
Volume 2 - Capítulo 902
Super Detective in the Fictional World
Embora estivesse infeliz, os criminosos sabiam que este era o limite de Leroy.
Todos queriam subir na hierarquia e se tornar líderes para poderem ordenar legitimamente que seus subordinados morressem… mas, resistissem ao inimigo!
Quando o jovem ouviu isso, ele simplesmente puxou o pino da granada e agachou para jogar na escada pela grade.
Porém, assim que agachou e moveu a granada para a lacuna, um rosto sorridente e assustador de um Zorro emergiu de repente no canto da escada.
Então, apareceu um focinho preto.
Bang!
O pulso do jovem foi explodido pelo Colt Python e voou para trás com a granada.
Os criminosos ficaram atordoados. A mão quebrada caiu no chão e quicou algumas vezes, e a granada rolou na direção deles.
— Puta merda!
— Porra!
— Meu Deus!
Uma série de gritos ressoaram quando os criminosos espalharam.
Leroy se moveu quando saltou atrás do pilar.
Boom!
Houve um estouro alto e os criminosos sentiram-se zonzos.
Uma grande poeira de nuvem espalhou-se perto das escadas, engasgando-os.
Escada abaixo, Luke falou para Mindy, que estava olhando surpresa para ele: — Feito? Devemos conseguir subir o vigésimo nono andar.
Mindy e Luke estavam usando capacetes que filtravam automaticamente o barulho, então não foram afetados, mesmo por meio da explosão alta.
No entanto, a garotinha ainda ficou muito surpresa: — Uma granada na escada? Eles são loucos?
Se pudessem usar imprudentemente granadas no prédio, não teria levado tanto tempo para matar Frank D’Amico.
O pai e a filha poderiam esperar até Frank entrar no prédio e então explodi-lo.
Essa era a maneira mais fácil de garantir que seu inimigo morresse.
Contudo, isso era vingança? Não, isso seria um ataque terrorista, que definitivamente implicaria um número enorme de pessoas inocentes e chamaria investigação intensa da NYPD, FBI e da Segurança Interna.
Eles não eram o Rei do Crime e não eram tão malucos.
Frank também não jogaria explosivos no seu território. Isso daria a chance à NYPD de investigá-lo, e seu território definitivamente não poderia aguentar o escrutínio.
Mindy não sabia que granadas não eram o padrão para a gangue de Frank.
Esse era apenas um passatempo do jovem que veio de Juarez.
Os criminosos estavam zonzos e só um deles reagiu rápido o bastante.
Lutando contra o desconforto, o gordo se levantou e subiu as escadas.
Desde que o elevador estava preso no primeiro andar, devia ter sido sabotado pelos atacantes.
A única maneira era… seguir o chefe, D’Amico.
O helicóptero no terraço do prédio era a saída estratégica de D’Amico.
Em vez de arriscar a vida enfrentando aquele atirador aterrorizante, Leroy sentiu que seria melhor apressar-se e encontrar seu chefe. Seria melhor todos fugirem rápido.
Assim, quando Luke e Mindy chegaram no vigésimo oitavo andar, o gordo já tinha subido para o vigésimo nono para reagir ao seu chefe que algo estava errado.
No vigésimo oitavo andar, os criminosos que estavam desorientados pela “autodetonacão” foram mortos por Luke e Mindy, incluindo aqueles que não morreram mais cedo.
Os poucos que caíram um pouco mais longe não conseguiram fugir da perseguição de Mindy e foram baleados até a morte pela garotinha.
Damon que estava quieto o tempo todo, finalmente perguntou: — V, o que está acontecendo aí? Por que ouvi uma explosão? Não trouxemos arma de fogo pesada esta noite, trouxemos?
O que ele queria perguntar era se Luke e sua filha não estavam com medo de a NYPD ir atrás deles após o que fizeram.
Luke disse: — Foram eles que jogaram a granada. Não sabia que eles carregariam algumas consigo.
Damon ficou atordoado: — Granada? Mindy, você está bem?
Luke falou com um sorriso: — Está tudo bem. Eles foram burros e se explodiram. Estamos prestes a limpar o vigésimo nono andar. Se prepare! Se o D’Amico fugir, será uma questão de minutos.
Damon disse: — Entendido.
Naquele momento, mais de cinquenta criminosos da gangue de D’Amico foram mortos. Não devia restar muitas pessoas no vigésimo nono andar.
Luke e Mindy pararam na escada do vigésimo nono andar. Luke gesticulou para Mindy parar e correu para averiguar a situação no topo da escada antes de se esconder novamente atrás da esquina.
Bang! Bang! Bang! Bang!
Balas voaram e atingiram as laterais da escada.
— Sete. Três à esquerda e quatro à direita. Duas UMPs e uma AK. O resto é pistola — ele disse casualmente.
Mindy expressou: — Vou pegar o da esquerda, você pega o da direita?
Luke: — Okay, na minha contagem. Três, dois, um.
No “um”, eles colocaram metade do corpo para fora ao mesmo tempo e dispararam três armas.
Pa! Pa! Pa! Pa!
Seis dos sete criminosos foram mortos.
Os quatro à direita ainda estavam completamente parados e dois dos três à esquerda gritaram e colapsaram. Um estava com tanto medo que se escondeu no canto.
Luke não disse nada.
Mindy bufou em frustração: — Errei um.
Ela estava usando duas armas, enquanto Luke só usava um Colt King Cobra.
Luke atingiu os quatro alvos, enquanto ela errou um. Que diferença enorme.
Porém, ela não se sentiu decepcionada.
Competir com o V na pontaria? Ela desistiu da ideia há muito tempo.
Seja a batalha entre V e o Mercenário, ou a pontaria do V desta noite, ele estava pelo menos num nível acima dela. Era difícil compensar isso só com armas e balas.
Num escritório no final do corredor, a expressão de Frank D’Amico era sombria.
O gordo, Leroy, falou em voz baixa: — Vamos lá, chefe. A situação ainda está sob nosso controle, mas isso pode mudar depois.
A luz brilhou friamente na careca de D’Amico. Após um breve silêncio, ele levantou a mão e apontou: — Você, elimine-os.
Ele apontou para Leroy primeiro, então para os cinco homens nas laterais da porta.
— Hã? Eu, também? — Leroy ficou chocado. Ele apontou para seu nariz e seus subordinados se entreolharam.
D’Amico bufou: — Se não vai, eu vou? Se apresse.
Rangendo os dentes, Leroy se virou e balançou a mão: — Vocês vão.
Os criminosos não se moveram por um momento.
Leroy levantou a arma: — Eu mandei irem.
— Nikolai, você vai primeiro — dois dos criminosos gritaram imediatamente.
Juntos, eles empurraram os criminosos que estavam mais perto da porta.
O azarado Nikolai cambaleou e se equilibrou. Olhando para os dois companheiros o empurravam, ele disse miseravelmente: — Mas… eu só tenho uma pistola. Vocês têm duas…