Super Detective in the Fictional World

Volume 2 - Capítulo 867

Super Detective in the Fictional World

Na manhã seguinte, Luke e Selina foram ao departamento mais cedo e deram a Dustin os resultados da investigação das explosões.

Embora pudessem dar diretamente ao Walter, foi Dustin quem entregou o caso a Luke.

Como subordinado leal de Dustin, Luke certamente tinha que dar as informações ao seu chefe primeiro antes de entregar ao Walter.

Não havia nada de errado com esta operação.

Luke contatou Walter ontem. Walter e Ricky não iriam a Clinton hoje, então Luke não tinha que ser guarda-costas.

Após explicar ao Dustin o que descobriram ontem, Luke e Selina foram direto ao Metropolis Geral.

Era por volta de oito e quarenta da manhã e as ruas de Nova York estavam congestionadas.

Luke ligou decisivamente as sirenes policiais e entrou na faixa de ônibus.

Esta era uma habilidade necessária para a polícia em Nova York. Ele tinha que se familiarizar com isto o mais rápido possível.

Os dois estavam com sorte hoje e não encontraram ninguém tentando ganhar tempo ao usar a faixa de ônibus.

Sua sorte durou até um bloco de distância do hospital. Finalmente, houve um engarrafamento e até a faixa de ônibus não estava se movendo.

Olhando para as duas mulheres brigando, Luke mostrou o distintivo: — Tire o caderno do porta-luvas. Temos que lidar com essa obstrução.

Tirando o caderno, Selina também saiu do carro: — Para o que é isto?

Luke respondeu: — Não emitimos nenhuma multa ainda. Cubra a não e finja que está escrevendo a multa.

Selina pegou uma caneta do bolso e segurou na mão.

Ela ajustou a expressão e seguiu atrás de Luke com a expressão fria que os oficiais normalmente usavam quando davam a multa.

— Nosso objetivo principal é a mulher de meia-idade. Ela é a culpada e a encrenqueira — falou Luke baixinho. Logo, chegaram nas duas motoristas.

Luke tossiu, chamando a atenção das duas mulheres. Ele mostrou o distintivo e falou com um sorriso: — Parece que vocês duas estão tendo uma discussão. Como policial, que tal eu dar um pouco do meu tempo precioso e resolver logo isto?

Com uma expressão plana, Selina ficou na frente da motorista de meia-idade com a mão já erguida acima do caderno, como se estivesse prestes a escrever.

O rosto da mulher mudou e ela gritou: — Espera, espera, oficial. Estamos resolvendo isto. Terminará logo.

Luke assentiu e olhou para a outra motorista, que era uma loira linda: — O que você acha?

A mulher loira falou casualmente: — Esta senhora acabou de me pedir para compensá-la.

Luke e Selina olharam para os dois carros e depois para a mulher de meia-idade.

A mulher corou e murmurou: — Desculpa. Não entendi a situação. Foi culpa minha. Vamos passar pelo procedimento de seguro padrão.

Ela notou as sirenes atrás dela e ficou afobada para entrar na faixa normal e partir da faixa de ônibus, mas acabou colidindo com o carro da loira.

Sem dúvidas, foi ela que quebrou a lei para começar.

No entanto, quando a mulher de meia-idade viu a loira e a Lamborghini vermelha, ela ficou inexplicavelmente com raiva.

Isto a lembrou de uma certa mulher que olhou para seu marido e dirigia com frequência um carro esporte vermelho e não pôde deixar de repreender a loira.

Na verdade, a mulher loira nem queria se incomodar com ela. Quando Luke e Selina chegaram, ela já tinha se preparado para chamar a polícia.

Ao ouvir a mulher de meia-idade admitir a derrota, a loira não perdeu mais tempo. Ela tirou uma foto dos dois carros com o celular Titanium como evidência do acidente.

Ela podia dizer com um olhar que era um celular Titanium, mas aquela capinha vermelho âmbar era maravilhosa.

Franzindo a testa, olhou para o celular Titanium de edição especial prateado, liberado recentemente, antes de enfiá-lo no bolso.

Em menos de um minuto, o acidente foi resolvido.

Luke simplesmente sorriu para a motorista e retornou ao carro com Selina.

Após a mulher de meia-idade mover o carro para a faixa normal, o carro de Luke partiu.

A loira na Lamborghini olhou para ele.

Quando trocaram olhares, Luke sorriu e articulou: — De nada.

Atordoada por um momento, os lábios da loira se curvaram quando murmurou: — Nada mal; pensei que você tinha memória ruim.

No carro, Selina falou: — Que coincidência encontrá-la aqui.

Luke deu de ombros: — Parece que ela é nova-iorquina.

— Encontrá-la no meio de oito milhões de pessoas em Nova York não é fácil. — Selina estalou a língua.

Luke: — É porque ela é linda. Se fosse uma transeunte normal, talvez nem a notasse após um tempo. O que todos neste mundo se importam é com a aparência.

Selina ficou sem palavras.

Esta era a hora do rush, havia pessoas por toda parte.

Se uma pessoa não tivesse características notáveis, como conseguiria se destacar na multidão?

Enquanto conversavam, eles finalmente entraram no estacionamento subterrâneo do hospital.

Estacionando o carro, foram até o Quarto 404. Abrindo um pouco a porta, Luke olhou dentro e bateu duas vezes de leve.

Uma mulher se virou e viu seu rosto pela fresta.

Ela se levantou imediatamente e saiu.

Luke estendeu a mão: — Olá, Srta. Palmer.

A mulher apertou sua mão: — Olá, Detetive Coulson. Só conheço vocês dois de detetives, então só poderia incomodar vocês para virem aqui.

Christine Palmer era a enfermeira do pronto-socorro com quem Luke e Selina conversaram ontem.

Naquele momento, ela não usava uniforme cirúrgico verde, mas um par de jeans e jaqueta, e parecia uma vizinha.

Numa primeira olhada, ela não estava estonteante, mas após inspecionar melhor, dava uma sensação amigável. Seus lábios estavam naturalmente curvados e, quando sorriu, duas covinhas apareciam na sua bochecha, deixando-a mais agradável.

Luke apontou para o quarto e perguntou baixinho: — Algo novo sobre ela?

Christine assentiu e depois balançou a cabeça: — Tentei perguntar, mas ela raramente fala. Houve uma vez que ela disse: “Ele me disse para fazer isto”.

Luke perguntou: — Quem? Disse para fazer o quê?

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