
Volume 2 - Capítulo 893
Super Detective in the Fictional World
Desde que não tinha uma cobaia, Luke não sabia como usar este “membro” ilusório.
Porém, baseado na habilidade do Killgrave, a linha devia ser o método para controlar as pessoas.
Só posso esperar até encontrar um alvo adequado, ele pensou.
Ele então olhou para os dados do seu próprio exame e assentiu: — Como esperado.
Quando ativou a habilidade, seus feromônios aumentaram rapidamente em pouco tempo e então caíram na mesma velocidade.
Seu corpo claramente havia liberado estes feromônios.
Além do equipamento, outra maneira de detectar era com o Olfato Aguçado.
Ele podia sentir a trajetória da linha no ar.
A parte principal da linha era o próprio cheiro e, misturado, era o cheiro indescritível de feromônios, o que virou um novo cheiro.
Era similar à composição do cheiro de Killgrave, mas o cheiro específico era completamente diferente.
Para simplificar, o seu cheiro e o de Killgrave eram como dois tipos diferentes de perfumes e o Olfato Aguçado não os confundiria.
Após analisar os dados dele, de Selina e de Gold Nugget, ele guardou os dados num laptop especial e colocou de volta no inventário.
Agora, todos os dados de pesquisa estavam nos laptops especiais e HD.
Dados só podiam ser transferidos por uma interface USB e vestígios da transferência eram destruídos toda vez que eram concluídos.
A constituição de Luke já era inumana, Selina estava no nível de um quase super-humano e Gold Nugget era um alienígena.
Qualquer um que soubesse uma ou duas coisas sobre dados conseguiria dizer que algo estava errado, então era sempre correto ter cuidado.
Até a base de dados do Caracolzinho não tinha nada dele, Selina ou Gold Nugget. Era melhor evitar ser detectado.
Bem, um certo magnata tinha o hábito de hackear secretamente os computadores das outras pessoas para baixar informações.
Após isso, Luke tomou banho e foi dormir.
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Era um raro dia ensolarado em Nova York.
No quarto andar de um velho apartamento em Clinton, Jessica saiu da cama com os olhos borrados e mexeu no cabelo preto bagunçado.
Um momento depois, ela percebeu que algo não estava certo: — Hã? Por que não tenho dor de cabeça hoje?
Olhando para a luz dourada despejando pela janela, ela murmurou: — Amanheceu. Eu dormi até tarde?
Ela ficava bêbada toda noite para nublar a mente antes de conseguir dormir.
Por causa disto, ela sempre dormia muito tarde, mas acordava muito cedo.
Ela não era completamente imune aos efeitos colaterais do álcool, mas tinha que beber a vodca mais forte.
Esta manhã, sua cabeça não doía de ressaca e sua boca não estava seca.
Ela se sentia confortável e com preguiça após um sono tranquilo.
Ela caiu do sofá e olhou para a luz mudando fora da janela.
Após um tempo, Jessica se levantou de repente: — Espera, aquele policial?
Agora há pouco, memórias da noite passada passaram por sua cabeça.
Ela se lembrava de pedir a Luke para vir noite passada e havia a imagem dele parado diante dela.
O que aconteceu depois? Ela coçou a cabeça.
Ele parecia ter dito algo a ela e ela… o beijou?
Jessica não estava envergonhada. Pelo menos, o homem era lindo e charmoso.
Entretanto, seu rosto ficou estranho quando pensou sobre isto.
Sua iniciativa… parecia ter sido rejeitada?
Ela conseguia sentir o horror no rosto de Luke, como se tivesse escapado da morte.
Eu sou tão hedionda?
Ela pensou por um momento e voltou a si de repente. Ela colocou as mãos na boca e soprou.
— Cof, cof, cof! — Ela afastou as mãos, jogou o cobertor para o lado e correu para o banheiro: — Por que está fedendo tanto?
Ela finalmente entendeu a expressão do detetive da noite passada.
Após escovar os dentes e tomar um banho, Jessica sentiu-se refrescada e relaxada, como se um peso enorme tivesse sido tirado do peito.
Ela caminhou tranquilamente até a sala de estar. De repente, uma luz prateada piscou em seus olhos.
Atordoada, ela parou e se virou lentamente.
Esta era… uma porta?
Confusa, Jessica encarou a porta por um instante antes de estender para tocar.
O toque frio dizia que não era uma ilusão, que era real.
— W! T! F! — Ela xingou.
Uma porta metálica prateada grossa tinha substituído a porta de madeira e janela de vidro. O sol que vinha da janela fazia-a brilhar com uma luz prateada deslumbrante.
Em termos de jogo, era como um equipamento brilhante +9.
A porta não estava totalmente embutida na parede, mas foi pressionada um pouco para dentro. Oito barras metálicas prateadas idênticas foram usadas para fixá-la na parede, fazendo com que parecesse uma estranha aranha de metal.
Não era tão feia, mas Jessica sentiu que algo estava errado.
Ponderando por um instante, ela puxou algo que estava ligeiramente abaixo do nível dos olhos para revelar uma pequena janela de observação.
O mais louco era que havia uma grade metálica praticada na janela de observação.
Ela recuou e examinou a porta de metal. De repente, xingou de novo: — Porra! Esta não é apenas uma porta de prisão?
Fazia sentido ela achar familiar.
Não importa como olhasse, sentia que a porta era similar a algo usado numa prisão especial ou num hospital psiquiátrico!
Que lunático fez esta coisa na frente da sua casa? Ele estava tentando aprisioná-la? Ela não pôde deixar de olhar para as janelas.
Elas ainda eram janelas de vidro deslizante normais, e uma delas até estava meio aberta. Ela tinha esquecido de fechar noite passada.
Então, a porta não tinha sido modificada para prendê-la? Ela deu mais um passo à frente e deu um soco nela.
A porta de metal apenas tremeu e permaneceu ali sem danos.
Jessica aumentou a força.
Boom!
As paredes tremeram e rangeram.
Uma mulher gritou de repente das escadas: — Você é louca? Se for, vá a um hospital psiquiátrico…
— Olha a boca de merda, vadia. — Jessica mostrou o dedo do meio num cumprimento caloroso para sua vizinha.