Super Detective in the Fictional World

Volume 2 - Capítulo 819

Super Detective in the Fictional World

Luke ponderou por um momento: — Há ainda mais pessoas que estão pensando em algo ruim, certo?

A expressão de Jenny escureceu: — Eles nunca pararam e têm companhias agora; Weyland já indicou que não há nada que ele possa fazer.

Luke não pensou muito nisso: — Está tudo bem. Já não temos aquele “robozinho verde” como isca? Você esteve se preparando para isto, não?

Jenny hesitou: — Realmente vamos tirar o Verdinho? Talvez possamos pensar em algo mais?

Luke deu de ombros: — É melhor se pudermos completar a maior parte das patentes antes de agirem, ou os processos de patentes mais tarde arrastarão completamente a empresa.

Jenny assentiu impotente; ela sabia que tinha que jogar o “Verdinho” se quisesse manter a empresa segura.

Havia muitas empresas grandes nos Estados Unidos que se especializavam nas fraudes de patentes, especialmente no campo de eletrônicos e na Internet.

Quanto maior fosse o valor da Empresa Titanium, mais felizes estes caras ficariam.

Ninguém havia feito um movimento ainda. Eles estavam esperando a Empresa Titanium aumentar o valor.

Naquele momento, estas grandes empresas que recorriam às patentes para fazer uma fortuna mostrariam o bastão de patentes que estavam escondendo nas costas para atacar a Empresa Titanium e obter a licença de patente ou pedir por uma indenização altíssima.

Considerando a velocidade com que a empresa estava expandindo, não demoraria até estas empresas não conseguirem mais se conter e avançarem para pegar um pedaço da fruta.

Enquanto ela estava considerando estas perguntas, Luke a puxou em seus braços e sussurrou em seu ouvido: — Agora, tenho algo a dizer. Não fique animada demais. Permaneça calma, okay?

Jenny corou: — Pfft, o que suas mãos estão fazendo?

Luke soltou uma risada seca. Isso é para manter você no lugar caso exploda de repente.

Então, ele contou o motivo de estar aqui.

— WTF!… mm! — Um grito quase rompeu a barreira do som.

Luke tapou rapidamente sua boca: — Seja mais civilizada, tudo bem? Você é uma CEO agora. Você não pode xingar.

Ele calou por alguns segundos após Jenny xingar. Então, ela se acalmou e sinalizou para ele soltá-la.

Luke afastou suas mãos imediatamente.

Ele não estava com medo de ela xingar, mas este prédio não era à prova de som e era fácil de alguém os ouvir à toa.

Desta vez, Jenny não estava com pressa de dizer algo. Ela pensou por um longo tempo antes de perguntar: — Temos que fazer um empréstimo?

Luke bufou: — Não podemos fazer acordo com certas pessoas e forças sozinhos. É melhor intimidá-los com um tigre.

Jenny franziu a testa e se lembrou das pessoas com quem até Weyland não queria se envolver.

Após um breve silêncio, falou: — Tenho uma pessoa adequada. Ela é muito rica e também quer se juntar à nossa empresa.

Luke perguntou: — Quem?

— Você lembra da Beth Thompson, a mulher mais rica na Família Thompson e uma grande acionista da Island Dragon Eletronics? — Jenny o lembrou.

É claro, Luke sabia quem era esta Srta. Beth.

Era a jovem que desapareceu na Polônia, o que levou à “história inominável” entre Luke e os vampiros.

Além disso, esta jovem tinha uma “aura de má sorte”. Não foi só ela, mas as pessoas à sua volta também eram azaradas.

Ela foi sequestrada pelos lacaios dos vampiros, a Gangue Bubblegum, e duas colegas de classe também foram sequestradas.

Quando voltou, ela percebeu que seu pai e irmão haviam desempenhado papéis vergonhosos nessa questão e cavou um buraco para a empresa dele.

No final, seu inimigo, os vampiros, chamou a atenção de Luke quando foi procurar por ela e ele matou muitos. Até o rival da família Thompson, a Família Elsworth, sofreu perdas severas.

Ela, suas amigas, família e inimigos saíram desse incidente numa situação pior.

Com esta má sorte, a Srta. Beth também era o tipo de pessoa azarada que era “rica, mas não feliz”.

Luke ergueu a sobrancelha: — Ela é jovem e tem bens o bastante para durar por várias vidas. Por que ela está trabalhando tanto?

Jenny respondeu impotente: — Não acho que ela só queira fazer dinheiro. Ela quer participar de quaisquer decisões futuras que nossa empresa faz.

Luke perguntou: — Ela quer engolir a empresa?

Jenny balançou a cabeça: — Meu palpite é que ela quer destruir completamente a empresa de seu pai.

Luke suou: — Que rancor! Ela vai deixar o pai pobre?

Jenny suspirou: — Basicamente! Não perguntei sobre sua família, mas houve algumas vezes que ela mencionou por acidente seu pai e irmão e parecia querê-los mortos. Ela não conseguia ocultar seu ódio.

Luke não falou nada e começou a pensar.

Jenny continuou: — Este acordo pode incluir uma troca de patentes entre a Island Dragon e nossa empresa por pelo menos dez anos.

Luke pensou por um momento: — Esta jovem senhora é muito rica?

Jenny: — Muitas revistas financeiras dizem que seu patrimônio líquido é de nada menos que oitenta bilhões de dólares. Se tivermos sucesso, ela pode valer mais de cem bilhões de dólares.

Luke riu: — Parece que a Island Dragon é um magnata de patentes, certo? Dar a ela os direitos exclusivos do “Verdinho” lhe renderá dinheiro e chamará a atenção de algumas pessoas.

Ouvindo isso, Jenny aumentou o aperto na cintura de Luke: — Podemos fazer isso?

Essa foi a primeira solução que pensou quando Luke disse que ia pedir um empréstimo para a empresa.

De qualquer forma, ele preparou o “Verdinho” como isca há muito tempo. Ele só estava esperando o momento certo para lançar isto.

Jenny não acreditava na consciência dos capitalistas e não queria colocar a empresa nas mãos de outro poder tão cedo.

Se isso acontecesse, seria muito fácil para a Empresa Titanium, que não era grande o bastante, ser aproveitada por grandes capitalistas.

Luke assentiu com um sorriso: — Claro. Cuide disso, mas o dinheiro tem que ser pago em uma semana, no máximo. Você pode fazer algumas concessões.

Jenny soltou um suspiro aliviado e então voltou a atenção para os negócios que Luke mencionou: — O que aconteceu com as Indústrias Stark? Por que acha que o preço das ações cairá?

Luke respondeu: — É uma informação interna. Existe um conflito interno nas Indústrias Stark; o preço das ações definitivamente cairá. Podemos aproveitar esta oportunidade para fazer algum dinheiro.

Jenny ficou surpresa: — Sério?

Então, ela franziu a testa de novo: — Mas por que está usando nossos lucros para comprar ações das Indústrias Stark? Você tem certeza de que o preço subirá após cair? Pelo que está dizendo, não será uma queda pequena.

Luke sorriu: — Porque, enquanto o Tony Star não for expulso da empresa, o preço das ações subirá de novo após ele começar a exibir alguns projetos.

Jenny levantou a sobrancelha: — Você não está exagerando? Ele é realmente muito bom, mas você faz parecer que ele é um deus.

Mas quando se trata de fazer dinheiro com tecnologia, este jovem mestre é um deus de verdade! Luke se sentiu impotente.

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