Super Detective in the Fictional World

Volume 2 - Capítulo 759

Super Detective in the Fictional World

Da última vez, Gold Nugget foi com Luke resgatar Robert no Atlântico e os dois clones ainda conseguiram se comunicar. Eles eram ainda mais úteis que celulares.

Se Clarice realmente se aproximasse de Luke e Selina na forma de Claire, ela seria identificada imediatamente.

De repente, Selina falou: — Gold Nugget falou que os dois clones precisam recombinar para certificar que não tem nada de errado com o segundo clone.

Luke assentiu: — Pode sair após a Claire adormecer. Vou ir na oficina.

Um momento depois, Selina enviou-lhe uma mensagem dizendo que Gold Nugget não encontrou nada de incomum e que o clone havia voltado para Claire.

Luke respondeu que entendeu e voltou ao trabalho.

Ele não estava com pressa de lidar com Clarice Johnson.

De qualquer forma, esta pessoa ainda estava na academia de polícia. Ele daria a esta copiadora um conjunto completo de dispositivos de rastreio amanhã.

Desde que notou a anormalidade, contanto que ela não descartasse tudo que poderia ser rastreado, não conseguiria escapar tão facilmente quanto da última vez.

Na manhã seguinte, os três foram para a academia de polícia. Claire tinha que passar pelo procedimento para sair.

Luke já tinha informado Remick, então foi tudo tranquilo.

Luke e Selina observaram a gravação de vigilância do carro quando Claire saiu do prédio de administração e se despediu dos estudantes da D15 durante a pausa.

— Ela foi procurar pela Claire — disse Selina.

Luke assentiu e continuou observando Clarice.

Alguns minutos depois, Clarice foi embora.

Selina expressou: — Ela está tentando descobrir nosso paradeiro.

Luke pegou o laptop com um sorriso: — Vamos ver se a Srta. Johnson tem algum cúmplice.

Olhando para a câmera, Selina disse: — Ela está começando a fazer ligações.

Luke operou seu laptop: — Não é o número no formulário de registro. Ela tem dinheiro e está usando dois celulares.

Enquanto falava, suas mãos foram levemente para o teclado: — Vamos ver com quem está falando.

Selina: — Ela não está mais no celular. Você rastreou o número?

Luke: — Não, mas é praticamente o mesmo.

Um momento depois, dezenas de números apareceram no seu laptop.

— Somente estes números foram registrados na estação base perto da academia de polícia. — Luke sorriu: — Quanto tempo ela ficou na ligação?

— Cerca de três segundos — respondeu Selina.

Luke: — Okay, então só tem um número. Vamos ver com quem ela estava falando.

Após um tempo, ele parou: — Feito.

Selina olhou para a tela e expressou: — Tudo bem, seria estranho se não houvesse um registro de comunicação.

No registro do número que rastreou, apenas o número que Clarice estava usando apareceu e isso foi só após o término do treinamento.

Além disso, os dois números eram pré-pagos.

Como um cliente leal de celulares pré-pagos, Luke sabia o que significava.

Após se despedir, Claire foi para sua nova vida de voluntária.

Luke e Selina não tinham ido embora.

Meia hora depois, Clarice saiu da academia de polícia em seu carro.

Luke e Selina se entreolharam e sorriram: — Que criança impaciente. — Eles também partiram.

Ao invés de o carro seguir Clarice, Luke e Selina dirigiram para o bloco leste da cidade e vagaram pelas ruas.

Selina olhou para a câmera: — Ela está aqui.

Luke assentiu em reconhecimento e perguntou: — Você confirmou seu destino?

Selina respondeu: — Deve ser aquele bangalô. Aquele número foi discado desta área recentemente.

Ele pensou por um instante: — Vamos almoçar primeiro.

Eles foram trabalhar como de costume à tarde. Às três da tarde, a expressão de Luke mudou: — Cheque o sistema de segurança da casa. Alguém entrou nela.

Selina pegou o tablet e checou rapidamente a gravação.

Olhando para a imagem, ela exclamou: — Uau! Se você não estivesse aqui comigo, eu teria pensado que era você.

Olhando para a pessoa que parecia exatamente como ele na tela, Luke bufou: — O sistema de segurança não avisou da invasão. Sua imitação é realmente boa.

Selina estalou a língua: — Ela tocou no seu corpo noite passada e virou você hoje? Por que esta habilidade parece tão estranha?

Luke respondeu: — É muito mais estranho observá-la vagar pela casa.

Enquanto falava, ele acelerou para casa.

Quando estavam perto da vizinhança, Selina avisou: — Ela vai fugir. Provavelmente sabe que estamos voltando; ela tem cúmplices a ajudando a ficar de olho?

Luke disse com um sorriso: — Não se esqueça de que ela levou as gêmeas consigo do departamento.

Selina nem levantou a cabeça: — Ela está correndo para a porta dos fundos… Puta merda! Ela agora é a Karen Gaffney.

Esta foi a primeira vez que ela viu uma pessoa se transformar de um homem em uma mulher em segundos. Era tão inacreditável quanto um efeito especial.

O sorriso de Luke aumentou: — Isso é ótimo. Vamos lá dizer “oi” para esta boa “vizinha”.

O carro virou a esquina e acelerou.

O som dos pneus rangendo no chão ressoou quando Luke estacionou na entrada dos fundos.

Olhando para Karen Gaffney, que estava parada na frente do portão, Luke perguntou com um sorriso brilhante: — Oi, vizinha, há quanto tempo. Você está aqui para conversar com a Selina?

Karen ouviu os freios e se virou.

Ela riu: — Não, só estava de passagem. Sei que vocês são ocupados.

Luke abriu o portão dos fundos com um sorriso e passou por ela: — Está tudo bem. Acontece que chegamos cedo hoje.

Selina já havia saído quando Luke parou o carro.

Naquele momento, ela caminhou até o lado da estrada e puxou Karen para casa: — Como está aqui, converse comigo um pouco. Não nos encontramos faz dias.

Karen parecia em conflito: — Sinto muito por incomodar você.

Selina: — Está tudo bem. Faz muito tempo desde que você e o Jeff vieram jantar conosco. Quando o Jeff sair do trabalho, faça-o vir aqui.

Karen soltou uma risada seca: — Ele… Ele está fazendo hora extra hoje.

Luke e Selina estavam se divertindo. Hora extra? Jeff Gaffney era um gerente de nível médio no departamento do RH que passava o tempo conversando; que maldito trabalho?

Após entrarem na casa, Selina se sentou com Karen e fez Luke pegar algumas bebidas.

Luke colocou algumas bebidas e lanches na mesa e tirou um baralho de cartas de pôquer quando se sentou: — Bem, tenho que ir para casa cozinhar.

Luke balançou a mão: — São quatro horas ainda. Você pode cozinhar um bife e salsichas quando voltar. Não demorará nem meia hora. Se realmente não tiver tempo, podemos dar um pouco de carne de churrasco para você levar depois.

A boca de Karen abriu levemente, mas não tinha nada a dizer.

Em sua confusão, ela jogou algumas rodadas de Fight the Landlord, ou seja lá o que for, com Luke e Selina e perdeu para Luke três vezes.

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