Super Detective in the Fictional World

Volume 2 - Capítulo 752

Super Detective in the Fictional World

Remick conhecia muitos policiais que se formaram no ensino médio e em faculdades comunitárias e trabalharam duro por mais de dez anos, só para serem promovidos a sargento; se tivessem sorte, poderiam chegar a tenente.

Um diploma era um indicativo que determinava o limite superior da maioria das pessoas.

Com um diploma de uma universidade de prestígio, a pessoa teria uma vantagem enorme quando se tratava de receber uma promoção.

Contudo, após pensar por um instante, balançou a cabeça: — Se sua irmã for para a universidade pelos próximos anos, ainda tem que refazer o treinamento. Essa é a regra.

Luke não ficou surpreso: — Obrigado, Remick.

Saindo do prédio, ele olhou para as garotas no campo de treinamento e se aproximou: — Claire.

Claire, Karen e Hooks estavam conversando na grama.

Ouvindo a voz, as três ficaram atordoadas.

Claire ficou atordoada: — Luke, por que está aqui?

Luke respondeu: — Sou um membro temporário da academia de polícia.

Karen, todavia, já tinha se levantado e o abraçado: — Obrigada, Luke.

Notando a expressão estranha de Selina, Luke perguntou com tranquilidade: — Por que está me agradecendo?

Karen deu um tapinha na testa: — Você nos salvou aquele dia. Você saiu rápido demais. Eu ia te pagar uma refeição.

Selina não falou nada quando um olhar divertido cintilou em seus olhos. Esta jovem era bastante proativa, mas estava muito longe de ser a Jenny.

Só foi após conversarem um pouco que Luke e Selina aprenderam que a classe D15 estava de folga hoje.

Mesmo que Los Angeles ainda estivesse uma bagunça, os novatos não eram máquinas, nem eram policiais veteranos.

Karen tomou a iniciativa de novo e sugeriu encontrarem um lugar para almoçar. Ela ia pagar.

Claire hesitou por um instante, mas acabou oferecendo ajuda.

Enquanto Selina dava um meio sorriso, Luke aceitou o convite.

Ele e Karen também conversaram muito no almoço.

Após uma refeição no restaurante à beira-mar de Santa Mônica, as duas partes se despediram e seguiram caminhos separados. Selina então expressou com um sorriso: — Uau, estas moças são elites reais. Elas atacam quando têm chance.

Luke não achou grande coisa: — É uma boa maneira de colocar isto. Pelo menos, é melhor que aquelas mulheres que se inflam e esperam para ser abanadas, certo?

Selina: — Pare de fingir. Você estava tentando conseguir informações dela, não é? Pobre garota… Tsk tsk.

Luke sorriu: — Karen é sobrinha da Senadora Thompson e prima da Beth Patrick Thompson. Após o acidente de avião alguns meses atrás, o Senador Henry Elsworth se tornou um forte concorrente a prefeito. Além disso, a Família Thompson sempre esteve em conflito com os Elsworth. Onde mais você acha que vieram as informações que ela vazou mais cedo?

Selina perguntou: — Então, você queria perguntar sobre os Elsworth? Mas ela não sabe muito para sua idade, não é?

Luke riu: — Não, ela já revelou muito. Lembra quando falou que a geração mais jovem deveria ficar longe da Família Elsworth?

Selina pensou por um instante: — Ela falou isso. Tem algum problema?

— Também significa que o caso dos Elsworth já se espalhou entre os políticos e deve ser um problema sério, ou estes jovens não teriam notado — Luke explicou: — Afinal, não é raro jovens rebeldes procurarem por emoções ao se envolver em jogos de matança e adoração a cultos malignos.

Selina assentiu: — Isso é verdade.

Luke: — Estas famílias no círculo político são muito mais sensíveis que pessoas comuns. O fato de que as notícias se espalharam entre eles mostra que o caso não pode mais ser acobertado. Eles estão tentando evitar este “terremoto” na Califórnia.

Selina perguntou: — Os Elsworth são tão poderosos? Uma vez que a sorte deles acabar, toda a Califórnia será afetada?

Luke respondeu: — Quando uma avalanche acontece, nenhum floco é inocente.

Selina indagou: — O que quer dizer?

— Mesmo que a maioria das pessoas não saiba o que os Elsworth fizeram, eles são cúmplices — respondeu Luke: — Estas pessoas podem não ser vampiros ou ter matado alguém com as próprias mãos, mas definitivamente são corruptos e abusivos. Você esqueceu de como Wolf Elsworth invadiu nossa sala de interrogatório e levou o Sr. Dylan embora? Você realmente acha que o Dustin queria deixar aquele lixo ir?

Selina assentiu e entendeu.

Luke nunca gostou de oponentes sem limites.

Sheldon Elsworth não respeitava a vida humana, então Luke obviamente tinha que matá-lo.

Nos dias seguintes, a cena política em Los Angeles mudou, assim como Luke previu.

O FBI já tinha tornado públicas as notícias de que estavam investigando as evidências dos crimes de Sheldon Elsworth e obteve grandes resultados.

A facção de Sheldon começou a ruir.

Quanto ao resto da Família Elsworth, eles traçaram uma linha clara entre si e Sheldon numa tentativa de se proteger.

Porém, a eficácia destas ações dependia da profundidade de seu envolvimento e de seus próprios esforços das relações-públicas.

Eles não conseguiriam limpar seus nomes com tanta facilidade na frente de um bando de inimigos que estavam aguardando para se aproveitar.

Na superfície, Luke descobriu que mais de vinte empregados dos Elsworth haviam desaparecido.

Tenham escapado ou sido presos, foi um golpe pesado na família.

Julgando pela expressão relaxada de Dustin, ele sabia que a situação era favorável para ele e Jennifer.

Elsa e Elizabeth voltaram ao trabalho, não precisando mais fazer turnos para proteger Jennifer.

A única coisa que intrigou Luke foi que o Dr. Bruce Banner, primo de Jennifer, partiu e nunca a visitou de novo.

Era normal primos não terem um laço forte, mas o Dr. Banner não parecia assim quando estava doando sangue.

Pelo que Jennifer falou, estava claro que eram próximos.

Afinal, Banner estava no Instituto de Tecnologia da Califórnia, que estava localizado na cidadezinha de Pasadena, nas periferias de Los Angeles, e ficava a meia hora de viagem.

Como um banco de sangue móvel, Dr. Banner apressou-se e deu centenas de mililitros de sangue para Jennifer antes de sumir.

Foi uma situação estranha, mas Luke não pensou demais.

Talvez o Dr. Banner fosse o tipo de primo que era frio por fora, mas que tinha um coração caloroso! Ele estava com medo de ser agradecido, por isso se escondia no laboratório depois de fazer algo bom. Isso aconteceria com bastante frequência no futuro.

Felizmente, por padrão, o hospital tinha o número do Dr. Banner.

Luke obteve o número com facilidade e enviou uma mensagem ao Dr. Banner.

É claro, ele não poderia dar a notícia de forma tão simples ou direta em uma mensagem de texto; assim, poderia dizer ao Dr. Banner para não deixar a vida ou que seu trabalho fosse afetado devido ao que ocorreu com Jennifer.

Comentários