Super Detective in the Fictional World

Volume 2 - Capítulo 784

Super Detective in the Fictional World

O advogado falou imediatamente: — Quero pagar a fiança do meu cliente imediatamente…

Jack se levantou e saiu: — Ele é suspeito de múltiplos homicídios; ele não é elegível para fiança. Se tiver a capacidade, faça o diretor me dar uma ordem. Caso contrário, faça o que quiser.

O advogado ficou impotente.

Ele poderia impedir a polícia de exercer uma declaração desfavorável de Johnny, mas não conseguiu tirar Johnny.

O massacre desta vez foi grande demais e por volta de vinte pessoas morreram. Não era algo que poderia ser resolvido causalmente; até um grande advogado não podia lidar com isto.

Jack foi até o saguão e se serviu de um copo de café.

Logo, seu vice, Edward, voltou.

Jack perguntou: — Como foi?

Edward riu: — Tranquei ele numa cela grande. A grande estrela parece com medo.

Jack curvou o lábio: — Ele é ousado o bastante para fazer acrobacias, mas não significa que não tem medo daqueles bandidos.

Edward perguntou: — Precisamos ficar de olho nele?

Jack respondeu: — Não precisa. Deixe-o aproveitar uma noite primeiro. Não será tão efetivo se o período não for longo o bastante. Ele não conseguirá continuar sendo teimoso amanhã quando aqueles canalhas o torturarem.

Jack e Edward pareciam confiantes nisto.

Não muito longe, num fast food 24 horas fora do departamento, Luke estalou os lábios e tomou tranquilamente seu café: — Hm… nada de ruim acontecerá, certo?

Ele enviou um mini drone para o departamento mais cedo para monitorar a sala de interrogatório.

Ele não estava preocupado com Johnny, mas que o Motoqueiro Fantasma aparecesse de repente e usasse o Olhar da Penitência, que poderia julgar almas, em Jack e nos outros policiais.

Poucos policiais nos Estados Unidos ousariam bater no peito e dizer que nunca fizeram nada de ruim.

Jack não era exceção.

Trancar Johnny numa grande cela já era muito sujo.

Porém, ninguém na Divisão de Crimes Graves estava limpo. Antes, Luke atraiu suspeitos para armadilhas com armas que não pertenciam a eles, então não tinha direito de condenar Jack.

Observando os bandidos cercarem Johnny, Luke ponderou por um instante, mas não agiu.

A maioria destes bandidos cometeu todo tipo de crime e não sentiu remorso; não era injustificado se morressem.

Johnny fez o máximo para resistir à surra, esperando que desistissem dele.

Ele não estava com medo de ser espancado por estes bandidos; a sensação de que seus ossos quebrariam após cair de uma acrobacia não era nova para ele.

O que ele temia era que o Motoqueiro Fantasma aparecesse de repente.

Havia câmeras na sala de detenção; uma vez que o Motoqueiro Fantasma aparecesse, tudo não seria capturado com clareza?

Assim, quando entrou no departamento, ele procurou imediatamente por um advogado para tirá-lo dali.

Seria muito divertido se ele se transformasse no departamento.

Infelizmente, a resistência de Johnny foi fútil.

Praticamente nenhum destes bandidos era boa pessoa.

Somente um garoto mais velho tentou impedi-los, mas um dos bandidos bateu no seu rosto.

O bandido sorriu maliciosamente enquanto espancava Johnny, que caiu no chão. Ele até gritou com selvageria: — Apostei cem pratas que você espatifaria o cérebro na última acrobacia, mas você ficou bem, porra. Perdi muito dinheiro por sua causa. Vou esmagar seu cérebro hoje!

Os lábios de Luke tremeram. Isto era… pedir para morrer!

Você merece por ser azarado! Realmente quer esmagar o cérebro do Motoqueiro Fantasma?

Deixando tudo de lado, o Motoqueiro Fantasma tinha algum cérebro no seu crânio? Essa era a pergunta.

Entretanto, estes bandidos claramente não tiveram chance de verificar sua especulação.

Cercado por um bando de gente, Johnny, que foi pressionado e espancado no chão, berrou de repente. No entanto, não parecia mais humano, mas era o rugido estranho e aterrorizante do Motoqueiro Fantasma.

Chamas explodiram.

Bang!

Os bandidos foram enviados voando. O Motoqueiro Fantasma, que estava coberto de chamas, se levantou e rugiu de repente.

Vendo isso, Luke deu de ombros e arrumou suas coisas. Ele saiu do restaurante e subiu na moto Triumph num beco.


Por outro lado, Jack e Edward estavam na garagem subterrânea do departamento.

Dirigindo o carro para a saída, Edward perguntou: — Quando pego você amanhã de manhã?

Jack respondeu: — Às nove da manhã. Não muito cedo; deixe a estrela sofrer um pouco. Será mais fácil interrogá-lo assim.

Edward sorriu: — O cara deve estar “se divertindo” agora.

Jack sorriu: — Então só podemos desejá-lo uma boa noite. Vamos voltar e dormir um pouco.

Enquanto conversavam, o carro saiu.

De repente, houve um retumbo da garagem subterrânea. Jack franziu a testa: — Que som é esse?

Não parecia com uma viatura ou moto de patrulha. Parecia com um morto, mas também uma explosão.

Edward estava prestes a dizer algo quando o som se aproximou rapidamente e um objeto estranho cheio de chamas avançou das profundezas da garagem.

Eles conseguiram dar uma olhada na coisa pelo retrovisor quando voou por trás do carro e saltou sobre eles.

No momento que pousou, o exaustor soltou um estouro alto.

Bang!

No carro, Jack e Edward gritaram de medo enquanto cobriam os rostos com os braços.

Crack!

O vidro à prova de balas ficou coberto por uma camada de poeira preta que parecia com o fundo de uma panela.

Esta coisa parecia muito contente consigo e até balançou sua linda cauda.

Naquele momento, houve um assovio e a criatura imediatamente abandonou Jack e Edward antes de avançar para a entrada do departamento.

Jack e Edward saíram do carro, ainda segurando as armas enquanto olhavam na direção em que o monstro saiu.

Naquele momento, eles finalmente viram o que destruiu seu para-brisa.

Era uma moto esqueleto ardente — e não havia motorista!

Quando olharam na sua direção, o esqueleto em chamas saiu do departamento de polícia e subiu na moto.

O crânio em chamas olhou para os dois homens com suas órbitas pretas. Sua mandíbula abriu e emitiu um som estranho, como se estivesse zombando deles.

Então, a moto acelerou e desapareceu no final da rua, deixando somente um longo rastro de fogo para provar que realmente esteve lá.

Se entreolhando, Jack e Edward correram para o departamento.

Por outro lado, Luke seguiu o rastro de fogo e chegou num local familiar em menos de dez minutos.

Este era o cemitério que Johnny visitou noite passada.

Ele não chegou muito perto. Ao invés disso, conectou a câmera do drone e assistiu à conversa entre as duas pessoas na igreja.

Johnny estava perguntando ao coveiro sobre o paradeiro do contrato de San Venganza. Este velho estranho mencionou isto de manhã e definitivamente sabia mais do que aparentava.

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