
Volume 2 - Capítulo 772
Super Detective in the Fictional World
Jack olhou para Drax, indisposto a enfurecer este veterano de temperamento quente. Ele assentiu decisivamente: — Sim.
Luke perguntou: — Você encontrou algum outro corpo?
Os olhos de Jack cintilaram, mas ainda balançou a cabeça: — Não tem evidência disso.
Luke assentiu: — Okay, posso dar uma olhada nos corpos das dezoito vítimas? Só vou olhar. Não vou tocar neles.
Jack assentiu impotente: — Vamos lá. Os corpos estão no departamento forense.
No necrotério do departamento forense, Luke abriu os sacos mortuários e examinou suas feridas.
Por fim, encontrou um corpo com um pequeno buraco no peito.
Dando uma olhada melhor, ativou o Olfato Aguçado e perguntou de repente para Jack: — Qual é a diferença entre este homem e as outras vítimas?
Jack respondeu: — Suspeitamos que ele possa ter sido a primeira vítima porque seu corpo estava fora da porta. Como hábito da Hell’s Angels, esta pessoa provavelmente era o vigia fora do bar.
Luke perguntou: — Você examinou a ferida no peito?
Jack respondeu: — Ainda não. Tem corpos demais.
Luke assentiu: — Cheque este primeiro.
Jack indagou: — O que você encontrou?
Luke apontou para o buraco no peito e respondeu com uma pergunta: — Você entende?
Jack ficou atordoado: — Está dizendo que isto foi feito com um dedo?
Luke deu de ombros: — Também poderia ser uma mão protética ou algo similar a um dedo. Pelo menos, há outra direção para investigar.
Jack aceitou a explicação.
Comparado a usar enxofre para matar alguém, não seria estranho se o culpado usasse uma mão falsa para matar alguém.
Naquele momento, Luke olhou para Drax: — Eu deveria falar aqui ou quando voltarmos?
Atordoado, Drax olhou para Jack ao lado e, após pensar um pouco, assentiu: — Podemos conversar aqui. Quando sair, todavia, não fale mais nisso.
A expressão de Jack ficou sombria quando ouviu isso. Vocês dois são realmente parentes. São muito francos na minha frente!
Luke tinha claramente encontrado algo e estava perguntando ao seu avô se deveria contar a Jack.
Drax falou diretamente que estava tudo bem, mas não admitiria nada após saírem. Ele claramente estava garantindo que Luke não tinha laços neste caso.
Embora xingasse internamente, Jack não disse nada.
Ele viu Drax ficar furioso quando era jovem e sempre teve medo deste velho superviolento.
Mesmo que Drax fosse velho, Jack não queria enfurecê-lo.
— Garanto que Luke não entrará em problemas — falou Jack.
Olhando para a expressão de Drax, ele levantou a mão com um sorriso amargo: — Juro pela amizade que meu pai tem com você.
Satisfeito, Drax assentiu e indicou para Luke falar.
Luke levantou o dedo: — Primeiramente, o assassino tinha pelo menos um cúmplice. Ele usou o dedo ou algo como uma mão falsa para fazer um buraco no peito da vítima. Segundo: se tiver conexões, é melhor entregar ao departamento relevante. Será muito difícil para policiais comuns resolverem este caso.
Jack franziu a testa: — Você quer dizer…
Luke: — Exatamente o que falei. Se continuar investigando, pode encontrar um perigo inimaginável. O mais seguro é entregar para um profissional.
Ele então assentiu para Drax: — Vamos lá, vô.
Sem hesitação, Drax se virou e saiu.
Foi pelo bem de Drax que Luke deu a Jack esta informação. Como um sênior, Luke poderia ser considerado bem generoso.
Entrando no carro, Luke voltou ao hotel: — Vô, este é um truquezinho. Leve o Joseph de volta para Shackelford.
Drax bufou: — Independentemente do assassino, não tenho medo deles.
Luke suspirou: — E se não forem humanos?
Drax ficou confuso: — O que quer dizer?
Luke: — O buraco no peito da vítima foi feito por uma mão falsa ou um dedo real.
Drax franziu a testa: — Talvez você esteja enganado.
Perfurar alguém no peito com um dedo era completamente ilógico.
Luke: — Não. Trabalhei em vários casos e me dediquei à ciência forense. Você não pode usar uma arma para cuidar deste assassino. O FBI tem departamentos especiais para lidar com casos assim. Você precisa que eu os avise?
Após uma breve hesitação, Drax balançou a cabeça: — Avise o Jack. Se puder, entregue os números daqueles departamentos e deixe-o decidir sozinho.
Quando chegaram no hotel, Ferreira já tinha descido com Joseph e sua bagagem.
Ele retornaria para Shackelford no mesmo carro para que pudesse se revelar na direção e ajudar Luke a cuidar de Drax.
Antes de saírem, Drax agarrou Luke e falou baixinho: — Como vou voltar, não fique mais aqui. Volte para Los Angeles esta noite.
Luke respondeu com um sorriso: — Então ficarei no hotel por uma noite. Pelo menos, tenho que confirmar que você chegou em casa.
Drax olhou para ele impotente: — Tudo bem, prometo ligar esta noite.
— Não acelere, dormirei um pouco antes disso — expressou Luke.
Diante do olhar intenso de Luke, o velho teimoso sentiu-se um pouco impotente.
Se não fosse por ele, Luke não teria voado de volta de Los Angeles com pressa.
Entretanto, este caso envolvia algo inimaginável e Luke com certeza não o deixaria realizar sua “vendeta” sozinho.
Para a segurança de seus netos, o velho desistiu.
Observando-os partir, Luke chamou um táxi e seguiu para fora da cidade.
Após a picape Raptor de Drax entrar na rodovia noroeste para Shackelford, Luke disse ao motorista para virar e voltar para a cidade.
O táxi tinha acabado de entrar na cidade quando uma série de barulhos se aproximou rapidamente do Leste.
No momento seguinte, o táxi foi atingido por uma onda de choque enorme e girou no ar antes de cair de cabeça para baixo no chão com um estouro alto.
— Merda! — Luke xingou ao abrir a porta para rastejar para fora.
Ele deu alguns passos e perguntou ao motorista zonzo: — Se machucou?
O motorista tossiu: — Não, estou bem. O que aconteceu?
Ouvindo-o, Luke confirmou que ele estava bem.
Era um bom hábito colocar o cinto de segurança. Mesmo quando o carro girou, o motorista não se machucou.
Ele tirou o motorista do carro e ajudou-o a se sentar do lado da rua. Ele então pegou o celular e chamou o 911 para explicar a situação.
Colocando o celular e cem dólares nas mãos do motorista, Luke falou: — Aqui o pagamento. Chamei a polícia para você. Apenas espere por eles. — Ele então correu para um beco.