
Volume 2 - Capítulo 767
Super Detective in the Fictional World
Luke não prestou muita atenção no treinamento das três garotas. Ele montou o programa de treinamento pelo Caracolzinho e a Borboleta supervisionou o treinamento.
Tudo que ele precisava fazer era checar o progresso de vez em quando, assim como os líderes das grandes empresas, e pediu à Borboleta para fazer pontos de checagem aleatórios do progresso de aprendizado delas.
De qualquer forma, os superpoderes das três garotas foram um pouco excessivos para começar.
Elas precisavam de mentalidades boas e cautelosas; não havia necessidade de aumentar sua capacidade de combate antes de enfrentar este mundo perigoso e complicado.
Após alguns dias de treinamento, Borboleta coletou muitas informações das três garotas. Após analisar, Caracolzinho deu uma previsão mais otimista: havia uma chance de setenta e oitenta por cento de que as gêmeas fossem úteis e valiam a pena treinar.
Havia apenas uma chance de 30 e 40% de a Stacy aceitar a liderança de outra pessoa.
Por causa da sua habilidade, ela ficou inconstante e paranoica e não era tão fácil de enganar como as gêmeas.
Luke estava muito interessado em sua habilidade. Ela era muito adequada para ser uma agente de elite no sistema de informações.
Porém, mesmo que Stacy fugisse no final, Luke não a forçaria a ficar.
Manter as gêmeas como uma conexão para Stacy em colaborações futuras e tratá-la como uma informante externa também não era uma escolha ruim.
Havia várias pessoas capazes neste mundo.
Ele não era a Hidra e não precisava controlar todas.
Contanto que pudesse construir sua própria força e influenciasse mais pessoas por vários meios, ele ficaria satisfeito com a cooperação ou contratação temporária.
Quanto aos efeitos colaterais da habilidade de Stacy, ele poderia ajustá-la com o tempo.
Afinal, Luke era um homem com Comunicação Mental e Hipnose Básica.
Não era fácil resolver completamente os problemas psicológicos de Stacy, mas não era difícil controlá-los até certo ponto.
O caos em Los Angeles diminuiu significativamente.
O outro “terremoto” causado pelos Elsworth não tinha nada a ver com as pessoas comuns.
As pessoas comuns não se importavam com as notícias dos crimes dos Elsworth.
Afinal, se estas famílias não cometessem crimes, seriam como celebridades que não bebiam álcool ou tomavam drogas — basicamente impossível.
A notícia mais badalada nos últimos dias ainda era o Batman, o Homem de Ferro e o Anjo do Julgamento.
Depois era… Sheerah.
Aproveitando-se do ímpeto do Batman, Sheerah ficou popular de novo.
Após aceitar a proposta de Luke, ela encontrou Jennifer Perry, que também foi salva pelo Batman, e começaram uma nova rodada de promoção para atrair pessoas para o show beneficente.
Sob a bandeira do auxílio a desastres, e graças ao status das duas na indústria musical e cinematográfica, elas convenceram rapidamente mais de uma dezena de celebridades e cantores de primeira e segunda linha a participar.
A essa altura, elas estavam prontas.
Com estas dezenas ou mais de pessoas se juntando, poderiam atrair facilmente ainda mais celebridades.
Quando o número de participantes alcançou cinquenta, esta participação virou um símbolo de status na indústria musical e cinematográfica.
Desde o começo, Sheerah e Jennifer procuraram por cantores famosos.
Mesmo que não fossem mais tão populares, seus números ainda eram conhecidos.
Conforme o número de participantes aumentava, várias estrelas começaram a aparecer na porta.
Eles não queriam que o público achasse que não eram qualificados o bastante para participar deste evento.
Algumas das celebridades estavam aqui de verdade pela caridade, mas só eles sabiam de verdade se estavam aqui só para seguir a tendência ou se abrigavam más intenções.
Seja pelo show ou caridade, porém, os beneficiários eram as vítimas, então não havia o que desprezar.
Além disso, os organizadores disseram explicitamente que as celebridades participantes tinham que cuidar de suas próprias despesas durante o show de caridade e que não seriam pagas. O dinheiro ganho pelo show de caridade seria doado para o recém-fundado Fundo de Caridade de Terremoto da Califórnia para ajudar as vítimas.
Esta cláusula seria liberada com o anúncio do show de caridade para que todos soubessem que as celebridades estavam pagando pelas próprias despesas para fazer caridade.
Ontem, cinco de agosto, o vídeo promocional foi finalmente liberado.
Como conteúdo principal do vídeo promocional, uma nova música substituiu rapidamente o single de sucesso de Sheerah no topo das paradas.
A música “We Are the World” foi realizada por mais de cem estrelas do cinema e cantores. Durava mais de sete minutos e a música foi tocada em toda emissora de TV.
O clipe musical era muito simples e não havia efeitos especiais. Eram apenas clipes das celebridades cantando no estúdio.
Porém, a música havia acabado de ser liberada e até a suposta namorada do Batman, Sheerah, não conseguiu superá-la. Ela foi direto ao topo das paradas.
Um bando de cantores estava no clipe, o que chamou muita atenção.
Alguns queriam ver as celebridades que gostavam, outros ver as estrelas que estavam lá e uns queriam ver quantas linhas cada cantor cantaria.
Isso mesmo, esta música poderia até causar uma discussão de quem cantava qual letra.
Muitos encrenqueiros encontraram um novo prazer em fazer comparações estranhas, como “O xxx de quem eu gosto cantou duas linhas e o xxx de quem você gosta cantou três linhas”.
Isto então levou a uma discussão de quem tinha uma posição mais alta e quem era mais profissional no canto.
Houve muita discussão e foi incrivelmente popular; esta era a situação atual com esta nova música, “We Are the World”.
Luke não prestou muita atenção no começo. Afinal, foi ele quem deu a música para Sheerah e foi quem deu a ideia; tudo estava dentro das suas expectativas.
Contudo, durante o jantar, Claire ligou para Luke: — Luke, ouviu minha nova música?
Luke: — Quê?
— We Are the World. Cantei algumas linhas — Claire avisou animada.
Luke: — Quê?!
Um momento depois, ele tocou.
Selina perguntou curiosamente: — Ela realmente se tornou uma cantora?
Luke ficou em conflito: — Eu… acho que não.
Selina: — Ela não cantou a música We Are the World? Os cantores lá não são celebridades?
Luke falou impotente: — Veja você mesma. Ela disse que cantou aos cinco minutos e cinquenta e um segundos; ela ficou na câmera por um segundo.
Selina riu e pegou o tablet: — Deixe-me ver como é quando nossa grande estrela aparece diante das câmeras pela primeira vez.
Dois minutos depois, ela caiu na gargalhada de novo: — Meu Deus, é nestas duas linhas. A Claire realmente está lá. Ela parece com uma criança do jardim de infância.
Luke: — Deixe-me ver.
Selina virou o tablet para ele. Ele tocou os últimos dois segundos antes de finalmente ver Claire.
Infelizmente, ela inesperadamente foi colocada entre duas celebridades altas que eram nitidamente mais velhas e estavam nos quarenta.
O rosto tenro de Claire ficou ainda mais chamativo, como uma criança enfiada num grupo de pais.
Entretanto, naquela fração de segundo, a câmera focou em Claire, que era a mais baixa, então sua primeira aparição também estava na posição central.
Luke tocou o vídeo desde o começo com um sorriso: — Nada mau. Olhe quem está ao lado dela.
Selina ficou surpresa: — Você o conhece?