Super Detective in the Fictional World

Volume 2 - Capítulo 711

Super Detective in the Fictional World

Havia mais de dez mil pessoas na LAPD, mas um número enorme era de apenas funcionários que não faziam trabalho de campo, então havia apenas sete ou oito mil oficiais na linha de frente.

A academia matriculou mais de mil estudantes que passaram pelo treinamento básico e alguns dias como internos, aliviando muito o fardo da força policial.

Os estudantes não conseguiam lidar com confronto físico, mas poderiam ajudar os policiais no tráfego e a manter a ordem.

Infelizmente, Los Angeles tinha uma “tradição gloriosa”.

Após um enorme número de moradores saírem de suas casas para buscar refúgio em outro lugar, o caos irrompia.

Havia um fluxo constante de notícias de vandalismos e invasões comunicados ao departamento.

Luke e Selina ignoraram as pequenas confusões e focaram nos caras que estavam enfrentando os policiais com armas improvisadas.

Ao meio-dia, estacionaram fora de um In-N-Out e comeram os hambúrgueres que compraram.

Luke olhou para o céu e suspirou. Pena que era dia!

Um monte de vândalos que acabaram de saquear uma mercearia passou por eles e os dois continuaram almoçando em silêncio.

Havia situações demais como estas.

Os dois testemunharam roubos e furtos a manhã toda e mais de cinquenta brigas de rua. Eles não podiam se incomodar com nada disto.

Contanto que nenhuma arma fosse usada, eles poderiam deixá-los ir. Caso contrário, se fossem detidos, teriam que informar os policiais de patrulha para assumir.

Os oficiais estavam ocupados demais para informá-los quanto tempo levaria para chegarem e o departamento não tinha muitos locais para manter as pessoas presas.

De repente, o celular de Luke tocou.

Ele atendeu rapidamente: — O que é?

Uma série de disparos soou da ligação. Claire gritou: — Estamos fora da UCS. Um monte de criminosos armados está trocando disparos conosco. Há muitos deles.

Luke: — Esconda-se bem. Chegarei em cinco minutos.

Ele desligou e pegou uma bicicleta do porta-malas: — Vou primeiro. Você dirige.

Selina respondeu: — Okay.

Com isso, Luke deu um empurrão, a bicicleta disparou abruptamente e desapareceu na rua lotada.

Num tráfego, motos eram inúteis enquanto bicicletas eram úteis.

Com sua estamina e resistência, mesmo que fosse suprimido ao estado de uma pessoa normal, levaria menos de vinte minutos para cobrir uma distância de vinte a trinta quilômetros.

Quando encontrava um lugar que não conseguia passar, ele descia da bicicleta e a colocava sobre o ombro. Então, corria do bloqueio e voltava a pedalar.

Claire não estava longe de onde ele estava, menos de cinco quilômetros em linha reta.

Chegando ao beco sem saída de um atalho, Luke pegou a bicicleta que pesava menos de dez quilos, pulou o muro e chegou na cena em cinco minutos.

Ele apareceu atrás dos criminosos e, sem hesitação, saiu do beco na bicicleta e chutou dois na entrada do beco contra a parede.

Se aproveitando do impulso do chute, ele endireitou-se e empurrou com as duas mãos e a bicicleta sem piloto foi parar num canteiro de flores não muito distante.

Este era seu modo de transporte de emergência hoje e não podia quebrar.

Quando desceu da bicicleta, estendeu a mão sob os braços e levantou a Glock e seu revólver M686.

Pa! Pa! Pa! Pa! Pa!

Luke avançou sete a oito metros e disparos ressoaram como feijões explodindo. Ele finalmente parou de avançar e cruzou os braços enquanto recarregava as armas.

Perto da entrada do beco, sete ou oito criminosos que estavam atrás dos carros e latas de lixo, nos cantos, e nas escadas colapsaram, sangrando pelo peito e estômago.

— LAPD! — ele gritou.

Este não era um aviso para os criminosos, mas para avisar os oficiais atrás das duas viaturas a dez metros para não o atacar.

No entanto, ele estava pensando demais.

A macaquinha falou: — Haha, é meu irmão. Ele está aqui. Estamos bem.

Luke até a viu abaixar um espelho antes de estender para fora da proteção.

Ela ainda foi cautelosa como nunca. Os anos de ensino de Robert e o treinamento recente de Selina desempenharam um grande papel.

Luke sorriu: — Limpo!

A macaquinha se levantou lentamente e levantou a arma como se estivesse pronta para atacar a qualquer momento. Ela chamou seus companheiros: — Não seja imprudente. Duas pessoas numa equipe chequem as armas nos criminosos. Disparem se alguém se mover imprudentemente.

Luke não interferiu.

Treinamento não era tão bom quanto combate real. Este era o melhor ensino.

Olhando para os quatro estudantes que tinham bordas azuis em seus bonés de policiais, Luke ficou aliviado. Pelo menos nenhum dos novatos havia sido baleado.

Olhando para seus companheiros que estavam limpando os criminosos, Claire relatou a má notícia: — Luke, dois dos nossos oficiais foram baleados.

Luke assentiu: — Vou dar uma olhada.

Atrás da viatura, um homem e uma mulher estavam escorados nas portas e resmungando de dor.

Após uma checagem rápida, Luke assentiu e disse confortavelmente: — As balas atravessaram e não atingiram nenhum osso ou veia-artéria. Está tudo bem. Você chamou a ambulância?

Claire: — Sim.

Luke: — Isso é bom. Você tem algum kit de primeiros socorros na viatura?

Claire encontrou rapidamente o kit.

Luke encontrou um par de luvas de borracha e deu um para cada um dos dois policiais. Ele falou para apertarem os vasos sanguíneos ao redor da ferida com as mãos enluvadas: — Isto reduzirá o sangramento. Se a ambulância chegar tarde, podemos usar uma alça de sutiã.

Quanto às bandagens, ele não se incomodou.

Os dois oficiais não estavam feridos o bastante para precisar de primeiros socorros e os paramédicos naturalmente fariam quando a ambulância chegasse.

Após as crianças limparem a área, Claire relaxou e saltou na frente de Luke: — Eu vi. Você foi tão legal, Luke!

Ela imitou a postura de saque e recarga de Luke para indicar do que estava falando.

Luke sorriu e deu um tapinha na cabeça dela: — É claro. Eu falei que sou o melhor lutador entre a polícia de LA.

A macaquinha riu: — Pensei que estava se gabando. Suas habilidades de disparos no ensino médio eram piores que as minhas.

Luke retrucou: — Faz um ano desde que me formei. Eu melhorei muito!

— Oi, Luke — alguém interferiu.

Luke assentiu com um sorriso: — Olá, Srta. Thompson.

— Eu não falei antes, apenas me chame de Karen. — A loira, Srta. Karen Thompson apertou sua mão.

Luke balançou levemente e ia soltá-la, mas Karen era forte e só soltou após dois segundos.

Com a expressão inalterada, Luke disse com um sorriso: — Parece que o resultado do seu treinamento foi muito bom.

Karen: — Foi graças a Claire. Assim que o tiroteio começou, ela nos fez seguir as regras de segurança.

Luke assentiu e olhou para Claire. Esta macaquinha revelou as regras de segurança que ele ensinou?

Notando o olhar de Luke, Claire explicou: — Há três pontos principais para a segurança de um estudante. É muito simples.

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