Super Detective in the Fictional World

Volume 2 - Capítulo 839

Super Detective in the Fictional World

Pouco antes de terminar o almoço, Luke fez uma ligação e confirmou a hora e localização com os transportadores.

Após o almoço, duas pessoas e um cachorro saíram do parque e esperaram pelos dois caminhões numa estrada próxima.

Eles entraram nos caminhões e retornaram para sua nova casa. Com a ajuda dos motoristas, Luke usou um carrinho plano para mover rapidamente tudo dos caminhões para a casa.

Os dois motoristas aguardaram ansiosamente Luke terminar, então se despediram e foram embora.

Porém, se os motoristas fossem espancados ou roubados, a empresa não teria uma origem simples, ou não ousariam fazer uma entrega aqui.

Fechando a porta, Selina enrolou as mangas e falou: — Vamos ao trabalho. Temos uma casa nova; não podemos dormir no hotel a vida toda, certo?

Luke enrolou as mangas e concordou: — Vamos ao trabalho.

Selina balançou a mão: — Gold Nugget, vá!

Gold Nugget encarou atordoado: — Hã?

Eles então começaram a trabalhar, começando pelo quinto andar.

Este era o andar que Selina escolheu, enquanto Luke escolheu o quarto andar para seu quarto.

Selina e Gold Nugget eram responsáveis pela limpeza.

Selina foi metódica e responsável por limpar de cima a baixo.

Como um cão, Gold Nugget pegou o esfregão com a boca e limpou a poeira do chão, além de arrastar o lixo.

A constituição de Selina melhorou significativamente e sua força e resistência estavam próximas do 30 pela medição do sistema.

Embora não tivesse nenhuma melhoria física, ela era três vezes melhor que uma pessoa comum.

Gold Nugget não se cansou também. Contanto que Dollar não achasse um incômodo, ele poderia correr o dia todo com o esfregão na boca.

Desnecessário dizer sobre Luke. Ele só precisava dormir duas horas por dia. Fora isso, ele era uma máquina humana em movimento.

 Os três começaram a trabalhar como loucos às quatro da tarde. Além de uma simples refeição quente para o jantar, eles trabalharam até meia-noite.

Agora havia dois quartos temporários e uma cozinha simples no segundo andar.

O problema de comida, sono e banho foi resolvido temporariamente.

Após isso, Selina e Gold Nugget foram se banhar e descansar.

Luke tomou um banho e reajustou seu plano de renovação.

Havia pequenos problemas com o plano anterior após fazer uma inspeção no local, então agora era um bom momento para fazer mudanças.

Ele só dormiu por duas horas antes de se levantar e descer as escadas para continuar com a renovação.

Esta era a vantagem desta nova casa.

Havia vários andares entre eles; contanto que não estivesse destruindo as paredes, não afetaria o descanso de Selina.

Quando Selina acordou às sete, viu Luke fazendo o café da manhã na cozinha.

Ela bocejou: — Onde comprou os ingredientes?

Luke riu: — Encontrei um supermercado vinte e quatro horas na Times Square, mas os ingredientes são bem comuns. Vai servir por enquanto. Você pode comprar ingredientes melhores no supermercado pela manhã.

Gold Nugget assentiu vigorosamente.

Quando se tratava de comida, ele odiava se contentar com o que tinha.

Porém, contanto que Luke e Selina comessem, ele seguiria.

No entanto, contentar-se de vez em quando não era um problema.

Ontem, ele viu alguns congeladores grandes serem descarregados dos caminhões.

Ele fez Selina perguntar a Luke sobre isto mais cedo; no final do dia falou que era especificamente para uso do Gold Nugget, para armazenar suas comidas marinhas e carnes favoritas.

O congelador tinha mais de dois metros de comprimento e um de largura, e guardaria facilmente meia tonelada de ingredientes.

Considerando o apetite atual de Gole Nugget, um congelador cheio duraria por uma semana.

Para este guloso, era a preocupação mais calorosa que o diabo já demonstrou.

Além disso, os outros congeladores conteriam suas sobremesas favoritas e produtos diários — este era simplesmente o paraíso.

A cabeça de cachorro que esteve relutante em se separar de lá finalmente deixou a tristeza de lado e se devotou à construção da sua nova casa.

Após o café da manhã, Selina saiu com Gold Nugget e foi à empresa de mudanças pegar o carro deles.

O carro logo se tornaria um meio de transporte secundário, mas atualmente, naquele momento, ainda era o melhor meio de transporte para eles.

Após Selina sair, Luke começou com a renovação de novo.

De repente, alguém bateu na porta.

Luke parou o que estava fazendo. Ele não se incomodou em guardar a ferramenta e simplesmente a levou consigo.

Colocando ao lado da porta, ele abriu e viu dois garotos.

Os dois estavam sorrindo e suas posturas eram folgadas, como se estivessem aqui para visitar. No entanto, os cumprimentos e ações subsequentes não pareciam ser de vizinhos amigáveis.

— Cara, você é novo? Parece que moveu muitas coisas. Deixe-nos entrar e pegar alguns presentes — falou o baixinho. Ele estendeu a mão para empurrar o peito de Luke e facilitar para entrar.

Luke não queria ser tocado.

Qualquer um com higiene normal ficaria enojado pelo cheiro deles.

Era uma mistura de fast food, merda e sexo. Eles cheiravam a lixo de nerds que ficavam trancados em casa.

Tudo bem, o lixo dos reclusos provavelmente não teria o cheiro de mulheres neles.

Luke estapeou com calma a mão do homem com sua luva branca e o empurrou: — Se manda e não se arrependerá pelo resto da vida.

O alto, que estava esperando atrás, ficou atordoado antes de tirar com raiva uma “arma letal” do bolso.

Ele levantou a arma e declarou ameaçadoramente: — Você quer mais buracos no corpo, garoto?

Naquele momento, o baixinho, que foi empurrado, recuperou o equilíbrio.

Ele também tirou uma “arma letal” similar e mexeu habilmente: — Garoto, é melhor se comportar ou não culpe minha “bebê” por ser indelicada.

Olhando para os brinquedos nas mãos deles, Luke se virou levemente e pegou a ferramenta de renovação. Segurando com as mãos, ficou parado na porta: — Então, este meu “bebezão” também não será educado.

Os lábios dos homens ficaram pálidos quando viram o “bebê” nas mãos dele e as “armas letais” nas suas mãos tremeram.

Aquilo era uma marreta octogonal de quase sete quilos e noventa centímetros de comprimento, usada frequentemente para esmagar paredes e concreto em obras de renovação; era uma grande “arma letal” de verdade.

Em comparação, as armas letais em suas mãos eram facas borboletas. Elas tinham vinte centímetros e não pesavam muito.

Embora uma faca fosse letal, quem ousaria dizer que uma marreta que poderia esmagar paredes não mataria alguém?

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