir de nível, mas ainda precisava chegar a 40 de Força Mental.
Quando sua Força Mental alcançasse 40, ele precisaria de um ou dois dias para se acostumar.
Além disso, ele também era o “valentão local” de Nova York.
Somente um idiota começaria apressadamente uma guerra sem saber os números e força dos assassinos.
A informação vinha antes de qualquer operação.
Então, era melhor ele e Selina fazerem uma pausa pelos próximos dias e se aproveitarem do tempo para usar as instalações do laboratório para melhorar o equipamento.
Após um dia ocupado, Luke recebeu uma ligação de Robert após o jantar.
Após se cumprimentarem, Robert perguntou: — Como está indo em Nova York?
Luke não pensou muito: — Está tudo bem. O chefe tem nosso apoio; ele é o Primeiro Comissário Adjunto da NYPD e meus colegas não são idiotas o bastante para procurarem briga comigo. É muito parecido com Shackelford.
Robert falou: —… Você está confiante.
Tendo vivido com Luke por mais de dez anos, Robert tinha um entendimento profundo de sua personalidade. Não era um hábito dele falar com arrogância.
Se ele falou que estava bem, significava que Luke estava indo bem na NYPD.
Após confirmar isso, Robert começou a falar o que queria: — É o seguinte. Contatei meus velhos amigos sobre a empresa de segurança que você mencionou. Dois deles disseram que poderiam vir, mas a pessoa que acho mais importante e adequada está desaparecida.
Luke pensou por um momento antes de perguntar: — Você suspeita que algo aconteceu com ele?
Robert: — Um pouco. Quando saí na época, eu cortei completamente o contato com estes velhos amigos. Porém, quando contatei os outros, eles disseram que não tinham notícias desta pessoa; aparentemente, ele saiu completamente.
Luke pensou por um instante: — Você precisa que eu o encontre?
Robert: — Nossa informação na época era confidencial e não falamos de detalhes, mas sei que sua família está em Nova York e ele provavelmente tem uma esposa, filho e filha. Você pode conseguir encontrá-lo pela NYPD. Se ele estiver bem agora, não tem que incomodá-lo.
Luke sorriu. Robert estava preocupado que seu velho camarada pudesse não estar bem de vida.
— Okay, vou tentar. Qual é o nome dele? — indagou Luke.
Robert respondeu: — Na época, normalmente o chamávamos de Francis Stronghold, mas esse definitivamente era um nome falso, então…
Luke não ficou surpreso. Ele perguntou casualmente: — Como você era chamado?
Robert: —… Gray Rabbit.
Luke entendeu imediatamente.
“Robert Grayson” soava como “Rabbit Gray”.
Contudo, o nome do velho camarada de Robert não seguia necessariamente este padrão.
Os nomes de código militar podem até ser o nome do pai da sua ex-namorada.
Nenhuma pessoa normal conseguiria adivinhar o motivo por trás dos nomes.
— Algo mais sobre ele? — perguntou Luke.
— Ele deve ter por volta de trinta e cinco anos, mas não tenho certeza — falou Robert: — Ele é do tipo que gosta de corte militar. Quanto à aparência… ele parece um pouco feroz e o rosto dele tem formato de trapézio.
Luke: —… Ele tem aparência melhor que você?
Robert ficou quieto por um momento, como se estivesse com raiva: — Besteira. Sou muito mais lindo que ele.
Luke ponderou por um momento, mas não ousou perguntar se Francis era melhor em combate que Robert.
Robert, como um homem heterossexual convicto, diria: “Qual é o uso de ser bonito? Eu posso espancá-lo com facilidade.
Olhando de outra maneira, era possível que um certo alguém tivesse sido espancado pelo Sr. Francis antes, por isso ele recorreria a ser mais bonito.
Luke: — Também serve. Você provavelmente não tem foto dele. Você pode pedir a Catherine para desenhar um esboço e me mandar.