Super Detective in the Fictional World

Volume 2 - Capítulo 714

Super Detective in the Fictional World

Em outro lugar, Luke conversou com Karen enquanto andavam na scooter.

Era ainda mais caótico em Los Angeles à noite. Devido aos pedestres nas ruas, Luke só podia desacelerar a scooter para vinte quilômetros por hora.

Ele colocou muito esforço para reparar esta Vespa velha; então se sentiria mal se sua pintura fosse raspada.

A scooter circulou as ruas por meia hora antes de finalmente chegar à casa de Karen.

Vendo que Luke estava prestes a sair com um sorriso, Karen o convidou: — Entre e sente-se um pouco…

Ela parou por um momento antes de falar: — Você deve estar cansado por me trazer.

Luke achou engraçado: — Está tudo bem, sou forte.

Karen: — …

Ele se despediu de Karen e partiu na scooter enquanto murmurava consigo: — Já são quase dez da noite. O que seus pais pensarão se eu entrar para descansar?

Ele entendeu a intenção de Karen, mas realmente não teve tempo para brincar com uma jovem senhorita, especialmente uma que estava em busca de empolgação.

Ele não estaria em Los Angeles por muito tempo e tinha muito trabalho a fazer. Ele não queria perder tempo com Karen.

Sentado na scooter, evitou áreas com mais câmeras e passou deliberadamente por áreas com pouca vigilância. Ele também espancou alguns gângsters que queriam roubá-lo.

Aqueles patifes não reconheceram a scooter e nem sabiam como era valiosa.

Isto só poderia significar que a lei e a ordem na cidade estavam tão ruins que até pessoas pobres em scooters não estavam seguras.

Ele encontrou uma casa segura que montou mais cedo. Lá, colocou a roupa do Batman e suspirou: — Você realmente se aposentará logo.

Comparado com a função de remoção rápida da nova armadura do Lobo Branco, a armadura do Batman estava muito desatualizada, pois precisava ser colocada manualmente.

Porém, o Batman foi criado como um personagem forte e era um alvo muito útil. Luke tinha que usar a armadura mais algumas vezes para garantir que tiraria o máximo proveito dela.

Saltando do topo do prédio, ele percorreu os becos e prédios escuros.

Um grupo de vadios estava forçando uma mulher com uma criança num canto escuro. A mulher gritou em pânico, mas os caras apenas riram: — Vá em frente. Ninguém virá mesmo se gritar até ficar rouca.

— Estou aqui. — Uma voz mecânica ressoou atrás dos bandidos.

A mulher segurando seu filho encarou o gigante preto atrás dos bandidos com os olhos arregalados. Seus lábios tremeram e ficou tão animada que não conseguiu falar.

Enfurecidos, os gângsters se viraram para ver quem mexeu com eles.

Eles viram um gigante preto parado a alguns metros. Ele apontou lentamente para eles: — Todos vocês, culpados!

— Bat-Batman! — gritou um bandido enquanto tremia.

No momento seguinte, o gigante avançou por meio deles e o som de carne sendo atingida e ossos quebrando ressoou. Os braços dos bandidos foram quebrados e eles gritaram.

Luke não mostrou misericórdia. Ele pegou o armado e quebrou seus dedões e dedos indicadores.

Isto não os impediria de correr por suas vidas durante o terremoto, mas com aqueles dois dedos fora de jogo, seria muito difícil exercer força com suas mãos, como para disparar.

O gigante preto olhou para a mulher com os olhos vermelhos-escuros: — Madame, você deveria se apressar.

— Ah, o que é isso? Ah! — gritou a mulher enquanto o gritante preto a pegava.

Dando alguns passos rápidos, Luke planou para a rua principal, a deixei e foi embora.

Atordoada, a mulher murmurou: — Obrigada, obrigada!

— Mãe, Tio Batman nos mandou ir para casa. Tem muitos caras malvados aqui fora — lembrou o garotinho nos braços dela.

A mulher voltou aos sentidos e correu com seu filho nos braços.

O encontro com os bandidos a assustou de verdade.

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Um bando de bandidos estava movendo felizes as coisas de um supermercado.

O chefe chinês do supermercado já tinha colapsado no balcão com sangue pelo rosto.

Ele não foi morto e suas feridas não eram severas, mas ele não queria ser cercado e espancado de novo.

Impotente, só podia esconder-se num canto atrás do balcão e deixar os bandidos abrirem a caixa registradora e começarem a mover os produtos do supermercado.

De repente, a campainha tocou e a voz feminina eletrônica ressoou: — Bem-vindo.

Os criminosos que estavam celebrando animados se viraram.

— Todos vocês, culpados! — Outra voz fria, baixa e mecânica ressoou.

O gigante preto agarrou um barril de cerveja e bloqueou as portas automáticas antes de entrar no supermercado.

O chefe chinês, que estava escondido atrás do balcão, ouviu uma série de estouros e então quatro ou cinco bandidos passaram voando pelo balcão.

Ele tremeu e não ousou esticar a cabeça.

Em menos de trinta segundos, tudo se acalmou.

Passos se aproximaram do balcão e o chefe sentiu uma sombra o cobrir. Ele levantou a cabeça inconscientemente e ficou atordoado quando viu quem era.

O dinheiro que Luke encontrou nos bandidos caiu de uma palma gigante e pousou no balcão: — Mantenha seu dinheiro seguro.

Atordoado, o chefe assentiu: — Obrigado, obrigado!

— Feche sua loja e chame a polícia para prendê-los. Agora não é hora de trabalhar — falou o gigante antes de sair.

O chefe chinês se levantou, só para ver que o gigante tinha um dardo de corda em sua outra mão enquanto arrastava os cinco bandidos.

Os bandidos estavam muito quietos. Eles estavam sofrendo pequenas concussões e, como de costume, todos tiveram as mãos quebradas.

Fora do supermercado, Luke sacudiu a mão e o dardo de corda voltou como se fosse uma coisa viva. A figura negra então deu um salto e saiu voando.

Rangendo os dentes, o chefe chinês arrastou seu corpo dolorido até a porta. Olhando para os bandidos inconscientes, seus olhos piscaram com alívio: — Vocês mereceram! Vocês normalmente pegam uma taxa de proteção, mas agora querem roubar meu supermercado!

Levantando-se enquanto falava, agarrou um esfregão perto da porta e começou a espancar os bandidos.

No ar, Luke se virou para dar uma olhada, antes de acelerar.

Estes bandidos tinham armas e muitas vezes extorquiam dinheiro do chefe chinês.

Eles mereciam ser espancados por ele!

Ele não desprezaria este chefe por espancar cais quando estavam no chão e não sentiu que o chefe estava se aproveitando do poder do Batman para isto.

Na maioria do tempo, as pessoas comuns que administravam pequenos negócios aguentavam silenciosamente a pressão e não resistiam.

Muitos celulares começaram a tocar ao mesmo tempo e as primeiras palavras foram basicamente, “É o Batman de novo.”

Dez minutos depois, Luke largou os dois traficantes que estava segurando e jogou os cristais brancos pelo vaso.

Ele ouviu o aviso do seu celular pelo fone: — Helicópteros estão vindo. Vários veículos especiais estão se aproximando.

Um mapa foi exibido nas lentes na frente dos seus olhos. Luke era o ponto verde no meio e mais de vinte pontos vermelhos estavam se aproximando em velocidades variadas.

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